Terminamos as festividades do Carnaval com uma menina vestida de capuchinho vermelho de flor pintada numa bochecha e coração na outra.
Comprei umas pinturas faciais e ela delirou com o facto, pondero até que na festa de anos dela eu dê um ar de graça e pinte a criançada que até não me saí mal.
Fomos à Quinta Pedagógica dos Olivais e acabamos o dia com um lanche no Centro Vasco da Gama e um passeio na " Av. das Bandeiras ", no Parque das Nações.
Para o ano diz que quer ser Lobo Mau e outra coisa qualquer que não me recordo, mas o Lobo é o mais pedido.
Até lá muda de ideias ( ou não ), caso contrário, difícil vai ser encontrar disfarce de Lobo.
Mostrar mensagens com a etiqueta carnaval 2009. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta carnaval 2009. Mostrar todas as mensagens
25 fevereiro 2009
23 fevereiro 2009
Fim de semana
Sábado:
Passeio ao parque com uma Capuchinho vermelho delirante por concretizar o desejo adiado desde o ano passado.
Ida a casa de uma amiga e brincadeira com a filha da minha amiga e uns vizinhos. Para nós mães, foi um fartote de risadas e conversas postas em dia.
Domingo:
Saí de casa com uma princesa Bela ( Bela e o Monstro ) muito trapalhona que volta e meia tropeçava no vestido. Tive de lhe subir o saiote com a armação para que não caisse. Ia trombuda que queria a máscara de capuchinho que estava suja.
Tive de a relembrar que esta tinha sido a fantasia escolhida por ela pelo que não tinha de se lamentar nem razões para birras. Ou vestia aquela ou não vestia nenhuma.
Ao longo da manhã a birra foi cedendo no meio das brincadeiras com o primo.
Ida até Belém, atravessamos o rio no cacilheiro para a Trafaria e almoçamos na outra margem.
Regresso de barco e dá uma queda aparatosa no meio dos amassos com o primo. Bate com a cabeça e eu fico aflita, confesso. Não passou de susto.
Regresso a casa, com uma criança que supostamente deveria estar exausta e adormecer no caminho ( que eu sei que não dorme a sesta mas tinha acordado às 8h e fartou-se de andar e correr ), mas não adormeceu.
Depois do jantar a birra do sono chegou mas nem por isso adormeceu mais cedo.
Anda a especializar-se em birras, parece-me.
Hoje lá foi de gnomo, pacífica depois da conversa de ontem à noite, com a promessa de que amanhã, volta a ser Capuchinho Vermelho.
Passeio ao parque com uma Capuchinho vermelho delirante por concretizar o desejo adiado desde o ano passado.
Ida a casa de uma amiga e brincadeira com a filha da minha amiga e uns vizinhos. Para nós mães, foi um fartote de risadas e conversas postas em dia.
Domingo:
Saí de casa com uma princesa Bela ( Bela e o Monstro ) muito trapalhona que volta e meia tropeçava no vestido. Tive de lhe subir o saiote com a armação para que não caisse. Ia trombuda que queria a máscara de capuchinho que estava suja.
Tive de a relembrar que esta tinha sido a fantasia escolhida por ela pelo que não tinha de se lamentar nem razões para birras. Ou vestia aquela ou não vestia nenhuma.
Ao longo da manhã a birra foi cedendo no meio das brincadeiras com o primo.
Ida até Belém, atravessamos o rio no cacilheiro para a Trafaria e almoçamos na outra margem.
Regresso de barco e dá uma queda aparatosa no meio dos amassos com o primo. Bate com a cabeça e eu fico aflita, confesso. Não passou de susto.
Regresso a casa, com uma criança que supostamente deveria estar exausta e adormecer no caminho ( que eu sei que não dorme a sesta mas tinha acordado às 8h e fartou-se de andar e correr ), mas não adormeceu.
Depois do jantar a birra do sono chegou mas nem por isso adormeceu mais cedo.
Anda a especializar-se em birras, parece-me.
Hoje lá foi de gnomo, pacífica depois da conversa de ontem à noite, com a promessa de que amanhã, volta a ser Capuchinho Vermelho.
20 fevereiro 2009
Os E.T devem mesmo existir
E esta noite devem ter programado a minha filha na versão " o mais birrento, desobediente,irritante e mal comportado possível ".
Começou às 6h da manhã, hora a que devem ter acabado a programação.
Ela acorda, começa a chorar, o pai vai até lá, não quer o pai, não quer vir para a nossa cama, só quer mesmo chorar e gritar, porque sim.
O pai deixou-a lá e depois de perguntar várias vezes porque chorava e de ela lhe ter dito que não queria falar, deixou-a no quarto com a " ordem " para se calar. Não se calou e ainda veio a berrar mais e para mais perto de nós, para o hall de entrada, não fossemos nós não estar a ouvir bem. Eu já estava a sentir a espuma nos meus cantos da boca e aviso-a que se não se cala vai chorar com gosto.
