Largou a chucha ( há um mês ) mas ouve um retrocesso muiiiito grande no adormecer, aliás, não só deixou de adormecer sózinha como sempre que acorda ( e voltou a acordar todas as noites mais que uma vez ) não quer ficar sózinha na cama.
Nem a luz acesa a demove e de madrugada não há grandes lutas que ou vem para a nossa cama ou o pai vai para junto dela.
As nossas costas andam ressentidas.
27 fevereiro 2009
26 fevereiro 2009
Rotinas ao deitar
- Dorme bem meu amor/ princesa.
- Tu também, mãe.
- Gosto muito de ti, muito, muito ( e beijocas à mistura ).
- Eu também gosto muito de ti. Minha amiiiigaaaaaaa.
Agora a novidade:
(...)
- Gosto muito de ti, muito, muito ( e beijocas à mistura ).
- Eu também gosto muito de ti. Amo-te !
- Eu também te amo muito filha.
Coisa boa, pá!
- Tu também, mãe.
- Gosto muito de ti, muito, muito ( e beijocas à mistura ).
- Eu também gosto muito de ti. Minha amiiiigaaaaaaa.
Agora a novidade:
(...)
- Gosto muito de ti, muito, muito ( e beijocas à mistura ).
- Eu também gosto muito de ti. Amo-te !
- Eu também te amo muito filha.
Coisa boa, pá!
25 fevereiro 2009
Cabelo
Fui ao cabeleireiro e dei um desbaste a sério ao meu cabelo. Ela viu-me e deslumbrada disse-me:
- Mãe, amanhã uevas-me à minha cabeireira do Mickey para cortar o cabeuo assim como tu.
Estou a pensar seriamente no assunto, mas preferia não a levar aquela cabeleireira pois confirmei que o corte não são 12€, mas 12.50€
- Mãe, amanhã uevas-me à minha cabeireira do Mickey para cortar o cabeuo assim como tu.
Estou a pensar seriamente no assunto, mas preferia não a levar aquela cabeleireira pois confirmei que o corte não são 12€, mas 12.50€
Coisas que me deixam orgulhosa...
Tenho tentado incutir-lhe alguma noção do esforço necessário para ter dinheiro para os gastos quer necessários, quer supérfluos, tentando que perceba que há uma realidade diferente da nossa, com pessoas com dificuldades de combater as necessidades básicas para que dê valor ao que tem ( também é certo que há quem tenha muito mais que nós ).
Ela tem entendido, mas como criança que é, lá vai fazendo alguns pedidos, mas normalmente pergunta:
- É muito caro mãe?
- Podes comprar quando tiveres dinheiro, mãe? Não é hoje é outro dia...
Há uns dias, a caminho de casa pedia-me qualquer coisa. Não me lembro o que era mas acho que não era nada de muito caro. Disse-lhe que agora não poderia comprar-lhe porque tinha gasto muito dinheiro com os fatos de carnaval.
Chega a casa e quando estou a despi-la para o banho encontro o mealheiro dela em cima da cama. Desvio para a deitar e despir e ela agarra nele e dá-mo.
- Toma mãe, é para ti.
- É para mim? Para quê?
- Para comprares as coisas que é preciso, comida, para pagares a casa, a escola...
Derreti completamente, enchi-a de beijos e desfiz completamente o mito : " Filho único é egoísta e egocêntrico ". A minha filha empresta e dá, sem problemas, sem birras. Partilhar não é um acto difícil para ela :)
Ela tem entendido, mas como criança que é, lá vai fazendo alguns pedidos, mas normalmente pergunta:
- É muito caro mãe?
- Podes comprar quando tiveres dinheiro, mãe? Não é hoje é outro dia...
Há uns dias, a caminho de casa pedia-me qualquer coisa. Não me lembro o que era mas acho que não era nada de muito caro. Disse-lhe que agora não poderia comprar-lhe porque tinha gasto muito dinheiro com os fatos de carnaval.
Chega a casa e quando estou a despi-la para o banho encontro o mealheiro dela em cima da cama. Desvio para a deitar e despir e ela agarra nele e dá-mo.
- Toma mãe, é para ti.
- É para mim? Para quê?
- Para comprares as coisas que é preciso, comida, para pagares a casa, a escola...
Derreti completamente, enchi-a de beijos e desfiz completamente o mito : " Filho único é egoísta e egocêntrico ". A minha filha empresta e dá, sem problemas, sem birras. Partilhar não é um acto difícil para ela :)
Para o ano há mais...
