30 março 2009

Fiquei um bocado paranóica

Não era assim tão cuidadosa ( ou tão esquizofrénica, o que quer que seja ) mas as vivências da minha doença deixou-me marcas indeléveis no subconsciente que numa ou outra ocasião são despoletadas.
No Sábado, fruto das limpezas do fim de semana fiquei com uma crise alérgica como não tinha há muito. A juntar a uma garganta que andava a " arranhar " há uma semana. Domingo piorou ( que as alergias costumam melhorar mas foi o inverso ) e saí apenas para visitar a minha avó. Esta noite estava num misto de espirros, frio, transpiração, tosse, garganta a arranhar e o mais que ouvesse. As olheiras mais escuras que eu sei lá. Muitos dos sintomas indicavam alergias, até porque começou depois de remexer móveis, mexer em roupa, limpar o pó, etc, mas a garganta já se queixava há mais tempo e como em determinada altura a alergia se confunde com gripe/constipação não arrisquei.
Até saber o diagnóstico pela médica eu quase não beijei ninguém ( a não ser quem mesmo sabendo insistiu ) e ainda assim, de boca bem fechada :) A Beatriz deixou de receber abraços e beijos e a história da noite foi contada comigo de costas para ela e ela o mais encostada à parede da cama possível.
Não veio dormir comigo nem mesmo depois de acordar de noite e entendeu, ficando-se na cama dela.
Na clínica desinfetei as mãos umas 3 vezes na hora que lá estive.
De manhã não a beijei, tentei que não estivessemos próximas, tossi com as mãos em concha, andei de Detol atrás quer em toalhitas para limpar as mãos sempre que espirrava ou tossia, quer para vaporizar o ar e impedir a propagação de virus.
Depois da consulta da médica abracei-a dei-lhe uma beijoca na face mas ainda assim, apesar de serem só alergias, quero ver se os sintomas melhoram para " voltar à normalidade ".
É uma paranóia mas só assim fico mais descansada ( e mesmo assim... )

Hora do planeta

No Sábado, entre as 20:30 e as 21:30. Apagaram-se todas as luzes, as máquinas não trabalharam. Dei-lhe banho com a luz de emergência e uma lanterna. Vesti-a do mesmo modo, jantámos à luz de velas e o boicote foi feito pelo pai que não quis perder o jogo de Portugal. Vá que o plasma ( ou lcd que não sei a diferença :P ) é relativamente económico, mas para compensar, o " apagão " começou antes das 20:30 e terminou depois das 21:30.
Sendo que foi a um Sábado ( que se fosse a um dia de semana seria mais complicado ) bem que se poderia repetir esta atitude uma vez por mês, por exemplo, eu que por onde ando, ando de luz acesa.

Em Inguês

Como já disse não está inscrita em Inglês nem a educadora ensina nada pois a disciplina é extra-curricular, logo interessa-lhes que paguem se os pais querem os meninos a saber umas palavritas do idioma.
Hoje estou em casa com ela e entre um olhar pelo trabalho ( demorado que hoje está a custar ) e um olhinho nela ( que ficou comigo por não a ter conseguido levar ao colégio ), vejo-a parar as brincadeiras com os bonecos e olhar para o Baby First TV. Estão a contar em Inglês e para meu espanto acompanha alguns números.

