Fomos as duas e ela divertiu-se à grande.
Fartou-se de interagir e de dar dicas aos personagens:
- Sai daí Estefânia.
- Sportacus, olha atrás de ti o " robireutch " ( robi reles )
- Força sportacus, vais conseguir.
Dançou, cantou e no fim ainda me cravou uma mala da Estefânia. Trouxe a dita mala e passou o dia de Domingo ( e hoje de manhã ) a dizer que já não se chama Beatriz mas Estefânia.
No fim do dia, disse que tinha adorado o dia e agradeceu pelo mesmo.
- Mãe amanhã visto-me toda de cor-de-rosa, os meus amigos nem me vão conhecer e vão pensar que eu sou a Estefânia, não é?.
Não foi toda de rosa, apenas com as meias cor de rosa e ainda reclamou pelo facto, mas lá lhe disse que com o bibe só se viam mesmo as meias e lá se convenceu.
Hoje é dia da mãe na escola, de manhã foi um grupo de mães dançar e à tarde, irei eu e o meu grupo, representar a história " A carochinha ". Este ano, sou um galo :)
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
03 maio 2010
20 novembro 2009
O Feiticeiro de Oz
Foi há dias ao Politeama ver a peça do La Feria.
Gostou muito e fez o teatro rir à s gargalhadas com os seus comentários. Segundo a educadora, a voz dela projectava-se ( provavelmente por estar mto próxima do palco ) e ouvia-se por todo o recinto.
De ir às lágrimas foi quando apareceu a bruxa e ela, tentando dominar o medo que provavelmente sentia de estar tão próxima do palco, ia dizendo muito alto, mas sem tirar os olhos da personagem:
- Oh M. eu não estou a ter medo da bruxa. Eu não estou a ter medo da bruxa, ela é muito feia e muito má mas eu não tenho medo dela.
Auto controlou-se assim e segundo consta, muitos foram os colegas que se essconderam, taparam os olhos e choraram com a vilã :)
Gostou muito e fez o teatro rir à s gargalhadas com os seus comentários. Segundo a educadora, a voz dela projectava-se ( provavelmente por estar mto próxima do palco ) e ouvia-se por todo o recinto.
De ir às lágrimas foi quando apareceu a bruxa e ela, tentando dominar o medo que provavelmente sentia de estar tão próxima do palco, ia dizendo muito alto, mas sem tirar os olhos da personagem:
- Oh M. eu não estou a ter medo da bruxa. Eu não estou a ter medo da bruxa, ela é muito feia e muito má mas eu não tenho medo dela.
Auto controlou-se assim e segundo consta, muitos foram os colegas que se essconderam, taparam os olhos e choraram com a vilã :)
02 novembro 2009
Teatro
Mais uma peça pela escola e que segundo a própria e a educadora, adorou. O mundo dos sonhos, no Tivoli.
Sinopse:
Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si!! São As Fadas do ArcoÍris ! Elas vivem no Mundo dos Sonhos, um lugar mágico onde é possível falar com as estrelas, com o Sol e com a Lua! Onde é possível ouvir as cores e cheirar as nuvens! O lugar onde todos são livres de sonhar e onde aprender é divertido! A sua missão é cuidar do Planeta Terra e de todos os que nele habitam.
Certo dia, todas reparam que a Sol, a fada azul, responsável pelo ar e pela água do nosso planeta, começou a perder a cor. A água do poço da essência também parece estar com uma cor e um odor diferentes do habitual. Estes sinais alertam as fadas de que algo não está bem. Mas porque terá a Sol perdido a cor? Ninguém consegue perceber.
É nesta procura, por entre vários mundos e universos, que as fadas vão conhecer o Tiago e a Violeta e contar com a sua ajuda para perceber o que se está a passar. Joaquim, o avô de Violeta, e Lopes, o gato de ambos, acompanharão o grupo nesta maravilhosa aventura onde poderemos todos juntos aprender a verdadeira importância de cuidar do nosso Planeta!