Terminamos as festividades do Carnaval com uma menina vestida de capuchinho vermelho de flor pintada numa bochecha e coração na outra.
Comprei umas pinturas faciais e ela delirou com o facto, pondero até que na festa de anos dela eu dê um ar de graça e pinte a criançada que até não me saí mal.
Fomos à Quinta Pedagógica dos Olivais e acabamos o dia com um lanche no Centro Vasco da Gama e um passeio na " Av. das Bandeiras ", no Parque das Nações.
Para o ano diz que quer ser Lobo Mau e outra coisa qualquer que não me recordo, mas o Lobo é o mais pedido.
Até lá muda de ideias ( ou não ), caso contrário, difícil vai ser encontrar disfarce de Lobo.
Comprei umas pinturas faciais e ela delirou com o facto, pondero até que na festa de anos dela eu dê um ar de graça e pinte a criançada que até não me saí mal.
Fomos à Quinta Pedagógica dos Olivais e acabamos o dia com um lanche no Centro Vasco da Gama e um passeio na " Av. das Bandeiras ", no Parque das Nações.
Para o ano diz que quer ser Lobo Mau e outra coisa qualquer que não me recordo, mas o Lobo é o mais pedido.
Até lá muda de ideias ( ou não ), caso contrário, difícil vai ser encontrar disfarce de Lobo.
23 fevereiro 2009
Fim de semana
Sábado:
Passeio ao parque com uma Capuchinho vermelho delirante por concretizar o desejo adiado desde o ano passado.
Ida a casa de uma amiga e brincadeira com a filha da minha amiga e uns vizinhos. Para nós mães, foi um fartote de risadas e conversas postas em dia.
Domingo:
Saí de casa com uma princesa Bela ( Bela e o Monstro ) muito trapalhona que volta e meia tropeçava no vestido. Tive de lhe subir o saiote com a armação para que não caisse. Ia trombuda que queria a máscara de capuchinho que estava suja.
Tive de a relembrar que esta tinha sido a fantasia escolhida por ela pelo que não tinha de se lamentar nem razões para birras. Ou vestia aquela ou não vestia nenhuma.
Ao longo da manhã a birra foi cedendo no meio das brincadeiras com o primo.
Ida até Belém, atravessamos o rio no cacilheiro para a Trafaria e almoçamos na outra margem.
Regresso de barco e dá uma queda aparatosa no meio dos amassos com o primo. Bate com a cabeça e eu fico aflita, confesso. Não passou de susto.
Regresso a casa, com uma criança que supostamente deveria estar exausta e adormecer no caminho ( que eu sei que não dorme a sesta mas tinha acordado às 8h e fartou-se de andar e correr ), mas não adormeceu.
Depois do jantar a birra do sono chegou mas nem por isso adormeceu mais cedo.
Anda a especializar-se em birras, parece-me.
Hoje lá foi de gnomo, pacífica depois da conversa de ontem à noite, com a promessa de que amanhã, volta a ser Capuchinho Vermelho.
Passeio ao parque com uma Capuchinho vermelho delirante por concretizar o desejo adiado desde o ano passado.
Ida a casa de uma amiga e brincadeira com a filha da minha amiga e uns vizinhos. Para nós mães, foi um fartote de risadas e conversas postas em dia.
Domingo:
Saí de casa com uma princesa Bela ( Bela e o Monstro ) muito trapalhona que volta e meia tropeçava no vestido. Tive de lhe subir o saiote com a armação para que não caisse. Ia trombuda que queria a máscara de capuchinho que estava suja.
Tive de a relembrar que esta tinha sido a fantasia escolhida por ela pelo que não tinha de se lamentar nem razões para birras. Ou vestia aquela ou não vestia nenhuma.
Ao longo da manhã a birra foi cedendo no meio das brincadeiras com o primo.
Ida até Belém, atravessamos o rio no cacilheiro para a Trafaria e almoçamos na outra margem.
Regresso de barco e dá uma queda aparatosa no meio dos amassos com o primo. Bate com a cabeça e eu fico aflita, confesso. Não passou de susto.
Regresso a casa, com uma criança que supostamente deveria estar exausta e adormecer no caminho ( que eu sei que não dorme a sesta mas tinha acordado às 8h e fartou-se de andar e correr ), mas não adormeceu.
Depois do jantar a birra do sono chegou mas nem por isso adormeceu mais cedo.
Anda a especializar-se em birras, parece-me.