Vem para junto de nós, já calada e deita-se a nosso lado, assim como se nada tivesse acontecido.
À hora de acordar tem sono, reclama, chora, não se quer mascarar porque se lembrou que não gosta da máscara que a escola " exige ". Eu também não gosto, não tanto da máscara mas da exigência mas lá lhe explico que ou veste aquilo, ou não vai passear com os colegas e fica sozinha na escola com uma auxiliar.
- Eu não quero passear, deixa-me, eu não quero essa máscara, quero a de Bela.
- Não pode ser, amanhã vestes a de Bela, mas hoje tem de ir todos de igual para irem passear para o parque.
Não adiantou de nada e começo a vesti-la. Ela esperneia e parte-me o colar que eu tinha ao pescoço. A mim salta-me a tampa e a mão para o rabo dela.
Vestiu-se muito a contragosto mas colocar-lhe o chapéu de gnomo é que não deu. Pentear foi outro 31 e:
- Ai estás maleijar. estás a fazer com muita força.
- Chega-te para cá que assim não te consigo pentear.
- Não, eu fico aqui.
- Não ficas aqui ( e agarro nela ).
- Buáaaaa, máá. ( e volta para onde estava )
Ela fica onde estava e eu prepositadamente penteio-a com força ( pois, temos pena ).
Depois não quer comer. Ou quer, quer batatas fritas.
Enfio-lhe um iogurte boca abaixo e saimos.
No meio da confusão fica em casa o meu telemóvel e o meu almoço e lanche no saco à porta de casa.
No caminho não falamos ( que nestas alturas é o melhor ) e quando paro o carro, pede-me desculpa pela cena e por ter partido o meu fio.
Ainda com cara de poucos amigos, enfio-lhe o chapéu. Chega uma educadora que comenta a sua insatisfação com o fato.
Melhora quando vê os colegas vestidos de igual e lá consigo tirar umas fotos.
Deixo-a na escola, chego atrasada ao trabalho.
A saga do ano passado repete-se. Que mau feitio, filha!
Começou às 6h da manhã, hora a que devem ter acabado a programação.
Ela acorda, começa a chorar, o pai vai até lá, não quer o pai, não quer vir para a nossa cama, só quer mesmo chorar e gritar, porque sim.
O pai deixou-a lá e depois de perguntar várias vezes porque chorava e de ela lhe ter dito que não queria falar, deixou-a no quarto com a " ordem " para se calar. Não se calou e ainda veio a berrar mais e para mais perto de nós, para o hall de entrada, não fossemos nós não estar a ouvir bem. Eu já estava a sentir a espuma nos meus cantos da boca e aviso-a que se não se cala vai chorar com gosto.
Vem para junto de nós, já calada e deita-se a nosso lado, assim como se nada tivesse acontecido.
À hora de acordar tem sono, reclama, chora, não se quer mascarar porque se lembrou que não gosta da máscara que a escola " exige ". Eu também não gosto, não tanto da máscara mas da exigência mas lá lhe explico que ou veste aquilo, ou não vai passear com os colegas e fica sozinha na escola com uma auxiliar.
- Eu não quero passear, deixa-me, eu não quero essa máscara, quero a de Bela.
- Não pode ser, amanhã vestes a de Bela, mas hoje tem de ir todos de igual para irem passear para o parque.
Não adiantou de nada e começo a vesti-la. Ela esperneia e parte-me o colar que eu tinha ao pescoço. A mim salta-me a tampa e a mão para o rabo dela.
Vestiu-se muito a contragosto mas colocar-lhe o chapéu de gnomo é que não deu. Pentear foi outro 31 e:
- Ai estás maleijar. estás a fazer com muita força.
- Chega-te para cá que assim não te consigo pentear.
- Não, eu fico aqui.
- Não ficas aqui ( e agarro nela ).
- Buáaaaa, máá. ( e volta para onde estava )
Ela fica onde estava e eu prepositadamente penteio-a com força ( pois, temos pena ).
Depois não quer comer. Ou quer, quer batatas fritas.
Enfio-lhe um iogurte boca abaixo e saimos.
No meio da confusão fica em casa o meu telemóvel e o meu almoço e lanche no saco à porta de casa.
No caminho não falamos ( que nestas alturas é o melhor ) e quando paro o carro, pede-me desculpa pela cena e por ter partido o meu fio.
Ainda com cara de poucos amigos, enfio-lhe o chapéu. Chega uma educadora que comenta a sua insatisfação com o fato.
Melhora quando vê os colegas vestidos de igual e lá consigo tirar umas fotos.
Deixo-a na escola, chego atrasada ao trabalho.
A saga do ano passado repete-se. Que mau feitio, filha!
Subscrever:
Mensagens (Atom)