Sinopse:
Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si!! São As Fadas do ArcoÍris ! Elas vivem no Mundo dos Sonhos, um lugar mágico onde é possível falar com as estrelas, com o Sol e com a Lua! Onde é possível ouvir as cores e cheirar as nuvens! O lugar onde todos são livres de sonhar e onde aprender é divertido! A sua missão é cuidar do Planeta Terra e de todos os que nele habitam.
Certo dia, todas reparam que a Sol, a fada azul, responsável pelo ar e pela água do nosso planeta, começou a perder a cor. A água do poço da essência também parece estar com uma cor e um odor diferentes do habitual. Estes sinais alertam as fadas de que algo não está bem. Mas porque terá a Sol perdido a cor? Ninguém consegue perceber.
É nesta procura, por entre vários mundos e universos, que as fadas vão conhecer o Tiago e a Violeta e contar com a sua ajuda para perceber o que se está a passar. Joaquim, o avô de Violeta, e Lopes, o gato de ambos, acompanharão o grupo nesta maravilhosa aventura onde poderemos todos juntos aprender a verdadeira importância de cuidar do nosso Planeta!
21 abril 2009
Teatrinho
Ontem lá fui, com as 2 histórias em formato de peça de teatro adaptado por mim, pois claro, para ver se despachavamos a reunião.
Foi a votação e ficou a peça adaptada " A formiga e a neve " sem o final dramático da mesma mas com um final feliz e " pedagógico ".
Passou-se à distribuição de papéis através da escolha à sorte de um papelinho com o nome da personagem escrito. Quem ficou com a personagem com mais falas quem foi????? Eu...
Portanto, sou oficialmente a Lúcia Formiguinha.
Todas as outras personagens tem apenas uma fala, uma frase pequenina para dizer, entram em cena e saem, eu vou ter 11 falas ditas em lenga-lenga e pela ordem sequencial da entrada das personagens e vou estar todo o tempo " em palco ".
Já informei que tenho de levar um adereço para a minha cabula, ah pois é...
Foi a votação e ficou a peça adaptada " A formiga e a neve " sem o final dramático da mesma mas com um final feliz e " pedagógico ".
Passou-se à distribuição de papéis através da escolha à sorte de um papelinho com o nome da personagem escrito. Quem ficou com a personagem com mais falas quem foi????? Eu...
Portanto, sou oficialmente a Lúcia Formiguinha.
Todas as outras personagens tem apenas uma fala, uma frase pequenina para dizer, entram em cena e saem, eu vou ter 11 falas ditas em lenga-lenga e pela ordem sequencial da entrada das personagens e vou estar todo o tempo " em palco ".
Já informei que tenho de levar um adereço para a minha cabula, ah pois é...
26 janeiro 2009
Mais um espectáculo infantil
Assim a contar por alto, deve ser o 20º a que assite, entre idas connosco e com a escola. Tendo em conta que começou com 10 meses, dá quase uma média de mais de 1 espectáculo a cada 2 meses.
Foi ao Museu da Marioneta de Lisboa ver o Teatro de Marionetas pela escola ou como ela diz, de Trotinetas :). As histórias foram a da D.Inês de Castro e a da Padeira de Aljubarrota.
Gostou, ou não gostasse ela de tudo o que seja " ao vivo ", já cinema não é de todo o preferido dos espectáculos infantis.
Foi ao Museu da Marioneta de Lisboa ver o Teatro de Marionetas pela escola ou como ela diz, de Trotinetas :). As histórias foram a da D.Inês de Castro e a da Padeira de Aljubarrota.
Gostou, ou não gostasse ela de tudo o que seja " ao vivo ", já cinema não é de todo o preferido dos espectáculos infantis.
28 novembro 2008
João e o Pé de Feijão
Foi ontem ao teatro com a escola assistir a esta peça infantil. Gostou bastante e era de esperar pois gosta muito da história que já conhece de trás para a frente, além de gostar muito de teatro. Não quero pensar muito nisso mas caricato foi o preço do bilhete ser de 5€, a sala ser muito mais perto ( de carro ) da escola do que as salas onde costumam ir e termos pago 7€ do transporte e não 5€ como costuma ser.
09 novembro 2008
Fim de semana
Sábado:
Maratona de espectáculos infantis.