Hoje lá foi de gnomo, pacífica depois da conversa de ontem à noite, com a promessa de que amanhã, volta a ser Capuchinho Vermelho.
20 fevereiro 2009
Os E.T devem mesmo existir
E esta noite devem ter programado a minha filha na versão " o mais birrento, desobediente,irritante e mal comportado possível ".
Começou às 6h da manhã, hora a que devem ter acabado a programação.
Ela acorda, começa a chorar, o pai vai até lá, não quer o pai, não quer vir para a nossa cama, só quer mesmo chorar e gritar, porque sim.
O pai deixou-a lá e depois de perguntar várias vezes porque chorava e de ela lhe ter dito que não queria falar, deixou-a no quarto com a " ordem " para se calar. Não se calou e ainda veio a berrar mais e para mais perto de nós, para o hall de entrada, não fossemos nós não estar a ouvir bem. Eu já estava a sentir a espuma nos meus cantos da boca e aviso-a que se não se cala vai chorar com gosto.
Vem para junto de nós, já calada e deita-se a nosso lado, assim como se nada tivesse acontecido.
À hora de acordar tem sono, reclama, chora, não se quer mascarar porque se lembrou que não gosta da máscara que a escola " exige ". Eu também não gosto, não tanto da máscara mas da exigência mas lá lhe explico que ou veste aquilo, ou não vai passear com os colegas e fica sozinha na escola com uma auxiliar.
- Eu não quero passear, deixa-me, eu não quero essa máscara, quero a de Bela.
- Não pode ser, amanhã vestes a de Bela, mas hoje tem de ir todos de igual para irem passear para o parque.
Não adiantou de nada e começo a vesti-la. Ela esperneia e parte-me o colar que eu tinha ao pescoço. A mim salta-me a tampa e a mão para o rabo dela.
Vestiu-se muito a contragosto mas colocar-lhe o chapéu de gnomo é que não deu. Pentear foi outro 31 e:
- Ai estás maleijar. estás a fazer com muita força.
- Chega-te para cá que assim não te consigo pentear.
- Não, eu fico aqui.
- Não ficas aqui ( e agarro nela ).
- Buáaaaa, máá. ( e volta para onde estava )
Ela fica onde estava e eu prepositadamente penteio-a com força ( pois, temos pena ).
Depois não quer comer. Ou quer, quer batatas fritas.
Enfio-lhe um iogurte boca abaixo e saimos.
No meio da confusão fica em casa o meu telemóvel e o meu almoço e lanche no saco à porta de casa.
No caminho não falamos ( que nestas alturas é o melhor ) e quando paro o carro, pede-me desculpa pela cena e por ter partido o meu fio.
Ainda com cara de poucos amigos, enfio-lhe o chapéu. Chega uma educadora que comenta a sua insatisfação com o fato.
Melhora quando vê os colegas vestidos de igual e lá consigo tirar umas fotos.
Deixo-a na escola, chego atrasada ao trabalho.
A saga do ano passado repete-se. Que mau feitio, filha!
Começou às 6h da manhã, hora a que devem ter acabado a programação.
Ela acorda, começa a chorar, o pai vai até lá, não quer o pai, não quer vir para a nossa cama, só quer mesmo chorar e gritar, porque sim.
O pai deixou-a lá e depois de perguntar várias vezes porque chorava e de ela lhe ter dito que não queria falar, deixou-a no quarto com a " ordem " para se calar. Não se calou e ainda veio a berrar mais e para mais perto de nós, para o hall de entrada, não fossemos nós não estar a ouvir bem. Eu já estava a sentir a espuma nos meus cantos da boca e aviso-a que se não se cala vai chorar com gosto.
Vem para junto de nós, já calada e deita-se a nosso lado, assim como se nada tivesse acontecido.
À hora de acordar tem sono, reclama, chora, não se quer mascarar porque se lembrou que não gosta da máscara que a escola " exige ". Eu também não gosto, não tanto da máscara mas da exigência mas lá lhe explico que ou veste aquilo, ou não vai passear com os colegas e fica sozinha na escola com uma auxiliar.
- Eu não quero passear, deixa-me, eu não quero essa máscara, quero a de Bela.
- Não pode ser, amanhã vestes a de Bela, mas hoje tem de ir todos de igual para irem passear para o parque.
Não adiantou de nada e começo a vesti-la. Ela esperneia e parte-me o colar que eu tinha ao pescoço. A mim salta-me a tampa e a mão para o rabo dela.