Fim de semana

No Sábado tivemos a companhia da amiga Leonor, filha de uma amiga minha de infância. Das 11h até às 17 h, brincaram no quarto, fizeram uma pintura numa tela, desarrumaram e arrumaram que foi condição si ne qua non para que viessem brincar, entenderam-se. Na hora de almoço e não bastando a minha filha ser " o pisco " que é para comer, juntou-se outra igual mas que comeu depois de me ver de casaco vestido, calçada , de mala na mão e depois de lhe vestir o casaco. Percebeu que não brincava quando lhe disse que a levaria para casa da mãe e que não voltaria a vir brincar lá para casa, pois das condições impostas, para além de arrumar o que desarrumassem estava também o portarem-se bem, sem birras e que comessem.
Chorou mas comeu depois da Beatriz a avisar:
- Come, olha que a minha mãe vai por-te a casa, ela está a falar a sério.
Ah pois que cá em casa reina o regime monárquico parlamentarista, há uma espécia de democracia, mas em certas ocasiões, eu reino.
Pela confiança que tenho na minha amiga agi assim, como se fosse minha filha e tudo correu bem.
À tarde, eu e as 2 até à Biblioteca Municipal de Odivelas, assistir à hora do conto, uma espécia de leitura de história teatralizada. Contaram 2 histórias, uma feita pelas próprias sobre " como se fazem os bébés " onde se explicou como de facto ocorre com um a linguagem " não agressiva ". Eu que sou toda " aberta " fiquei encabulada quando disseram:
- O pai põe o tubinho ou pilinha no buraquinho da mãe, ou pipi. O pai põe muitas sementes que vão procurar o ovo que a mãe tem na barriga. A barriga cresce e crece o bébé. ( ... )
Depois a mãe vai para o hospital e o bébé sai pelo buraquinho ou abrem a barriga e o bébé sai pela barriga.
Foi engraçado e esclarecedor, felizmente que assim não houve mais perguntas eventualmente embaraçosas.
Depois contaram a história do Cuquedo, um bicho supostamente assustador que todos os animais da selva temiam sem o conhecer.
Foi a estreia da Leonor num espectáculo infantil e numa Biblioteca, Já da Beatriz a estreia foi apenas da Biblioteca.
Inscrevemo-nos como leitoras e daqui a dias podemos requisitar os livros, CD's, DVD's ou videos que quisermos. Ela queria trazer logo um livro e até me pediu para que a pegasse ao colo para " olhos nos olhos " pedir à Bibliotecária com muito jeitinho que a deixasse trazer logo um livro da Miffy. A Bibliotecária achou-lhe graça mas regras são regras e só quando chegar o cartãozinho a casa poderemos requisitar os livros.
O espectáculo acabou já depois das 16h30 e como a Leonor já denunciava algum cansaço, fui pô-la a casa para dormir.
Ficou o pedido e a promessa de um dia dormirem juntas mas para quando eu não tiver numa época de trabalho complicada. Claro que com condições: sem birras, sem choros para dormir, sem um adulto para adormecer com as duas.
Domingo era dia de usarmos a aula experimental de ginástica que anda a ser adiada à tanto mas uma crise de alergia impediu-me de ir com ela. Ficou novamente adiada. Crise essa que hoje me deixou k.o., ainda pior que ontem, com direito a ida ao médico e atestado para 2 dias em casa, afastada deste vento que traz os pólens todinhos e mais alguns.
Já não tinha destas crises há muito.


26 março 2009

Bom...

Vamos lá ver se ajuda...
O problema maior são as 32 páginas de livro, o que para uma criança da idade dela, ainda que adore livros e ouça histórias mais complexas e granditas, se calhar será demasiado para lhe prender a atenção do princípio ao fim e captar a mensagem.
Ainda assim o problema dela não é não saber ou não brincar sózinha, é mesmo o desejo imenso de ter uma irmã...
Tentar não custa!

Sinopse
João sem-irmãos é a história de um menino que não tinha irmãos. O João habituou-se a brincar sozinho e a fazer de cada árvore, de cada rajada de vento, seus companheiros e irmãos.
Conheceu o Afonso, que tinha 6 irmãos e não sabia como brincar e como viver quando eles não estavam presentes. O João não tinha aqueles medos e ajudou-o a tirar o melhor partido da vida, mesmo estando sozinho.
João Sem-Irmãos de
Paula Pato

Facto curioso: numa sociedade onde cada vez mais se tem filhos únicos, há uma infinidade de livros que exploram a vinda de um irmão, que preparam a criança e os pais, mas apenas 2, sendo que só 1 é infantil, que trata da realidade dos filhos únicos ( e há cada vez mais não só filhos únicos mas netos únicos, sobrinhos únicos, únicas crianças no seio familiar global ).
Descobri um nicho de mercado para os escritores, psicólogos, pedagogos, etc. Vá, depois quero direitos de autor ;).