De manhã Bob o Construtor no Pavilhão Atlântico, com 2 lugares em camarote. Independentemente do espectáculo em si, os lugares eram muito bons, com bancos mais largos e almofadados, com casa de banho dentro do camarote, tratamento VIP e à descrição cerveja à pressão, água com e sem gás, refrigerantes, água tónica, gin, vodka, whisky, chocolates milka e aperitivos.
O espectáculo foi engraçado, o tema era a reciclagem e não a cativou muito, apesar de ter gostado, mas já teve reacções bem mais entusiásticas, apesar de ter muitos cenários e bem engraçados e dos personagens estarem bem recriados. Foi a história em si que não a cativou.

À tarde, Rua Sésamo ao Vivo no Coliseu dos Recreios. Apesar de termos ficado em frente ao palco e quase na zona central, a sala em si não é das melhores e há poucos lugares com boa visibilidade. Ainda assim não ficamos nos assentos rijos e de lado ( porque já não havia dos bilhetes mais baratos ) :).
Apesar da sala em si, o espectáculo foi muito engraçado, em que o tema girava em torno de super heróis e super poderes e em que passava a mensagem de que todos podem ser heróis se tiverem hábitos saudáveis. Mais ao estilo musical, com muita música e dança, muitos personagens conhecidos, bons cenários e com as crianças em delírio. A Beatriz gostou muito, mesmo, acho que foi até agora o que mais gostou ( e ela já está experienciada ).

Domingo:
De manhã fomos aproveitar os descontos do continente e compramos a maioria dos brinquedos para as crianças. Curiosamente a prenda dela ficou por comprar. Almoço com a minha mãe e avó e agora o secador de roupa trabalha a todo o gás para secar os lençóis, fralda de pano, bibe, maillot, saia de ballet e sacos da escola para levar amanhã de manhã.
Nota: Nenhum dos espectáculos estava cheio ou próximo disso, apesar de tudo, quando comprei os bilhetes do Rua Sésamo já não haviam lugares dos mais baratos e mais centrais. Apesar do pavilhão atlântico ser bem maior, parecia vazio. Não é de estranhar pela crise, pelo preço dos bilhetes e pela coincidência de tantos espectáculos no mesmo mês ( alguns no mesmo dia ).
Maratona de espectáculos infantis.
De manhã Bob o Construtor no Pavilhão Atlântico, com 2 lugares em camarote. Independentemente do espectáculo em si, os lugares eram muito bons, com bancos mais largos e almofadados, com casa de banho dentro do camarote, tratamento VIP e à descrição cerveja à pressão, água com e sem gás, refrigerantes, água tónica, gin, vodka, whisky, chocolates milka e aperitivos.
O espectáculo foi engraçado, o tema era a reciclagem e não a cativou muito, apesar de ter gostado, mas já teve reacções bem mais entusiásticas, apesar de ter muitos cenários e bem engraçados e dos personagens estarem bem recriados. Foi a história em si que não a cativou.
À tarde, Rua Sésamo ao Vivo no Coliseu dos Recreios. Apesar de termos ficado em frente ao palco e quase na zona central, a sala em si não é das melhores e há poucos lugares com boa visibilidade. Ainda assim não ficamos nos assentos rijos e de lado ( porque já não havia dos bilhetes mais baratos ) :).
Apesar da sala em si, o espectáculo foi muito engraçado, em que o tema girava em torno de super heróis e super poderes e em que passava a mensagem de que todos podem ser heróis se tiverem hábitos saudáveis. Mais ao estilo musical, com muita música e dança, muitos personagens conhecidos, bons cenários e com as crianças em delírio. A Beatriz gostou muito, mesmo, acho que foi até agora o que mais gostou ( e ela já está experienciada ).
Domingo:
De manhã fomos aproveitar os descontos do continente e compramos a maioria dos brinquedos para as crianças. Curiosamente a prenda dela ficou por comprar. Almoço com a minha mãe e avó e agora o secador de roupa trabalha a todo o gás para secar os lençóis, fralda de pano, bibe, maillot, saia de ballet e sacos da escola para levar amanhã de manhã.