Vestiu-se muito a contragosto mas colocar-lhe o chapéu de gnomo é que não deu. Pentear foi outro 31 e:
- Ai estás maleijar. estás a fazer com muita força.
- Chega-te para cá que assim não te consigo pentear.
- Não, eu fico aqui.
- Não ficas aqui ( e agarro nela ).
- Buáaaaa, máá. ( e volta para onde estava )
Ela fica onde estava e eu prepositadamente penteio-a com força ( pois, temos pena ).
Depois não quer comer. Ou quer, quer batatas fritas.
Enfio-lhe um iogurte boca abaixo e saimos.
No meio da confusão fica em casa o meu telemóvel e o meu almoço e lanche no saco à porta de casa.
No caminho não falamos ( que nestas alturas é o melhor ) e quando paro o carro, pede-me desculpa pela cena e por ter partido o meu fio.
Ainda com cara de poucos amigos, enfio-lhe o chapéu. Chega uma educadora que comenta a sua insatisfação com o fato.
Melhora quando vê os colegas vestidos de igual e lá consigo tirar umas fotos.
Deixo-a na escola, chego atrasada ao trabalho.
A saga do ano passado repete-se. Que mau feitio, filha!
19 fevereiro 2009
Com 2 meses de atraso
Tem pavor de bonecas de porcelana. Descobrimos nas nossas férias na Bélgica, em casa da minha prima que as faz artesanalmente.
Teve de esconder a que tinha visível, uma quase do tamanho da Beatriz e com um aspecto bem real, é certo, pois não adormecia com medo.
Até se vir embora perguntava pela boneca ( que diziamos ter deitado fora ) e ainda se lembra da dita.
No Natal a nossa empregada doméstica ofereceu-lhe uma boneca que dentro da caixa parecia mesmo uma boneca de porcelana. Quando ela desembrulhou a prenda e com a boneca ainda na caixa deu um salto de susto. Afastei a boneca e só depois de a retirar da caixa percebi que era de plástico. Expliquei-lhe, mostrei-lhe e só assim passou a brincar com a boneca, a medo a princípio.
Não houve mais experiências, porque como é óbvio, não queremos assustá-la ou confirmar o medo, até porque ela de vez em quando ainda menciona a boneca da prima, sempre com ar assustado.
Teve de esconder a que tinha visível, uma quase do tamanho da Beatriz e com um aspecto bem real, é certo, pois não adormecia com medo.
Até se vir embora perguntava pela boneca ( que diziamos ter deitado fora ) e ainda se lembra da dita.
No Natal a nossa empregada doméstica ofereceu-lhe uma boneca que dentro da caixa parecia mesmo uma boneca de porcelana. Quando ela desembrulhou a prenda e com a boneca ainda na caixa deu um salto de susto. Afastei a boneca e só depois de a retirar da caixa percebi que era de plástico. Expliquei-lhe, mostrei-lhe e só assim passou a brincar com a boneca, a medo a princípio.
Não houve mais experiências, porque como é óbvio, não queremos assustá-la ou confirmar o medo, até porque ela de vez em quando ainda menciona a boneca da prima, sempre com ar assustado.
A precisar de mais um corte de cabelo
Em frente do espelho e a mexer no cabelo:
- Mãe, já preciso de cortar o cabeuo.
- Quem te disse isso? ( A pensar que teria sido a educadora ou alguém na escola ).
- Ninguém. Eu disse.
- Mas não gostas do cabelo comprido?
- Gosto, mas gosto mais assim mais pequenino. Assim como quando fui à cabeireira, assim. ( a gesticular indicando a franja escadeada, que entretanto o cabelo cresceu e já não tem o corte ).
- Sim, mas assim também ficas gira.
- Mas eu quero cortar, vamos à cabeireira aqueua que pôs aquiuo do mickey, vamos ?
- Está bem, qualquer dia vamos.
Aquela cabeleireira foi a que cobrou 12€ pelo corte dela sem lavagem pelo que acho que não vou a essa mas a outra, menti-lhe.
De facto o cabelo já está bastante comprido, já embaraça imenso mesmo usando o amaciador nas lavagens, o champô desembaraçante e o spray desembaraçante para a pentear e molhado já passa do meio das costas.
- Mãe, já preciso de cortar o cabeuo.
- Quem te disse isso? ( A pensar que teria sido a educadora ou alguém na escola ).
- Ninguém. Eu disse.
- Mas não gostas do cabelo comprido?