25 março 2009

Ela continua a insistir

As histórias de que vai ter uma mana, os pedidos da mana não pararam, nem sequer diminuiram. Não há um dia que passe que ela não fale que vai ter uma mana, que quer uma mana, que a mana vai dormir no quarto com ela, que as roupas dela vão para a mana, que vai brincar com a mana, que, que...
Sabe que não pode ser no imediato, aliás sabe que é uma hipótese termos mais um filho, não uma certeza, mas insiste, fantasia e a mim não me custa ouvir os pedidos, confesso, custa-me que eventualmente sonhe em demasia e não saiba distinguir o real do desejo.
Não é por ela me pedir ou falar nisso que tenho mais ou menos vontade de ter mais um filho ( já não digo mais filhos ), criei uma qualquer barreira emocional, como em tudo sou assim, não quero criar demasiadas expectativas para não " cair do cavalo ", porque certezas não há e mesmo que houvesse, ter um filho não é algo que dependa única e exclusivamente da nossa vontade.
A fantasia dela vai ao ponto de dar como facto consumado na escola que eu já estava grávida e que era uma menina ( a mana Joana Macaca, que lindo nome ) e tem sido de tal modo convincente que a educadora, mesmo sabendo da vontade dela e das suas fantasias, veio questionar-me se de facto estaria grávida. Mais, como ultimamente tem ficado a chorar quase todos os dias na escola, associou o choro à eventual insegurança da chegada de um mano/crise de ciúmes.
Já não sei o que lhe diga, sempre que lhe explico ela diz-me que sabe que não estou grávida, que ainda não vai ter mana, que pode ser mano e não mana, mas mesmo assim diz:
- Mas um dia vais estar, não é agora é quauquer dia.
Outro dia, quando lhe disse que não sabia se ia estar grávida mais alguma vez disse-me :
- Então um dia eu vou ter um bébé na minha barriga e vai ser uma mana.
Lá lhe expliquei que quando um dia ela tiver um bébé na barriga será um filho e não um irmão, mas naquela cabecita de 3 anos ( quase 4 ), não cabe o entendimento de que uma doença minha a possa impedir de sonhar com uma irmã.
Resta-me o consolo de que crescerá e com ela aumentará o seu discernimento, até lá é esperar que não sonhe demasiado.
Já não sei o que mais lhe diga...
Alguma psicóloga que me explique esta " fixação " sff.

24 março 2009

A mãe tem umas ideias fantásticas

Ontem embrulhava o comer na boca ao jantar. Ia bebendo água para ver se " engolia ". Uma das vezes manteve a àgua na boca, na esperança se calhar de não engolir o que lá estava junto com a dita.
" Ameaço " que lhe aperto as bochechas se não engole e passo da ameaça ao facto consumado. Esta minha ideia fantástica deve ter sido gerada num momento de pausa dos meus neurónios e claro que a rapariga não ficou chateada mas achou muita graça. Comer o resto do jantar foi obra porque depois de decobrir que ao apertar as bochechas, a água esguichava em grande velocidade, percebeu também que quando se começava a rir, o efeito era semelhante.
Pior de tudo, foi eu estar num momento zen, resultante do fim de semana de " relax " e não conseguir parar de rir com os disparates.
Eu devia punir-me...

Coração cheio

- Mãe ( enquanto enrola os bracinhos no meu pescoço ).
- Sim, filha?
- Gosto muito de ti. Minha lindaaaa!

Os 3 anos ( quase 4 ) tem muitas birras, muitas teimosias, muitas afirmações e mais poder de argumentação, mas também trazem muita meiguice.

