One, tu, tuen, for, five, ...sevano, eit, ( às vezes oito ) nain, fen.
Powered by " Baby Tv ".
Tem boa memória " a tipa ".
30 abril 2009
29 abril 2009
Da minha avó
Está a adorar o lar, o nosso grande receio era a adaptação que sempre disse que não queria ir para um. Está a adorar as pessoas e a atenção que lhe dão, o espaço e a higiéne do mesmo ( que ela é muiiiiito mas muito atenta a isso ) e até as refeições. Tem comido pouquissimo como já tem sido desde há dias mas com a atenção da enfermeira que " lhe caiu no coração " tem comido pelo menos a sopa, como os miúdos " uma para a filha, outra para a neta... ".
Diz que só quer vir a casa quando se puder levantar e apenas ao fim de semana que durante a semana quer lá estar que está melhor que em casa. Quer também assim que possa ir para o salão junto com os outros utentes para fazer malha e croché e fazer as refeições na copa.
As duas costelas partidas não deixam e o médico conformou-a que levará muito tempo a cicatrizar. Aceitou tudo muito bem e voltou a estar consciente e sem momentos de demência. Não que a saúde física dela tenha melhorado, mas foi um grande alívio. Está visivelmente feliz e voltou a lutar pela vida, coisa que já tinha praticamente desistido.
Há um ano atrás deu-me uma grande lição de força de viver e este ano volta a fazer-nos o mesmo.
Estou feliz porque está feliz e quando partir, fico tranquila porque o fez " de bem com a vida ".
Obrigada Senhor!
Diz que só quer vir a casa quando se puder levantar e apenas ao fim de semana que durante a semana quer lá estar que está melhor que em casa. Quer também assim que possa ir para o salão junto com os outros utentes para fazer malha e croché e fazer as refeições na copa.
As duas costelas partidas não deixam e o médico conformou-a que levará muito tempo a cicatrizar. Aceitou tudo muito bem e voltou a estar consciente e sem momentos de demência. Não que a saúde física dela tenha melhorado, mas foi um grande alívio. Está visivelmente feliz e voltou a lutar pela vida, coisa que já tinha praticamente desistido.
Há um ano atrás deu-me uma grande lição de força de viver e este ano volta a fazer-nos o mesmo.
Estou feliz porque está feliz e quando partir, fico tranquila porque o fez " de bem com a vida ".
Obrigada Senhor!
Conjuntivite
Ontem de manhã muitas ramelas, à tarde a educadora dá o recado ao Nuno de que quando acordou da sesta ( desde que lhe tiraram a fralda dorme quase sempre a sesta na escola, em casa não ) tinha um olho colado.
Outra colega na escola igual. Hoje acorda com os 2 olhos colados e fiquei com ela em casa que sendo contagioso não pode ir à escola. Amanhã é a vez do Nuno e porque se mete o fds grande, tenho de ir à médica para lhe passar uma declaração para na segunda a aceitarem pois são hipoteticamente 5 dias sem ir ( que contam o fds ), logo, ao fim de 3 dias, tem de ter declaração médica em como pode frequentar a escola ( e pagar uma consulta para o efeito ).
E isto para uma conjuntivite parece-me um " bocadinho " exagerado, mas regras são regras...
Outra colega na escola igual. Hoje acorda com os 2 olhos colados e fiquei com ela em casa que sendo contagioso não pode ir à escola. Amanhã é a vez do Nuno e porque se mete o fds grande, tenho de ir à médica para lhe passar uma declaração para na segunda a aceitarem pois são hipoteticamente 5 dias sem ir ( que contam o fds ), logo, ao fim de 3 dias, tem de ter declaração médica em como pode frequentar a escola ( e pagar uma consulta para o efeito ).
E isto para uma conjuntivite parece-me um " bocadinho " exagerado, mas regras são regras...
28 abril 2009
Passatempo
Um SMS de valor acrescentado ( 0.72€ ) bastou para ganhar uma massagem relaxante no BodyConcept.