- Gosto, mas gosto mais assim mais pequenino. Assim como quando fui à cabeireira, assim. ( a gesticular indicando a franja escadeada, que entretanto o cabelo cresceu e já não tem o corte ).
- Sim, mas assim também ficas gira.
- Mas eu quero cortar, vamos à cabeireira aqueua que pôs aquiuo do mickey, vamos ?
- Está bem, qualquer dia vamos.
Aquela cabeleireira foi a que cobrou 12€ pelo corte dela sem lavagem pelo que acho que não vou a essa mas a outra, menti-lhe.
De facto o cabelo já está bastante comprido, já embaraça imenso mesmo usando o amaciador nas lavagens, o champô desembaraçante e o spray desembaraçante para a pentear e molhado já passa do meio das costas.
O que vale é que a quem o diz, não acreditam
Por várias vezes pede comer em casa dos outros para trazer para casa. Um dia em casa da minha tia quis comer um boião de fruta. Comeu, pediu outro. A minha tia ia abrir-lho e disse:
- Não tia, esse é para uevar para casa, que não tenho.
- Coitadinha da minha menina, a mãe não te compra? ( a dar-lhe conversa )
- Não!
Em casa da minha mãe, foi lá passar um dia de Sábado e acabou por lá dormir. No regresso a casa:
- Avó vou uevar uma bananinha e um iogurte de chocouate que a minha mãe não tem fruta nem iogurtes.
Tinhamos ido às compras dias antes e tinhamos fruta e iogurtes, sim. Chegou a casa com o iogurte e com a banana.
Em casa da avó paterna este fim de semana:
- A minha mãe não me compra destes iogurtes ( danoninhos líquidos ). Posso uevar estes iogurtes para minha casa avó ?
Trouxe iogurtes e fruta.
Com a tia paterna no mesmo fim-de-semana.
- O meu pai ensina-me a ser imbejosa.
- Não tia, esse é para uevar para casa, que não tenho.
- Coitadinha da minha menina, a mãe não te compra? ( a dar-lhe conversa )
- Não!
Em casa da minha mãe, foi lá passar um dia de Sábado e acabou por lá dormir. No regresso a casa:
- Avó vou uevar uma bananinha e um iogurte de chocouate que a minha mãe não tem fruta nem iogurtes.
Tinhamos ido às compras dias antes e tinhamos fruta e iogurtes, sim. Chegou a casa com o iogurte e com a banana.
Em casa da avó paterna este fim de semana:
- A minha mãe não me compra destes iogurtes ( danoninhos líquidos ). Posso uevar estes iogurtes para minha casa avó ?
Trouxe iogurtes e fruta.
Com a tia paterna no mesmo fim-de-semana.
- O meu pai ensina-me a ser imbejosa.
18 fevereiro 2009
Quando for grande quero ser...
- Mãe quando for grande quero ser médico.
- Não é médico, mas médica, és uma menina.
- Não ( em tom de gozo ) quando for grande eu quero ser médico, médico e professora.
- Médica, não médico.
( Já visivelmente a gozar comigo ):
- Não, médico, eu vou ser médico.
- Ok ( leva lá a taça ).
E faz isto constantemente, tantas que jé nem emendo para médica. No mundo da fantasia podemos ser o que a nossa imaginação desejar, certo?
- Não é médico, mas médica, és uma menina.
- Não ( em tom de gozo ) quando for grande eu quero ser médico, médico e professora.
- Médica, não médico.
( Já visivelmente a gozar comigo ):
- Não, médico, eu vou ser médico.
- Ok ( leva lá a taça ).
E faz isto constantemente, tantas que jé nem emendo para médica. No mundo da fantasia podemos ser o que a nossa imaginação desejar, certo?
Pressa de crescer
- Mãe, eu vou fazer 5 anos.
- Não, filha, vais fazer 4, já sabes.
- Mas depois faço 5 não é?
- É.
- E depois 6, 7, 8 ....
- Sim é isso, mas ainda falta muito tempo.
- Mãe, eu quero fazer 6 anos.
Não chegava dizer que tinha 4 quando tem 3, quer passar de 4 para 6 anos.
Que pressa de crescer...
- Não, filha, vais fazer 4, já sabes.
- Mas depois faço 5 não é?
- É.
- E depois 6, 7, 8 ....
- Sim é isso, mas ainda falta muito tempo.
- Mãe, eu quero fazer 6 anos.
Não chegava dizer que tinha 4 quando tem 3, quer passar de 4 para 6 anos.
Que pressa de crescer...