19 março 2009

Quase tudo pronto para o próximo fim de semana

- reserva feita;
- voucher para uma refeição tirado;
-" roteiro " planeado, incluíndo os restaurantes recomendados e económicos escolhidos;
- tempo " checkado " no sapo para a região em causa;
- solução para me ficarem com a cadela que a bichinha não vai no fim de semana;
- vontade que Sábado de manhã chegue;

Falta:

- carregar a bateria da máquina fotográfica e descarregar o cartão;
- fazer as malas;
- arrumar e limpar a casa ( e o limpar deve ficar por fazer por causa do ponto que se segue ou vai lá uma amiga a pagar, claro, fazê-lo );
- fazer serão a trabalhar hoje e amanhã para poder dispensar de trabalhar no fim de semana;

Festa do dia do pai

Relato dado por um pai emocionado e feliz.
Andaram em ensaios desde a semana passada.
Cantaram e tocaram ( com orgão e viola ) vestidos com bibes como os dos miúdos e com sardas falsas na cara várias músicas entre elas:
- André Sardet - Gosto de ti
- Come a papa
- Doidas andam as galinhas
- Pombinhas da catrina, etc

No final distribuiram gomas, abraços e beijinhos.
Miúdos e graúdos adoraram e eu estou ansiosa por ver as fotos e o video que fizeram.
É por estas e por outras que gosto daquela escola ( não é só falar mal ), há uma grande participação dos pais e criam-se relações de empatia com os pais e as crianças ( e também com o s funcionários ) que vão além do comum.
Claro que ele saiu e ela ficou a chorar, mas isso é o costume, nada de anormal.

Prenda do dia do pai

Na sexta-feira passada, quando fomos ter com ela disse-lhe que o dia do pai estava próximo.

- Já compraste uma prenda mãe?
- Já comprei mas não te vou dizer se não tu dizes ao pai e não tem graça.
- Não digo, não, o que é?
- Não dizes mesmo? É um segredo e os segredos não se contam a ninguém.
- Está bem.
- É uma caneca com uma fotografia tua do carnaval e outra fotografia quando eras bébé que estás com o pai na praia.
Breve pausa, cerra a boca e diz-me muito baixinho:
- Eu vou contarrr ( do tipo, não aguento ).
Depois de lhe repetir que não devia contar porque era um segredo, uma surpresa então lá se conteve.
Ontem a caminho de casa com o pai:

- Pai, os segredos não se contam a ninguém.
- Pois não.
- Nem ao pai nem à mãe não é?
- É.
- Eu não contei da caneca.
- Da caneca, qual caneca?
- Da tua.

E para ela, guardou mesmo segredo, ainda que ontem o tenha revelado, lol. É a ingenuidade infantil :)

Coisas que inventa

Na semana que esteve com a minha sogra num almoço era empadão de carne ( hum tão bom, mas não posso ).
- Avó o que é o almoço?
- Empadão de carne.
- Ah o meu pai faz é empadão de pouvo. Eu gosto muito de empadão de pouvo ( polvo ).
- Ah então a avó faz para ti empadão de polvo.

Comeu o suposto empadão de polvo ( que era mesmo de carne mas não interessa ) cheia de satisfação.
Vendo bem, empadão de polvo é capaz de ser bom... será que temos aqui uma futura " chef " de cozinha?

16 março 2009

Sábado no parque








O reencontro

É tão tão bom, que vale a pena estarmos afastadas.
Beijinhos, miminhos, abraços, muitos amo-te, gosto muito de ti, tive muitas saudades tuas, minha mãezinha, etc etc que nos enchem o coração.

13 março 2009

Up-date

Menos 4 kgrs e menos 3 cms, salvo erro. Nos cms da anca pouco deu para ver que estou inchada ( 1º dia do mês ). Eu e o médico ficamos satisfeitos, mais satisfeita eu que tenho cometido algumas gafes na dieta ultimamente mas ao fim de quase 6 meses era ou umas fugidinhas à regra de vez em quando, ou os meus nervos à flor da pele.
Pensava eu que ainda não tinha chegado ao peso pré-cortisona e estou " só " a 1 kgr de distância do dito. Tendo em conta as diferenças das balanças, se calhar nem isso.
No total, menos 20,600gramas, ainda não fez 6 meses e de cms perdi a conta.
Faltam 19 kgrs e agora quero comprar uma balança lá para casa.