Falta ter tempo para a usufruir, desta e das outras 2 experiências zen que ganhei no meu aniversário.
E se eu disser que tenho uma massagem gratuita desde o Natal de 2007 para gozar acreditam? E se disser que em Fev de 2008 o meu gajinho me ofereceu uma massagem com envolvimento em chocolate e eu deixei passar a validade também acreditam? Não? Pois, mas foi verdade pelas circunstâncias anómalas que os anos de 2007 e 2008 me revelaram.
Falta ter tempo para a usufruir, desta e das outras 2 experiências zen que ganhei no meu aniversário.
E se eu disser que tenho uma massagem gratuita desde o Natal de 2007 para gozar acreditam? E se disser que em Fev de 2008 o meu gajinho me ofereceu uma massagem com envolvimento em chocolate e eu deixei passar a validade também acreditam? Não? Pois, mas foi verdade pelas circunstâncias anómalas que os anos de 2007 e 2008 me revelaram.
Mais saídas
Outro dia ia com o cabelo na boca ( nova mania ) no caminho para casa, no carro:
- Tira o cabelo da boca se não qualquer dia corto-te o cabelo curtinho, assim não pões na boca.
- Como, assim como o da avó T?
- Sim.
- Ah, eu gosto. Quando é que vamos à cabeireira?
- Tira o cabelo da boca se não qualquer dia corto-te o cabelo curtinho, assim não pões na boca.
- Como, assim como o da avó T?
- Sim.
- Ah, eu gosto. Quando é que vamos à cabeireira?
Saídas dela
A minha filha sabe o nome das empresas para as quais trabalho, sabe o nome da empresa onde o pai trabalha e reconhece os logotipos de quase todas as empresas do grupo da mesma. Nunca lhe explicamos e deve ter haver com alguma semelhança visual entre eles que nós não detectamos mas que devem ter sido pensados pelso " srs. do marketing " e que funciona nas crianças.
Sabe os nomes das empresas, sabe mais ou menos quais são as nossas funções mas não sabe " os nomes técnicos ".
Já da avó ( e não fomos nós que lhe dissemos mas a minha mãe que um dia lhe explicou ), sabe que é advogada ( uma das profissões da minha mãe, não " A profissão " ) e ontem, no caminho para uma visita ao Museu da Criança pela escola disse à educadora:
- Sabes, A., a minha avó T. é advogada, uma advogada linda!
A educadora riu-se e não lhe respondeu nada para além do:
- Ai sim?
Sabe os nomes das empresas, sabe mais ou menos quais são as nossas funções mas não sabe " os nomes técnicos ".
Já da avó ( e não fomos nós que lhe dissemos mas a minha mãe que um dia lhe explicou ), sabe que é advogada ( uma das profissões da minha mãe, não " A profissão " ) e ontem, no caminho para uma visita ao Museu da Criança pela escola disse à educadora:
- Sabes, A., a minha avó T. é advogada, uma advogada linda!
A educadora riu-se e não lhe respondeu nada para além do:
- Ai sim?
Estamos emocionalmente instáveis. Falo por mim que ora falo com uma aparente incolumidade no assunto, ora me refugio para que não se percebam os meus olhos cheios de lágrimas.
Custa muito assistir à " degradação " do corpo e da mente, numa despedida lenta da vida, de alguém que teve um papel tão importante na minha como a minha avó materna. Custa, mas é o ciclo de vida, que aceito mas que me entristece. Custa por ela, custa por mim mas mais que tudo pela minha mãe, que sofre mais que ninguém.
Ontem a minha avó entrou num lar, que aparentemente é um lar, não um depósito de " velhos " e até aceitou bem.
Estamos com o coração um pouco mais descansado mas mesmo assim tristes com a situação.
Nunca se está preparado para ver sofrer quem mais amamos.
De resto a vida segue e tento que os outros aspectos da minha vida continuem na normalidade, o trabalho, os ensaios do dia da mãe, o meu núcleo familiar...