17 fevereiro 2009
Fato(s) de Carnaval
Tinha comprado o fato de Bela igual a este ( mas que custou 11€ ), como ela me pediu, mas o pedido dela em voltar a mascarar-se de capuchinho vermelho " apelou-me ao coração ".
Fui à arrecadação procurar a capa de capuchinho que a minha tia lhe fez no seu primeiro carnaval, em 2006. Como o capuchinho era ( e ainda é ) comprido ia dar, faltava a saia e o avental.
Arranjei uma saia que lhe tinha comprado na lefties vermelha de fazenda com roda, arranjei a blusa branca, pedi à minha tia que lhe fizesse uma saia em tule para " armar " mas faltava-me o avental.
Pedi emprestado a um amiga que já tinha mascarado a filha anteriormente de capuchinho mas como já não tinha a máscara falou com a mãe dela e a mãe disponibilizou-se a fazer o avental.
Fiquei delirante, eu e a Beatriz por se ir mascarar do que já deseja desde o carnaval passado.
Assim, este ano ( e parece que já é tradição ), tal como nos anteriores não terá só uma fantasia, mas 4, a de Bela, a de capuchinho, a de gnomo da escola ( que tem de vestir obrigatoriamente na sexta e na segunda se não, não deixam participar nos desfiles, enfim ) e uma de minnie que uma amiga a quem emprestei a máscara de bruxa, nos emprestou. Se bem que a de Minnie não sirva muito bem ( que o carapuço das orelhas está pequeno ) tem para 5 dias, 4 fatos :)
Fui à arrecadação procurar a capa de capuchinho que a minha tia lhe fez no seu primeiro carnaval, em 2006. Como o capuchinho era ( e ainda é ) comprido ia dar, faltava a saia e o avental.
Arranjei uma saia que lhe tinha comprado na lefties vermelha de fazenda com roda, arranjei a blusa branca, pedi à minha tia que lhe fizesse uma saia em tule para " armar " mas faltava-me o avental.
Pedi emprestado a um amiga que já tinha mascarado a filha anteriormente de capuchinho mas como já não tinha a máscara falou com a mãe dela e a mãe disponibilizou-se a fazer o avental.
Fiquei delirante, eu e a Beatriz por se ir mascarar do que já deseja desde o carnaval passado.
Assim, este ano ( e parece que já é tradição ), tal como nos anteriores não terá só uma fantasia, mas 4, a de Bela, a de capuchinho, a de gnomo da escola ( que tem de vestir obrigatoriamente na sexta e na segunda se não, não deixam participar nos desfiles, enfim ) e uma de minnie que uma amiga a quem emprestei a máscara de bruxa, nos emprestou. Se bem que a de Minnie não sirva muito bem ( que o carapuço das orelhas está pequeno ) tem para 5 dias, 4 fatos :)
Voltei à kid-to-kid
E vendi mais umas pecitas da colecção Primavera/Verão e o escorrega que lhe compramos há quase 2 anos. Trouxe 25€ e bem sei que mais que isso custou o escorrega, mas estava na arrecadação, a ocupar espaço que já não cabe no quarto e mesmo que coubesse, já quase não escorrega nele que era só de 3 degraus.
Vim a saber ( tardiamente ) que também compram fantasias de carnaval e para o ano, caso não haja melhor proposta, vendo os fatos de sevilhana e o de duende deste ano da escola. Não vendo a de holandesa ( da escola do ano passado ) porque ao lavar ficou tingida de vermelho. A de fada também lá tenho, mas este ano vou emprestá-la e para o ano se verá.
Vim a saber ( tardiamente ) que também compram fantasias de carnaval e para o ano, caso não haja melhor proposta, vendo os fatos de sevilhana e o de duende deste ano da escola. Não vendo a de holandesa ( da escola do ano passado ) porque ao lavar ficou tingida de vermelho. A de fada também lá tenho, mas este ano vou emprestá-la e para o ano se verá.
Agradecer
Ao princípio custava a lembrar-se de agradecer ( ainda custa o se faz favor ou por favor ), agora, sempre que lhe oferecem alguma coisa ( e pode ser roupa, um brinquedo, um livro, um chocolate, um chupa, etc ) pergunta:
- É uma prenda?
- É filha ( mesmo que seja um sugo ela assume como prenda ).
- Obrigadaaaa, mãeeeee! ( seguido de beijinhos e abracinhos de contentamento )
Gosto que assim seja, não tanto pelo agradecimento, mas pelo contentamento e por ficar tão feliz com uma " prenda de verdade " , como com um doce, por exemplo.