Nota: Nenhum dos espectáculos estava cheio ou próximo disso, apesar de tudo, quando comprei os bilhetes do Rua Sésamo já não haviam lugares dos mais baratos e mais centrais. Apesar do pavilhão atlântico ser bem maior, parecia vazio. Não é de estranhar pela crise, pelo preço dos bilhetes e pela coincidência de tantos espectáculos no mesmo mês ( alguns no mesmo dia ).
26 outubro 2008
Fim de semana
Sábado fomos conhecer a Júlia e rever a Joana, a Sara e o Nuno e estar com a Rita, a Beatriz e o Martim.
A Júlia, tão pequenina, fez-me rebuscar nas memórias como era a minha filha, com menos 1 kgr e uns quantos cms. Já não consigo imaginar o quão pequena foi. Foi uma delícia voltar a ter um recém nascido nos braços já meio enferrujados de pegar em bébés. Parece que afinal estas coisas também se esquecem.
Dos amigos Sara e Nuno, a registar o que sempre achei, acolhedores, verdadeiros e muito simpáticos ( Ahh Sara não te disse mas tu estás impecável, sem " marcas " de recém mãe de 2ª viagem ).
Quanto às crianças mais crescidas, brincaram e entenderam-se. Gostei de assistir à cumplicidade da Joana e da minha Beatriz que já pareciam amigas que se vêm com regularidade.
De notar que nesta visita foi a primeira vez que a Beatriz pegou num recém nascido, até aqui recusava sempre, penso que com medo.
Também de registar que já ( o já é engraçado ) pedala e bem, o mal era mesmo do triciclo que tem e não da falta de agilidade da rapariga.
Domingo uma ida ao teatro ver a peça "O pequeno polegar " com a Liliana e o Bernardo, no Centro Cultural Olga Cadaval. A peça foi engraçada, com algum humor a que os nossos petizes reagiram com sorrisos e gargalhadas. Notei-lhe a maturidade de já entender o humor e de perceber o conteúdo da peça.
No final um lanche a 5 ( nós 3 e eles 2 ), com grande parte do leite com chocolate sobre a camisola e 2 meninos que foram o tempo todo de mãos dadas. Entrosaram tão bem que nem parece que já não se viam há vários meses.
A Júlia, tão pequenina, fez-me rebuscar nas memórias como era a minha filha, com menos 1 kgr e uns quantos cms. Já não consigo imaginar o quão pequena foi. Foi uma delícia voltar a ter um recém nascido nos braços já meio enferrujados de pegar em bébés. Parece que afinal estas coisas também se esquecem.
Dos amigos Sara e Nuno, a registar o que sempre achei, acolhedores, verdadeiros e muito simpáticos ( Ahh Sara não te disse mas tu estás impecável, sem " marcas " de recém mãe de 2ª viagem ).
Quanto às crianças mais crescidas, brincaram e entenderam-se. Gostei de assistir à cumplicidade da Joana e da minha Beatriz que já pareciam amigas que se vêm com regularidade.
De notar que nesta visita foi a primeira vez que a Beatriz pegou num recém nascido, até aqui recusava sempre, penso que com medo.
Também de registar que já ( o já é engraçado ) pedala e bem, o mal era mesmo do triciclo que tem e não da falta de agilidade da rapariga.
Domingo uma ida ao teatro ver a peça "O pequeno polegar " com a Liliana e o Bernardo, no Centro Cultural Olga Cadaval. A peça foi engraçada, com algum humor a que os nossos petizes reagiram com sorrisos e gargalhadas. Notei-lhe a maturidade de já entender o humor e de perceber o conteúdo da peça.
No final um lanche a 5 ( nós 3 e eles 2 ), com grande parte do leite com chocolate sobre a camisola e 2 meninos que foram o tempo todo de mãos dadas. Entrosaram tão bem que nem parece que já não se viam há vários meses.
Foi um bom fim de semana :)
15 maio 2008
Da ida ao teatro pela escola
- Então filha, gostaste de ir ao teatro?
- Simmm, só chorei um " bcadinho " ( acompanhado do gesto com os dedos indicador e polegar )
- Choraste, porquê, tiveste medo do escuro?
- Não, tive medo dos maus que vieram uevar o Pêdo.