Custa muito assistir à " degradação " do corpo e da mente, numa despedida lenta da vida, de alguém que teve um papel tão importante na minha como a minha avó materna. Custa, mas é o ciclo de vida, que aceito mas que me entristece. Custa por ela, custa por mim mas mais que tudo pela minha mãe, que sofre mais que ninguém.
Ontem a minha avó entrou num lar, que aparentemente é um lar, não um depósito de " velhos " e até aceitou bem.
Estamos com o coração um pouco mais descansado mas mesmo assim tristes com a situação.
Nunca se está preparado para ver sofrer quem mais amamos.
De resto a vida segue e tento que os outros aspectos da minha vida continuem na normalidade, o trabalho, os ensaios do dia da mãe, o meu núcleo familiar...
27 abril 2009
Just for the record
A minha avó está mal, a minha mãe teve um AVC ligeiro no Sábado, eu " abanei " um pouco, mas não quero falar nisso.
Na minha família tem de estar sempre alguém mal?
Na minha família tem de estar sempre alguém mal?
24 abril 2009
Fase " sexual " ( ou mais uma das perguntas que me provocam ataques de riso )
- Dêm um beijinho os dois.
Breve beijoca entre o Nuno e eu.
- Não, não é desses, é daqueles com língua.
Whatttt!!! Ela não nos vê nestas intimidades, quase não vê televisão ( e o que vê é supervisionado ), portanto presumo que esta " pérola " venha do convívio com os mais velhos na escola.
Ai a minha vida!
Breve beijoca entre o Nuno e eu.
- Não, não é desses, é daqueles com língua.
Whatttt!!! Ela não nos vê nestas intimidades, quase não vê televisão ( e o que vê é supervisionado ), portanto presumo que esta " pérola " venha do convívio com os mais velhos na escola.
Ai a minha vida!
OX
Comprei-lhe ontem umas, marcadas por 14.95€ ( preço a q comprei o ano passado ), por 1.80€.
A isto chamo, boas compras :)
A isto chamo, boas compras :)
23 abril 2009
Quando um comentário vira post - Malefícios da televisão ( a minha versão )
Nunca precisei de impor limites com a televisão à Beatriz porque nunca teve a paciência para estar quieta em frente da mesma a observar. Sempre preferiu as brincadeiras de faz de conta e os legos à televisão e eu sempre preferi que assim fosse. Não sou anti-televisão mas acho que, apesar da nossa realidade ser um pouco diferente da brasileira, cria sedentarismo, neles e em nós. É muito mais fácil que a criança fique em frente da tv enquanto fazemos outra coisa qualquer ou pura e simplesmente descansamos. Sempre lutei contra isso e se por isso ou por realmente a Beatriz n ter paciência, por enquanto é uma batalha ganha. Eu vou mais longe ainda, sou um bocado anti DVD's por mais educativos que sejam, pela duranção dos mesmos. Acho que 30 minutos em frente de um ecrã é mais que suficiente. O resto do tempo deve ser para brincadeiras e defendo que esses 30 minutos não devem ser diários mas ocasionais. Os filmes de animação para crianças tem 60 minutos alguns mais e acho exagerados. Pior qd se compra o dvd e as crianças podem ver " quando desejarem ". Para mim mesmo os dvd's sao ocasionais e preferencialmente pequenos. Filmes maiores vê ocasionalmente no cinema e até aqui, que já tem quase 4 anos viu apenas 2 vezes um filme de animação superior a 30 minutos em casa. Porquê? Porque nem ela tem grande preferência por isso nem eu e " desvio " a atenção para brincadeiras que requeiram imaginação e criatividade e não uma atitude passiva. É claro que assim falo porque só tenho uma filha e acabo por ter mais disponibilidade para brincar com ela, para lhe dar outro tipo de sugestões e brincadeiras que não a tv/dvd. Também porque se repartem mto bem as tarefas lá em casa e enquanto um brinca com ela o outro trata do jantar por exemplo. Se calhar qd tiver outro tenho de me render e colocá-la em frente da tv a ver um dvd enquanto eu faço uma qq tarefa diária. Por enquanto prefiro-a longe da televisão ou com um tempo " cronometrado " e com a programação definida e controlada por nós.