- É uma prenda?
- É filha ( mesmo que seja um sugo ela assume como prenda ).
- Obrigadaaaa, mãeeeee! ( seguido de beijinhos e abracinhos de contentamento )
Gosto que assim seja, não tanto pelo agradecimento, mas pelo contentamento e por ficar tão feliz com uma " prenda de verdade " , como com um doce, por exemplo.
Tem a mania que é chique ( ou boas maneiras à mesa )
Faz-me confusão quem mastiga de boca aberta ou faz um bocado mais de barulho a comer. É tanto assim que nunca vou almoçar aqui na nossa cozinha do escritório quando lá está um colega meu que o faz.
O Nuno às vezes " distrai-se " e eu repreendo-o mas penso que nunca lho fiz a ela, no entanto, ela tenta mastigar de boca fechada ( e faz um biquinho lindo ) quando se lembra e faz questão de nos mostrar o feito para que a elogie.
Agora quando vê alguém mastigar com a boca aberta repreende:
- Não se mastiga com a boca aberta.
Quando alguém fala ainda com comida na boca:
- Não se faua com a boca cheia.
Curioso é que nos repreende convenientemente, quando lhe dizemos:
- Come Beatriz.
O que lhe ensinei sim, foi como colocar os talheres no prato após comer e já o vai fazendo.
Eu também tenho umas maniazinhas e ela tem a quem herdar, é certo, mas lá em casa somos os opostos, eu que reparo nisto, o Nuno que muitas vezes se esquece disto...
O Nuno às vezes " distrai-se " e eu repreendo-o mas penso que nunca lho fiz a ela, no entanto, ela tenta mastigar de boca fechada ( e faz um biquinho lindo ) quando se lembra e faz questão de nos mostrar o feito para que a elogie.
Agora quando vê alguém mastigar com a boca aberta repreende:
- Não se mastiga com a boca aberta.
Quando alguém fala ainda com comida na boca:
- Não se faua com a boca cheia.
Curioso é que nos repreende convenientemente, quando lhe dizemos:
- Come Beatriz.
O que lhe ensinei sim, foi como colocar os talheres no prato após comer e já o vai fazendo.
Eu também tenho umas maniazinhas e ela tem a quem herdar, é certo, mas lá em casa somos os opostos, eu que reparo nisto, o Nuno que muitas vezes se esquece disto...
Os dias começam a crescer
E nós já começamos a aproveitar os finais do dia com luz do sol para ir até ao parque com ela.
Ontem o pai foi buscá-la à escola e foi com ela até ao parque. Eu fui lá ter de surpresa.
Aquele bocadinho passado ali, mesmo que sejam só 15 minutos, dá para descomprimir a ouvir os passarinhos, as gargalhadas dos miúdos, a vê-la brincar e a brincarmos juntos, os 3, sem olhar para o relógio, apenas atentos à luz que vai ficando mais ténue e ao frio que fica mais forte, para regressarmos para casa e voltar às rotinas do dia-a-dia.
Ontem o pai foi buscá-la à escola e foi com ela até ao parque. Eu fui lá ter de surpresa.
Aquele bocadinho passado ali, mesmo que sejam só 15 minutos, dá para descomprimir a ouvir os passarinhos, as gargalhadas dos miúdos, a vê-la brincar e a brincarmos juntos, os 3, sem olhar para o relógio, apenas atentos à luz que vai ficando mais ténue e ao frio que fica mais forte, para regressarmos para casa e voltar às rotinas do dia-a-dia.
16 fevereiro 2009
Para quem não sabe
É possível compras vales de desconto que realmente valem a pena e que se traduzem em descontos em hotéis, centros de massagem e estética e restaurantes.
Usei pela primeira vez este fim de semana 4 dos 33 vales de desconto que comprei online por 15€ todos numa refeição aqui, no Restaurante Almourol, em Tancos, Ribatejo. Gastei 1.82€ nos vales e tive um desconto de cerca de 15€ ao não pagar um dos pratos da nossa refeição a 2 no dia dos namorados.
Fiquei ainda com 29 vales sem validade para usar em vários locais pelo país.
Vale a pena.
Usei pela primeira vez este fim de semana 4 dos 33 vales de desconto que comprei online por 15€ todos numa refeição aqui, no Restaurante Almourol, em Tancos, Ribatejo. Gastei 1.82€ nos vales e tive um desconto de cerca de 15€ ao não pagar um dos pratos da nossa refeição a 2 no dia dos namorados.