- Simmm, só chorei um " bcadinho " ( acompanhado do gesto com os dedos indicador e polegar )
- Choraste, porquê, tiveste medo do escuro?
- Não, tive medo dos maus que vieram uevar o Pêdo.
07 maio 2008
Teatro infantil - A Estrela
Vai pela escola e pela primeira vez o valor que nos pedem é igual ao do custo do bilhete, bem a não ser que vão para o primeiro balcão e aí já ganham 5€ por criança ( ou mais que os preços de bilhetes de grupo são inferiores aos comprados individualmente ). Pronto, mas temos de ter em conta que temos de pagar o transporte e que se fossemos com ela acabariamos por gastar mais por ter de comprar 3 bilhetes e não um só :)Em A Estrela, narra-se a história simples e cativante de Pedro, uma criança de 7 anos que um dia, à meia-noite, sobe ao alto de uma igreja, existente no cimo da Serra da sua aldeia, para roubar uma estrela ímpar. Não era uma estrela qualquer, era simplesmente a estrela mais bonita e brilhante do céu. Porém, o roubo é descoberto por um velho muito velho, e toda a aldeia se revolta contra aquele acto que assim defraudara o património comum. Quando se descobre a verdade, a mãe de Pedro exige que ele reponha a estrela roubada no seu lugar originário. Porém, ao restituir a estrela, Pedro ficará com a sua Estrela para toda Eternidade. Aquela estrela singular e o acto de Pedro perduraram na memória de todos até ao presente.
20 fevereiro 2008
Peter Pan - o Musical
Foi na terça-feira, dia 19, pela creche, ver o musical do Peter Pan no teatro Tivoli. Veio satisfeita mas pouco ou nada lhe arranquei do espectáculo a não ser que gostou.
Sinopse:
Poucos dias antes, quando soube que iam à peça li-lhe a história para que conhecesse e percebesse melhor o espectáculo já que filmes não vê e as histórias à noite, como é comum nesta fase ( 2/3 anos ) são sempre as mesmas pedidas por ela ( a ganhar devem estar os 3 porquinhos , neste momento ).
Sinopse:Fantásticas aventuras aguardam Wendy e os seus irmãos, Michael e John, quando Peter Pan os leva até à Terra do Nunca a voar. Após seguirem Peter Pan e a fada Sininho e chegarem à “segunda estrela à direita”, eles explorarão a ilha e os segredos do esconderijo de Peter e dos Meninos Perdidos e lutarão contra os piratas e o malvado Capitão Gancho, que perdeu a mão esquerda num duelo! O musical Peter Pan é uma reprodução muito fiel da história original de J.M.Barrie, que tentou incutir valores familiares, maternais, de amizade e amor na sua obra. Por isso, não nos poupámos esforços para pôr em cena um espectáculo brilhante com uma diversidade de actores, bailarinos e cantores que darão vida a todas as personagens.
18 outubro 2007
Teatro

Foste hoje, pela primeira vez pela escolinha, com os teus amigos e educadora ao teatro.
Apesar de a peça ser para maiores de 4 anos a educadora achou que seria adequada e lá vos levou.
Gostaste mas não me contaste a história. Eu bem te pergunto mas tu não dizes, deve ter sido algum pacto que fizeram.
Só espero que venhas motivada e que passes a comer melhor, já que andas com muito pouco apetite.
1 2 3 Uma Colher de Cada Vez
Ana e Fernando são duas crianças com 8 anos de idade, muito diferentes um do outro, e de mundos bem distintos. Ana é de um meio social mais modesto, vive sozinha com a mãe, e a abundância de comida na mesa não é definitivamente “o prato de todos os dias”.Pelo contrário, Fernando é filho de uma família bem abastada, mas apesar da fartura na mesa, Fernando é esquisito, come sempre as mesmas coisas, de uma forma pouco equilibrada e saudável, e às vezes é até insolente e mal criado.A “festa” começa quando os alimentos ganham vida e aproveitam para dar uma bela lição às crianças. Apesar de tudo, fortes relações de amizade vão nascer e momentos bem alegres e divertidos os nossos heróis vão viver!Classificação: M/04 anos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)