22 abril 2009
Parabéns pelo Panda
No ano passado esqueci-me e já não fui a tempo, este ano, muito provavelmente não irá ver, mas uma das maravilhas do meu é a possibilidade de pré-programar as gravações :)
http://www.canalpanda.pt/parabens/5finish.php?id=41867
Confirmamos-te que já temos todos os teus dados para avançar com o teu pedido de Parabéns.E que irás aparecer no Canal Panda no dia: 4-7-2009.
http://www.canalpanda.pt/parabens/5finish.php?id=41867
Confirmamos-te que já temos todos os teus dados para avançar com o teu pedido de Parabéns.E que irás aparecer no Canal Panda no dia: 4-7-2009.
Memórias da minha infância
Nos dias do fim de semana que não iamos com os meus pais passear pelo país ou no parque de campismo com amigos ( vêm de onde vem a minha " queda " para escapadinhas ), passava-os na rua, a brincar, geralmente com as minhas vizinhas, mesmo tendo um irmão, que se juntava ao clã masculino dos miúdos da mesma rua e redondezas. Todos nos conheciamos e conheciamos as vozes dos pais de cada um quando nos chamavam para regressarmos a casa para almoçar, lanchar, tomar banho e jantar.
Tinha grandes aventuras como dormir na varanda com o meu irmão e 2 vizinhas que ainda hoje são grandes amigas para vigiar a rua. Os nossos pais eram muito mais relaxados que eu sou enquanto mãe e permitiam-nos estas loucuras. Havia sempre turnos de pais ( entenda-se o meu e o das minhas amigas ) que vinham ver à varanda como estavamos. Eles dormiam mal, nós adormeciamos de madrugada mas dormiamos que nem pedras ( mais eu que quando caia apagava ).
Passava muito tempo na rua, vinha almoçar, voltavamos para a rua, vinhamos lanchar a correr e lá iamos nós até à hora do jantar.
No Verão e depois do jantar, ainda faziamos pseudo-concertos para os nossos pais, com violas de madeira com cordas de fio de pescador, com o play back a dar e os pais ainda assistiam das varandas e pagavam bilhete pelo concerto. Lembro-me tão bem das caras deles.
Pouco viam televisão os nossos pais, preferiam assistir às nossas macacadas.
Eramos muito " independentes " dos nossos pais em termos de brincadeiras. Não me lembro de " exigir " a atenção da minha mãe para brincar, não precisava, brincava com o meu irmão, com os meus primos ou com as minhas vizinhas e amigas. Mas também fazia jogos de tabuleiro com a minha mãe ( não sei se com o meu pai também, não me recordo ), poucos que queria mesmo era estar com a criançada da minha idade.
Passava muitos fnais de dia, quando já não podia ir para a rua em casa da minha vizinha, com as duas filhas a brincar. Jantei lá muitas vzes, dormi lá algumas, na mesma cama dos pais delas que foram como uns tios para mim. Lembro-me de saltar em cima da cama dos pais dela e de ele só lhes deixar fazer o mesmo quando eu lá estava. Quer os meus pais quer os delas deixavam-nos brincar, aleiar, cair, esfolar joelhos, sem dramas. Às vezes penso como tendo a infância que tive, consigo " stressar " tanto com a possibilidade da Beatriz se magoar.
Lembro-me também de à revelia dos nossos pais, irmos até à chamada casa assombrada, que não era mais que uma vivenda devoluta, embargada por não ter licença de habitação e povoada de seringas dos toxicodependentes. Lembro-me de a imaginar cheia de fantasmase mesmo cheia de medo querer ir sempre.
