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09 outubro 2010
Dela
Anda terrível, provocadora, sem maneiras de falar e a levar a minha paciência ao limite. Pode ser da entrada na escola nova, pode ser da antecipação da chegada das irmãs, pode ser uma fase, da idade, etc, seja o que for, a minha ppaciência anda pequenina, pequenina... entramos na fase de regime militar com ela.
24 abril 2009
Fase " sexual " ( ou mais uma das perguntas que me provocam ataques de riso )
- Dêm um beijinho os dois.
Breve beijoca entre o Nuno e eu.
- Não, não é desses, é daqueles com língua.
Whatttt!!! Ela não nos vê nestas intimidades, quase não vê televisão ( e o que vê é supervisionado ), portanto presumo que esta " pérola " venha do convívio com os mais velhos na escola.
Ai a minha vida!
Breve beijoca entre o Nuno e eu.
- Não, não é desses, é daqueles com língua.
Whatttt!!! Ela não nos vê nestas intimidades, quase não vê televisão ( e o que vê é supervisionado ), portanto presumo que esta " pérola " venha do convívio com os mais velhos na escola.
Ai a minha vida!
28 novembro 2007
Que fase!
Quando contrariada chora, levanta a mão, tenta bater ou bate nos objectos que estejam à sua mão. Outro dia mordeu-se a si mesma na mão enquanto olhava para mim cheia de raiva, quando contrariada com qualquer coisa que já nem me lembro.
Eu detesto estas " manifestações " e por vezes bato-lhe mas é ainda pior pois só faz com que o " bato eu bate ela " dure ainda mais tempo, eu me irrite mais e o choro misturado com os gritos aumente de volume e de duração.
Fica de castigo e pouco depois vem de lábios unidos para me dar um beijo e pedir desculpa. Eu dou-lhe a lição pedagógica do não se bate, também não gostas que eu te bata e eu fico triste e tal, ela ouve, diz que sim, mas se possível for, nem 5 minutos depois está no mesmo.
Saturante é o mínimo que posso qualificar esta fase. Lidar com a frustração não é fácil, não senhora mas porque raio haveria ela de ter a " mãozinha tão leve " quando cá em casa a lei da palmada não é imperativa. Se calhar devia ser mais ou se calhar não, é mesmo ter paciência e muita calma.
Dicas, alguém tem?
Eu detesto estas " manifestações " e por vezes bato-lhe mas é ainda pior pois só faz com que o " bato eu bate ela " dure ainda mais tempo, eu me irrite mais e o choro misturado com os gritos aumente de volume e de duração.
Fica de castigo e pouco depois vem de lábios unidos para me dar um beijo e pedir desculpa. Eu dou-lhe a lição pedagógica do não se bate, também não gostas que eu te bata e eu fico triste e tal, ela ouve, diz que sim, mas se possível for, nem 5 minutos depois está no mesmo.
Saturante é o mínimo que posso qualificar esta fase. Lidar com a frustração não é fácil, não senhora mas porque raio haveria ela de ter a " mãozinha tão leve " quando cá em casa a lei da palmada não é imperativa. Se calhar devia ser mais ou se calhar não, é mesmo ter paciência e muita calma.
Dicas, alguém tem?
28 março 2007
Terrores Nocturnos
Chegaram lá a casa sem serem convidados. Quer dizer que temos acordado com ela aos berros e a chorar, sendo nestas alturas muito dificil de acalmá-la.
Mais uma fase que veio deixar as nossas noites ainda mais intranquilas.
Qualquer dia, eu e o pai precisamos de fazer uma cura de sono.
Adenda: As noites sempre foram más, desde há 20 meses, os terrores nocturnos vieram piorá-las ainda mais.Nem sei como nos temos aguentado.
Mais uma fase que veio deixar as nossas noites ainda mais intranquilas.
Qualquer dia, eu e o pai precisamos de fazer uma cura de sono.
Adenda: As noites sempre foram más, desde há 20 meses, os terrores nocturnos vieram piorá-las ainda mais.Nem sei como nos temos aguentado.
Na onda de bater
Em casa abrandou. Quando a coisa não lhe corre de feição levanta a mão, diz " tau tau " e " ai ai ai ", mas não nos bate. Algumas vezes, provavelmente numa de descarregar, ralha connosco e bate não em nós mas nas coisas, tipo na mesa, na parede, nas portas, no ar, etc.
Na creche é que não é bem assim. Ao início era " uma vítima ", levava encontrões, safanões, puxavam-lhe os cabelos e ela limitava-se a chorar e a esperar que alguém corresse em seu auxílio. Agora vinga-se e bate nos miúdos sempre que um desse que costumava molhar-lhe a sopa se aproxima dela com cara de poucos amigos. Quase poderia dizer que age em legítima defesa numa de " antes que me batas, dou-te eu ". A violência não é forma de resolver questões é certo, mas com 20 meses não me parece que os meninos desentendidos se consigam sentar e conversar sobre os seus mal entendidos. Parece que já não resolve as suas questões com o choro, como era antes, agora também ela usa a força física e a violência para solucionar os seus problemas. Espero tranquilamente que esta fase passe, tal como tantas outras. Tenho a certezinha absoluta que não age assim pelo exemplo do que possa ver em casa, por isso não estou preocupada, há-de passar. Uns mordem, outros esperneiam e outros batem, é assim!
Ontem quando cheguei à creche uma das auxiliares diz-me que ela tinha estado uma peste a bater nos meninos. Prontamente a Beatriz tratou de me contar a quem tinha batido. Achico. Quando lhe pergunto se tinha batido no Francisco diz-me: Foi!
Chego a casa e peço para contar ao pai o que tinha feito na escola e ela disfarça o assunto e finge que não me ouve. Ignora-me até eu desistir de lhe perguntar e contar eu ao pai o sucedido.
Está fresquinha, está!
Na creche é que não é bem assim. Ao início era " uma vítima ", levava encontrões, safanões, puxavam-lhe os cabelos e ela limitava-se a chorar e a esperar que alguém corresse em seu auxílio. Agora vinga-se e bate nos miúdos sempre que um desse que costumava molhar-lhe a sopa se aproxima dela com cara de poucos amigos. Quase poderia dizer que age em legítima defesa numa de " antes que me batas, dou-te eu ". A violência não é forma de resolver questões é certo, mas com 20 meses não me parece que os meninos desentendidos se consigam sentar e conversar sobre os seus mal entendidos. Parece que já não resolve as suas questões com o choro, como era antes, agora também ela usa a força física e a violência para solucionar os seus problemas. Espero tranquilamente que esta fase passe, tal como tantas outras. Tenho a certezinha absoluta que não age assim pelo exemplo do que possa ver em casa, por isso não estou preocupada, há-de passar. Uns mordem, outros esperneiam e outros batem, é assim!
Ontem quando cheguei à creche uma das auxiliares diz-me que ela tinha estado uma peste a bater nos meninos. Prontamente a Beatriz tratou de me contar a quem tinha batido. Achico. Quando lhe pergunto se tinha batido no Francisco diz-me: Foi!
Chego a casa e peço para contar ao pai o que tinha feito na escola e ela disfarça o assunto e finge que não me ouve. Ignora-me até eu desistir de lhe perguntar e contar eu ao pai o sucedido.
Está fresquinha, está!
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