Fiquei ainda com 29 vales sem validade para usar em vários locais pelo país.
Vale a pena.
Fim de semana
Começando na quinta foi assim:
Quinta a trabalhar das 9h da amhnhã ás 5 da manhã de sexta. Dormir 4 horas. Trabalhar sexta das 10h da manhã às 5h e qualquer coisa da manhã de Sábado.
Sábado dormir menos de 5 horas, acordar às 10h e sair ao meio dia em direcção a Torres Novas. Conduzir 110 kms, ir a casa dos sogros deixar os cães ( que tinha o da minha mãe connosco ) e ir almoçar, só os 2 em Tancos, junto ao Rio Tejo. Um passeio à beira rio a aguardar o barco que foi até ao Castelo de Almourol. O barco não regressa e vamos nós até junto do castelo, ver se ainda conseguiamos apanhar a embarcação mais próxima para visitar o Castelo ( que já conhecemos mas que tem uma vista sobre o Tejo soberba ). O barqueiro já não quis viajar às 16.20 quando a última embarcação deveria partir às 17h.
Aproveitamos o dia de sol lindo e fomos até ao Castelo de Bode. Como o meu gajo é que é da zona, fiei-me nele e não pus combustível na bomba que encontrei e depois iamos ficando " apeados " no meio do nada. Da saga dos insólitos, encontramos 2 bombas pelo caminho, uma sem combustível, a outra sem funcionário.
Conseguimos ir até Constância, abastecemos, lanchámos e ainda passeamos junto dos margens do Rio Zézere.
Regressámos a casa dos meus sogros com um céu cheio de nuvens vermelhas e com as baterias mais ou menos recarregadas.
Domingo saimos depois de almoço e antes das 17h já eu estava de novo a trabalhar, já em casa, até às 2h20 de hoje, segunda-feira. Tinha mais trabalho para fazer mas já não aguentava o cansaço.
Hoje estou no escritório, depois de só ter adormecido às 3h30 ( que eu mesmo muito cansada custa-me adormecer, não custava com a medicação mais forte , mas agora custa ) e de ter acordado às 7h45 e chegado atrasada ao trabalho.
Hoje tenho mais uma sessão de trabalho em casa, após horas normais e amanhã idem. Quero muito que chegue a sexta-feira à noite...
Quinta a trabalhar das 9h da amhnhã ás 5 da manhã de sexta. Dormir 4 horas. Trabalhar sexta das 10h da manhã às 5h e qualquer coisa da manhã de Sábado.
Sábado dormir menos de 5 horas, acordar às 10h e sair ao meio dia em direcção a Torres Novas. Conduzir 110 kms, ir a casa dos sogros deixar os cães ( que tinha o da minha mãe connosco ) e ir almoçar, só os 2 em Tancos, junto ao Rio Tejo. Um passeio à beira rio a aguardar o barco que foi até ao Castelo de Almourol. O barco não regressa e vamos nós até junto do castelo, ver se ainda conseguiamos apanhar a embarcação mais próxima para visitar o Castelo ( que já conhecemos mas que tem uma vista sobre o Tejo soberba ). O barqueiro já não quis viajar às 16.20 quando a última embarcação deveria partir às 17h.
Aproveitamos o dia de sol lindo e fomos até ao Castelo de Bode. Como o meu gajo é que é da zona, fiei-me nele e não pus combustível na bomba que encontrei e depois iamos ficando " apeados " no meio do nada. Da saga dos insólitos, encontramos 2 bombas pelo caminho, uma sem combustível, a outra sem funcionário.
Conseguimos ir até Constância, abastecemos, lanchámos e ainda passeamos junto dos margens do Rio Zézere.
Regressámos a casa dos meus sogros com um céu cheio de nuvens vermelhas e com as baterias mais ou menos recarregadas.
Domingo saimos depois de almoço e antes das 17h já eu estava de novo a trabalhar, já em casa, até às 2h20 de hoje, segunda-feira. Tinha mais trabalho para fazer mas já não aguentava o cansaço.
Hoje estou no escritório, depois de só ter adormecido às 3h30 ( que eu mesmo muito cansada custa-me adormecer, não custava com a medicação mais forte , mas agora custa ) e de ter acordado às 7h45 e chegado atrasada ao trabalho.
Hoje tenho mais uma sessão de trabalho em casa, após horas normais e amanhã idem. Quero muito que chegue a sexta-feira à noite...
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