Lembro-me também de um ou outro baile a que fui, mais crescida com essas minhas amigas, numa sociedade filarmónica da zona e vir de lá a correr a sete pés por começar uma " richa ".
Andavamos de camioneta, os pais não nos iam por nem levar a quase lugar nenhum, andavamos muito a pé, corriamos muito, caiamos muito, saltavamos à fogueira...
Tive uma infância carregada de boas memórias
Tinha grandes aventuras como dormir na varanda com o meu irmão e 2 vizinhas que ainda hoje são grandes amigas para vigiar a rua. Os nossos pais eram muito mais relaxados que eu sou enquanto mãe e permitiam-nos estas loucuras. Havia sempre turnos de pais ( entenda-se o meu e o das minhas amigas ) que vinham ver à varanda como estavamos. Eles dormiam mal, nós adormeciamos de madrugada mas dormiamos que nem pedras ( mais eu que quando caia apagava ).
Passava muito tempo na rua, vinha almoçar, voltavamos para a rua, vinhamos lanchar a correr e lá iamos nós até à hora do jantar.
No Verão e depois do jantar, ainda faziamos pseudo-concertos para os nossos pais, com violas de madeira com cordas de fio de pescador, com o play back a dar e os pais ainda assistiam das varandas e pagavam bilhete pelo concerto. Lembro-me tão bem das caras deles.
Pouco viam televisão os nossos pais, preferiam assistir às nossas macacadas.
Eramos muito " independentes " dos nossos pais em termos de brincadeiras. Não me lembro de " exigir " a atenção da minha mãe para brincar, não precisava, brincava com o meu irmão, com os meus primos ou com as minhas vizinhas e amigas. Mas também fazia jogos de tabuleiro com a minha mãe ( não sei se com o meu pai também, não me recordo ), poucos que queria mesmo era estar com a criançada da minha idade.
Passava muitos fnais de dia, quando já não podia ir para a rua em casa da minha vizinha, com as duas filhas a brincar. Jantei lá muitas vzes, dormi lá algumas, na mesma cama dos pais delas que foram como uns tios para mim. Lembro-me de saltar em cima da cama dos pais dela e de ele só lhes deixar fazer o mesmo quando eu lá estava. Quer os meus pais quer os delas deixavam-nos brincar, aleiar, cair, esfolar joelhos, sem dramas. Às vezes penso como tendo a infância que tive, consigo " stressar " tanto com a possibilidade da Beatriz se magoar.
Lembro-me também de à revelia dos nossos pais, irmos até à chamada casa assombrada, que não era mais que uma vivenda devoluta, embargada por não ter licença de habitação e povoada de seringas dos toxicodependentes. Lembro-me de a imaginar cheia de fantasmase mesmo cheia de medo querer ir sempre.
Lembro-me também de um ou outro baile a que fui, mais crescida com essas minhas amigas, numa sociedade filarmónica da zona e vir de lá a correr a sete pés por começar uma " richa ".
Andavamos de camioneta, os pais não nos iam por nem levar a quase lugar nenhum, andavamos muito a pé, corriamos muito, caiamos muito, saltavamos à fogueira...
Tive uma infância carregada de boas memórias
21 abril 2009
Uma família aparentemente normal/funcional
Um casal de há alguns anos, casados há quase tantos anos quantos os que se conhecem, 2 filhos, um ainda bébé, vivem numa aparente harmonia. Muitos abraços, muitas demonstrações públicas de afectos, parecem um casal ainda sob a chama da paixão. Casa fantástica, muitos convívios com ( pseudo )amigos em conjunto, sempre com a aparência do casal perfeito. Parece que o 2º filho lhes veio dar ainda mais união. Parece, foi o que escrevi, mas não é. Agridem-se fisica e verbalmente há quase tanto tempo quanto dura o casamento, piorou com a chegada do 2º filho, não que tenha a ver com a criança em si, mas se calhar, pelo acumular de anos de maus tratos e faltas de respeito.
