01 março 2012

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A vida pode estar bem, os assuntos vão se resolvendo e quando começa a haver o alívio psicológico vêm os dramas e pseudo-dramas que não quis assistir, que não pedi para assistir e mais, que não autorizei a fazer.
Terceiros pedirem-me explicações da minha vida, das minhas decisões e das minhas opções, mais do que soar a entrometimento, soa a pertinência, a devaça, a intriguice. Eu não opino sobre as decisões dos outros, se não me pedirem opinião, não peço explicações porque lá está, entretenho-me a viver a minha vida, a tomar as minhas decisões a fazer o melhor que sei e posso para mim, para nós, para a MINHA FAMÍLIA, aquela que criei conjuntamente com o meu parceiro.
O meu seio familiar é composto por mais 4 pessoas além de mim, apenas. É as esses 4 que eventualmente terei de me explicar, de ouvir opinião, de a aceitar, de a refutar mas acima de tudo, de respeitar.
Virem terceiros opinar sobre o que eu deva dizer ou fazer é como viver numa ditadura subtil e eu sou mesmo mesmo MESMO pela liberdade de expressão, mas também pelo respeito das liberdades individuais.
Que se ocupem com as suas vidas, não dramatizem o que não é drama que o meu estilo é mais a comédia e animação. Os outros filmes, deixo para quem os aprecie, que não eu, portanto, nesses enredos eu não entro. Esses papéis eu recuso, mesmo sem saber o guião.
Isto hoje, tinha de sair cá para fora, ainda que ninguém o entenda. Estou tão cansada destas cenas.

3 comentários:

Helena disse...

lá no trabalho acontece-me às vezes o mesmo.
se eu tomo as decisões que tomo, só me dizem a mim respeito. a vida é minha e eu é que tenho de fazer por ela.
tenta não te chatear com isso. eu às vezes não consigo e às vezes lá sai resposta torta.
beijoquitas

Lúcia disse...

eu tento n me chatear mas detesto q me queiram invadir a privacidade :) bjo

Unknown disse...

Bolas... desabafa!
Beijocas grandes