Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens

24 junho 2011

Identificação da família

Há mais de 1 mês que ambas identificam as pessoas mais próximas.
Quando perguntamos onde está o pai, a mãe, a Joana, a Matilde, a avó e o avô ( maternos e paternos ) fazem-no correctamente, olhando para a pessoa em questão.
A Matilde já o faz desde os 3 meses, a Joana pelo menos desde os 4 meses.

28 abril 2009

Estamos emocionalmente instáveis. Falo por mim que ora falo com uma aparente incolumidade no assunto, ora me refugio para que não se percebam os meus olhos cheios de lágrimas.
Custa muito assistir à " degradação " do corpo e da mente, numa despedida lenta da vida, de alguém que teve um papel tão importante na minha como a minha avó materna. Custa, mas é o ciclo de vida, que aceito mas que me entristece. Custa por ela, custa por mim mas mais que tudo pela minha mãe, que sofre mais que ninguém.
Ontem a minha avó entrou num lar, que aparentemente é um lar, não um depósito de " velhos " e até aceitou bem.
Estamos com o coração um pouco mais descansado mas mesmo assim tristes com a situação.
Nunca se está preparado para ver sofrer quem mais amamos.
De resto a vida segue e tento que os outros aspectos da minha vida continuem na normalidade, o trabalho, os ensaios do dia da mãe, o meu núcleo familiar...

02 janeiro 2009

Da passagem do ano

Uma festa de " ajuntamento ", a qual tive o prazer de secretamente planear e organizar e que deixou a todos muito satisfeitos.
A minha cunhada, ainda que o bilhete de identidade continue a dizer SOL.( solteira ), iniciou a sua vida em conjunto no dia 1/1/2009, com direito a bolo de " noivos ", ementas personalizadas, prendas e no final, até os noivos desapareceram, cumprindo a tradição.
Em princípio o usurpador ( ou usurpadores ), devolverá os noivos não sem ter direito a um almoço ou jantar pago pelo casal. Claro que a minha cunhada desconfiou de mim mas tenho a dizer que não fui " culpada " de tudo quanto se passou naquele dia :)
Não teve direito à cama " arranjada " porque ninguém se lembrou desse pormenor e quando a minha cunhada nos relembrou, frisou que já tinha retirado a chave da porta do quarto, pelo que, não se pôde colocar umas surpresas na cama. Nunca é tarde, digo eu :).
Ainda pensei em ir-lhes bater à porta a meio da noite, para saber se estava tudo bem ( que cunhada preocupada é assim, lol ), mas a preguiça falou mais forte e não sai do quentinho da cama. Mas teve direito a confetis espalhados pela sala fora e a uma casa por limpar no dia seguinte, o que também não foi mau.
Que sejam muito felizes é o que desejo, e que nos momentos de maior tensão, consigam sentir que o amor que os une é mais forte que a cólera ou o orgulho pessoal.
Ela é carneira, ele sagitário, os mesmos signos meu e do Nuno, aparentemente ( e acreditando na astrologia ), os astros reagem bem a esta combinação :).

20 agosto 2008

Laços de afecto

Sou um bocado esquisita em certos assuntos ou com uma opinião pouco comum, talvez. A matéria dos laços afectivos é uma delas.
Faz-me confusão que se adoptem designações de membros da família a pessoas que não o são. Parece-me inconcebível quando uma nora trata a sogra por mãe, por pior que a sua mãe seja ou tenha sido. Nos casos em que a mãe não é um mau exemplo, considero uma falta de respeito e de consideração por quem nos ama mais do que tudo.
Da mesma maneira faz-me confusão que quase obriguem as crianças a tratar amigos dos pais por tio/tia ou coisa do género. Para mim o laço da amizade pode ser tão o mais forte que o de sangue e por isso não faz sentido nenhum adoptar uma designação familiar para de alguma forma se provar que se gosta dessa pessoa. Para mim o termo amigo é tão ou mais poderoso do que o primo/tio/etc. Os amigos são a família que escolhemos.
As designações familiares para a família de sangue e o termo amigo para a família de coração.
Cada um tem o seu lugar no meu mundo dos afectos.

17 dezembro 2007

Bem vindo Hugo

A Beatriz foi o último membro de ambas as famílias a nascer.
Um ano antes o meu sobrinho Daniel e 11 anos antes dele a Patrícia.
Até então houve um interregno de muitos anos sem nascimentos, sem crianças pequenas.
Hoje a família renasce com a vinda deste novo benjamim.
Desde que sou mãe que os nascimentos me emocionam, mas hoje, que foi o nascimento de um primo da minha família depois do nascimento da minha menina, estou naquele misto da emoção, alegria e nostalgia.
A minha Beatriz deixou de ser o mais novo elemento da família, e hoje a minha " bébé " cresceu mais um bocadinho, hoje relembro o que há pouco menos de 2 anos e meio senti pela primeira vez e tenho saudades. Tenho saudades de ter um bébé.

25 outubro 2007

À minha volta

Sou um pilar de quem me rodeia. Não sei desde quando nem porquê, mas sinto-o. Basta eu tremelicar um pouco e quem me quer bem receia, desnorteia-se, temem por mim e por eles. Quando eu estou desgastada, eles também estão, ficam inseguros. Esta é uma tremenda responsabilidade que nunca chamei para mim mas que quando dei conta, já a tinha em cima.
Não me deixam chorar por desespero ou cansaço, excepto o meu grande amigo e marido, que entende esta minha necessidade, ainda que pouco frequente, de o fazer.
Por vezes eu preciso de chorar, de deitar cá para fora o que me polui a alma e me aperta a glote. Choro e depois das lágrimas secas reencontro o meu sorriso, às vezes, ainda misturado no soluço do choro.