Para a " sociedade " eles ama-se e adoram-se ainda mais que no início, para quem sabe, discutem, maltratam-se, agridem-se, ficam dias e dias sem trocar palavras, a não ser que apareça alguém conhecido e aí, " para a fotografia " há beijos e abraços e amo-te e desejo-te e... se possível for, saem de junto dessa pessoa, para voltarem a não trocar palavras por mais uns dias. As crianças vão se apercebendo, a família também, mas continua-se no faz de conta, no fingir que está tudo bem.
Contam tudo isto, prometem que fazem, acontecem, que não se tocam mais, que se separam, que, que...até que " fazem as pazes " num qualquer encontro com uns (pseudo ) amigos e voltam a ter-se uns dias de paz aparente.
Talvez porque vivi o divórcio dos meus pais não consigo conceber-me a viver num casamento assim, mais, não consigo entender como não se pensa no melhor para os filhos, que nem sempre ( muitas vezes até ) passa por ter os pais juntos.
Não sou de grandes demonstrações públicas de afecto com o meu marido e aparentemente até poderá alguém pensar que " estamos em crise " quando vamos a qualquer lado um sem o outro, individualmente e não em casal, mas funcionamos ( bem ) assim, quando um não quer não vai, o que quer ir vai e ninguém se chateia com isso.
Faz-me muita confusão, a sério que faz, principalmente porque é um casal dos dias de hoje, não de há 30 anos atrás...
Para a " sociedade " eles ama-se e adoram-se ainda mais que no início, para quem sabe, discutem, maltratam-se, agridem-se, ficam dias e dias sem trocar palavras, a não ser que apareça alguém conhecido e aí, " para a fotografia " há beijos e abraços e amo-te e desejo-te e... se possível for, saem de junto dessa pessoa, para voltarem a não trocar palavras por mais uns dias. As crianças vão se apercebendo, a família também, mas continua-se no faz de conta, no fingir que está tudo bem.
Contam tudo isto, prometem que fazem, acontecem, que não se tocam mais, que se separam, que, que...até que " fazem as pazes " num qualquer encontro com uns (pseudo ) amigos e voltam a ter-se uns dias de paz aparente.
Talvez porque vivi o divórcio dos meus pais não consigo conceber-me a viver num casamento assim, mais, não consigo entender como não se pensa no melhor para os filhos, que nem sempre ( muitas vezes até ) passa por ter os pais juntos.
Não sou de grandes demonstrações públicas de afecto com o meu marido e aparentemente até poderá alguém pensar que " estamos em crise " quando vamos a qualquer lado um sem o outro, individualmente e não em casal, mas funcionamos ( bem ) assim, quando um não quer não vai, o que quer ir vai e ninguém se chateia com isso.
Faz-me muita confusão, a sério que faz, principalmente porque é um casal dos dias de hoje, não de há 30 anos atrás...
Perguntas que me provocam ataques de riso
Há medida que me for lembrando vou escrevendo, portanto isto será uma rúbrica :)
- Mãe, antes de o pai por a piuinha no teu pipi e de eu ir para o ovo da tua barriga, eu estava onde?
- Mãe, antes de o pai por a piuinha no teu pipi e de eu ir para o ovo da tua barriga, eu estava onde?
Teatrinho
Ontem lá fui, com as 2 histórias em formato de peça de teatro adaptado por mim, pois claro, para ver se despachavamos a reunião.
Foi a votação e ficou a peça adaptada " A formiga e a neve " sem o final dramático da mesma mas com um final feliz e " pedagógico ".
Passou-se à distribuição de papéis através da escolha à sorte de um papelinho com o nome da personagem escrito. Quem ficou com a personagem com mais falas quem foi????? Eu...
Portanto, sou oficialmente a Lúcia Formiguinha.
Todas as outras personagens tem apenas uma fala, uma frase pequenina para dizer, entram em cena e saem, eu vou ter 11 falas ditas em lenga-lenga e pela ordem sequencial da entrada das personagens e vou estar todo o tempo " em palco ".