12 março 2009

Está nos avós

Chega a meio da semana e atinge o limite, quer voltar para casa, chama por nós nos sonhos. A " novidade " passa e ela quer voltar à rotina, a estar connosco. Felizmente não lhe deu para grandes choros e deve aguentar-se até sexta à noite. E eu hoje já não posso falar com ela ao telefone ou " arrisco-me " a ter de fazer 220 kms ao fim do dia para a ir buscar.
No fundo, fico até com alguma satisfação egoísta que assim seja.
Eu já estou cheia de saudades.

11 março 2009

Compras para mim

Estou naquela fase crítica de que já não tenho o que vestir. E é um stress todos os dias porque a opção não é muita e ir trabalhar sem parecer que ando com a mesma roupa requer imaginação e tempo que nesta altura do campeonato não tenho. Isto porque apesar de ainda ter mais peso que na época "pré-cortisona ", na altura era Verão e se é verdade que a primavera anda a dar o seu ar de graça, não posso ainda vestir camisas de manga curta, nem calças de Verão. Até os sapatos me estão grandes, sim, que o pé " cresceu " 2 números. Finalmente regressei ao meu 37 mas lá está, os sapatos do ano passado desta época estão grandes e os anteriores dei porque já estavam muito usados. Investir num guarda roupa quase todo de novo fica fora do orçamento e o que eu precisava mesmo era de um " What not to wear " que me enchesse o roupeiro com 5000USD de roupa, ui, isso é que era.
Cheguei ao ponto crítico que até as camisolas que sempre vão dando, estão largas demais o que me faz parecer um saco de batatas.
Tenho saído sempre tarde ( depois das 21h ) e ontem como acabei por jantar no Centro Comercial, sai do restaurante e meti-me na C&A. A minha mãe foi comigo deu-me um par de calças e 1 camisola e eu comprei mais 2 camisola e umas calças ( é tão bom ir às compras com a mãe ). Não experimentei nada que não tinha tempo nem paciência e chegada a casa fo experimentar. Trouxe o número que pensava estar a usar e fantástico foi saber que estavam largas as calças.
Hoje fui trocá-las na hora de almoço e troquei umas calças umas por 2 números abaixo, as outras como não haviam, troquei por umas calças diferentes 1 número anaixo e uns sapatos restos de saldos. Veio também mais uma camisola de losângulos. Incrível foi não comprar nada para ela, mais incrível foi passar junto da secção de criança e não parar, mas primeiro tinha pouco tempo, segundo, neste momento quem precisa de roupa sou eu, não ela e portanto, foi para mim que trouxe. Isto é muito racional e tal mas estou surpreendida como " consegui " fazê-lo sem o mínimo de tentação ou remorsos. Às vezes tenho de ser um bocadinho egocêntrica, também mereço.

10 março 2009

Ao telefone

- Vou ao chocouate e fazer um picnic.
- Ai sim? Que bom.
- Estás a trabaiar?
- Estou.
- Eu tenho um iuvro e ainda não mexi naquilo?
- Naquilo no quê?
- Tenho um uivro, ui-vro.
- Eu percebi que tens um livro, mas não mexeste no quê?
- Xau, porta-te bem, mãe.

09 março 2009

Não sou eu que lhe ensino

Ontem foi com os avós e a tia a uma sapataria. Os avós queriam comprar-lhe uns sapatos. Como a tia lhe tinha oferecido uns na terça-feira foi à sapataria mas não quis escolher para ela mas sim para mim. Lá convenceu os avós ( e não é preciso muito ) a me comprarem um par de sapatos e assim, quem saiu a ganhar fui eu :)
Linda menina !