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19 abril 2009
Parece-me...
Acho que as birras acalmaram. Deve ser fruto de ainda estar " fresquinho " na memoria o último e mais longo castigo, tanto é que várias vezes antes de mexer nos livros, ainda pergunta se pode.
13 abril 2009
Castigo(s)
Tem se portado bastante mal. Já nem a escola é excepção que quase diariamente me contam que esteve de castigo. O motivo é quase sempre o mesmo: a teimosia e o " fazer frente ".
Tem estado demasiado respondona e muitas vezes eu não penso que tenho uma menina de quase 4 anos em casa mas mais velha.
Os : " Não vou, não faço, não quero, não vou não senhora, ái isso é que não faço " e afins estão na ordem do dia e consequentemente estão na ordem do dia os castigos pela desobediência e às vezes insolência que demonstra. Não se tem safado de umas palmadas não, que tem estado mesmo por demais.
O meu " copo " estava prestes a entornar com tanta insistência dela e na quinta foi a gota de água.
Os choros por tudo e por nada, o ser contrariada e responder de volta, o estar de castigo e ainda assim ouvi-la dizer do quarto que continuaria a não fazer o que dissemos mesmo estando de castigo, tem me revirado a cabeça e decidimos em conjunto que teriamos de adoptar medidas com mais impacto.
Quinta voltou a estar de castigo na escola porque a " Sra. Dona " acha que manda e decidiu que não iria fazer qualquer coisa que a mandaram. O costume destes últimos dias.
Em casa ( depois de uma birra matinal para ficar na escola ) tive uma conversa séria com ela. Séria mesmo, fi-la sentir que estava desapontada com ela que ela já entende, sim. O castigo foi não mexer em livros nem contar-lhe história à noite enquanto eu achasse que ela tinha voltado a ter um comportamento adequado. Não impus prazo e percebeu que o prazo ultrapassaria umas horas ou no máximo 1 dia, como sempre foi. Nunca antes lhe tira retirado os livros (ou qualquer brinquedo ) mas as medidas exigiam soluções que a marcassem e como tal retirei-lhe o que ela mais gosta.
Nesse dia chorou, pediu desculpas mil vezes, prometeu que se portaria bem, pediu para lhe contar a história à noite mas não cedemos. No outro dia " aceitou " o castigo e quando via algum livro ( que nenhum foi retirado do alcance dela ou mudado de sítio ) perguntava se ainda estava de castigo.
O castigo durou 4 dias, com a " humilhação " de contar aos avós o motivo do mesmo. Não chorou mais vez nenhuma nem tentou infringir a penalização, mas custou-lhe.
Portou-se bem no tempo de duração do castigo e por isso hoje voltou a ter os livros de volta.
Ficou feliz e espero que consciente que da próxima vez o castigo durará mais tempo ou tal como lhe disse poderá mesmo ficar definitivamente sem os livros que mais gosta.
Educar não é fácil, não!
Tem estado demasiado respondona e muitas vezes eu não penso que tenho uma menina de quase 4 anos em casa mas mais velha.
Os : " Não vou, não faço, não quero, não vou não senhora, ái isso é que não faço " e afins estão na ordem do dia e consequentemente estão na ordem do dia os castigos pela desobediência e às vezes insolência que demonstra. Não se tem safado de umas palmadas não, que tem estado mesmo por demais.
O meu " copo " estava prestes a entornar com tanta insistência dela e na quinta foi a gota de água.
Os choros por tudo e por nada, o ser contrariada e responder de volta, o estar de castigo e ainda assim ouvi-la dizer do quarto que continuaria a não fazer o que dissemos mesmo estando de castigo, tem me revirado a cabeça e decidimos em conjunto que teriamos de adoptar medidas com mais impacto.
Quinta voltou a estar de castigo na escola porque a " Sra. Dona " acha que manda e decidiu que não iria fazer qualquer coisa que a mandaram. O costume destes últimos dias.
Em casa ( depois de uma birra matinal para ficar na escola ) tive uma conversa séria com ela. Séria mesmo, fi-la sentir que estava desapontada com ela que ela já entende, sim. O castigo foi não mexer em livros nem contar-lhe história à noite enquanto eu achasse que ela tinha voltado a ter um comportamento adequado. Não impus prazo e percebeu que o prazo ultrapassaria umas horas ou no máximo 1 dia, como sempre foi. Nunca antes lhe tira retirado os livros (ou qualquer brinquedo ) mas as medidas exigiam soluções que a marcassem e como tal retirei-lhe o que ela mais gosta.
Nesse dia chorou, pediu desculpas mil vezes, prometeu que se portaria bem, pediu para lhe contar a história à noite mas não cedemos. No outro dia " aceitou " o castigo e quando via algum livro ( que nenhum foi retirado do alcance dela ou mudado de sítio ) perguntava se ainda estava de castigo.
O castigo durou 4 dias, com a " humilhação " de contar aos avós o motivo do mesmo. Não chorou mais vez nenhuma nem tentou infringir a penalização, mas custou-lhe.
Portou-se bem no tempo de duração do castigo e por isso hoje voltou a ter os livros de volta.
Ficou feliz e espero que consciente que da próxima vez o castigo durará mais tempo ou tal como lhe disse poderá mesmo ficar definitivamente sem os livros que mais gosta.
Educar não é fácil, não!
06 maio 2007
Castigos
Sabe onde é a " zona de castigo ". Dizemos-lhe para se ir sentar que está de castigo e lá vai ela, para a sua cadeira. Chega lá senta-se e começa a chorar. Fica uns minutos, poucos que nisto guio-me pela regra de 1 minuto por cada ano de vida. Fica lá quase sempre 2 porque está mais perto dos 2 anos, que do 1, lol.
Na creche usam a expressão "vão pensar na vida ". Eu digo que está de castigo porque fez isto ou aquilo que não devia.
Hoje disse-lhe para ir de castigo para a cadeira porque me tinha batido e lá foi ela, direitinha para o quarto. Ficou lá e como pouco chorou e eu estava a trabalhar, acabei por me esquecer. Passado um bocado ela aparece pé anté pé, junto a mim e agarra-me nas pernas. Pergunto-lhe se ela tinha pensado no que tinha feito de mal. Ela diz-me que não. Eu virei a cara e tive de tentar conter um riso que saiu abafado.
Na creche usam a expressão "vão pensar na vida ". Eu digo que está de castigo porque fez isto ou aquilo que não devia.
Hoje disse-lhe para ir de castigo para a cadeira porque me tinha batido e lá foi ela, direitinha para o quarto. Ficou lá e como pouco chorou e eu estava a trabalhar, acabei por me esquecer. Passado um bocado ela aparece pé anté pé, junto a mim e agarra-me nas pernas. Pergunto-lhe se ela tinha pensado no que tinha feito de mal. Ela diz-me que não. Eu virei a cara e tive de tentar conter um riso que saiu abafado.
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