Já informei que tenho de levar um adereço para a minha cabula, ah pois é...
Foi a votação e ficou a peça adaptada " A formiga e a neve " sem o final dramático da mesma mas com um final feliz e " pedagógico ".
Passou-se à distribuição de papéis através da escolha à sorte de um papelinho com o nome da personagem escrito. Quem ficou com a personagem com mais falas quem foi????? Eu...
Portanto, sou oficialmente a Lúcia Formiguinha.
Todas as outras personagens tem apenas uma fala, uma frase pequenina para dizer, entram em cena e saem, eu vou ter 11 falas ditas em lenga-lenga e pela ordem sequencial da entrada das personagens e vou estar todo o tempo " em palco ".
Já informei que tenho de levar um adereço para a minha cabula, ah pois é...
20 abril 2009
Festa do dia da mãe
Hoje decide-se que teatro iremos apresentar às crianças.
Por mim já estava decidido, com as falas atribuidas e os acessórios encomendados para ter o mínimo de trabalho possível na " execução " dos fatos/disfarces que não se conseguem comprar e assim hoje já se ensaiava. Mas conseguir o consenso de mais de 20 mulheres é dificil.
Hoje tenho " reunião de tupperware " com as outras mães... estou com uma paciência que é obra...
Por mim já estava decidido, com as falas atribuidas e os acessórios encomendados para ter o mínimo de trabalho possível na " execução " dos fatos/disfarces que não se conseguem comprar e assim hoje já se ensaiava. Mas conseguir o consenso de mais de 20 mulheres é dificil.
Hoje tenho " reunião de tupperware " com as outras mães... estou com uma paciência que é obra...
Fim de semana
Sábado de manhã passado na Loja do cidadão para tirar o passaporte para a Beatriz e renovar o meu. Almoço em casa da minha avó.
À tarde festa de aniversário das amigas pequeninas Leonor e Inês.
Domingo de manhã dormir mais um pouco e algumas limpezas e arrumações. À tarde, visita à minha mãe e no final do dia fui com a minha mãe e a Beatriz dar banho à minha avó.
A miúda tem dormido na minha cama que não tinho tido " forças " para que adormeça na dela... consequentemente doem-me as costas.
Já é segunda-feira...
À tarde festa de aniversário das amigas pequeninas Leonor e Inês.
Domingo de manhã dormir mais um pouco e algumas limpezas e arrumações. À tarde, visita à minha mãe e no final do dia fui com a minha mãe e a Beatriz dar banho à minha avó.
A miúda tem dormido na minha cama que não tinho tido " forças " para que adormeça na dela... consequentemente doem-me as costas.
Já é segunda-feira...
19 abril 2009
Parece-me...
Acho que as birras acalmaram. Deve ser fruto de ainda estar " fresquinho " na memoria o último e mais longo castigo, tanto é que várias vezes antes de mexer nos livros, ainda pergunta se pode.
17 abril 2009
Mais da " engraçadinha "
Dito entre dentes:
- Não gosto de ti.
- O que é que disseste. Repete.
- Oh mãe eu ia cantar. Gosto de ti " em vez " porque gosto... ( André Sardet ).
- Eu ouvi não gosto de ti.
- Não foi mãe, foi, gosto de ti...
- Eu ouvi, não me mintas.
Silêncio sepulcral dela e sermão meu de seguida.
O que é que eu lhe faço???? É que as respostas são imediatas, ela não fica a pensar no que dizer...
- Não gosto de ti.
- O que é que disseste. Repete.
- Oh mãe eu ia cantar. Gosto de ti " em vez " porque gosto... ( André Sardet ).
- Eu ouvi não gosto de ti.
- Não foi mãe, foi, gosto de ti...
- Eu ouvi, não me mintas.
Silêncio sepulcral dela e sermão meu de seguida.
O que é que eu lhe faço???? É que as respostas são imediatas, ela não fica a pensar no que dizer...
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