16 março 2009

Sábado no parque








O reencontro

É tão tão bom, que vale a pena estarmos afastadas.
Beijinhos, miminhos, abraços, muitos amo-te, gosto muito de ti, tive muitas saudades tuas, minha mãezinha, etc etc que nos enchem o coração.

13 março 2009

Up-date

Menos 4 kgrs e menos 3 cms, salvo erro. Nos cms da anca pouco deu para ver que estou inchada ( 1º dia do mês ). Eu e o médico ficamos satisfeitos, mais satisfeita eu que tenho cometido algumas gafes na dieta ultimamente mas ao fim de quase 6 meses era ou umas fugidinhas à regra de vez em quando, ou os meus nervos à flor da pele.
Pensava eu que ainda não tinha chegado ao peso pré-cortisona e estou " só " a 1 kgr de distância do dito. Tendo em conta as diferenças das balanças, se calhar nem isso.
No total, menos 20,600gramas, ainda não fez 6 meses e de cms perdi a conta.
Faltam 19 kgrs e agora quero comprar uma balança lá para casa.

12 março 2009

Está nos avós

Chega a meio da semana e atinge o limite, quer voltar para casa, chama por nós nos sonhos. A " novidade " passa e ela quer voltar à rotina, a estar connosco. Felizmente não lhe deu para grandes choros e deve aguentar-se até sexta à noite. E eu hoje já não posso falar com ela ao telefone ou " arrisco-me " a ter de fazer 220 kms ao fim do dia para a ir buscar.
No fundo, fico até com alguma satisfação egoísta que assim seja.
Eu já estou cheia de saudades.

11 março 2009

Compras para mim

Estou naquela fase crítica de que já não tenho o que vestir. E é um stress todos os dias porque a opção não é muita e ir trabalhar sem parecer que ando com a mesma roupa requer imaginação e tempo que nesta altura do campeonato não tenho. Isto porque apesar de ainda ter mais peso que na época "pré-cortisona ", na altura era Verão e se é verdade que a primavera anda a dar o seu ar de graça, não posso ainda vestir camisas de manga curta, nem calças de Verão. Até os sapatos me estão grandes, sim, que o pé " cresceu " 2 números. Finalmente regressei ao meu 37 mas lá está, os sapatos do ano passado desta época estão grandes e os anteriores dei porque já estavam muito usados. Investir num guarda roupa quase todo de novo fica fora do orçamento e o que eu precisava mesmo era de um " What not to wear " que me enchesse o roupeiro com 5000USD de roupa, ui, isso é que era.
Cheguei ao ponto crítico que até as camisolas que sempre vão dando, estão largas demais o que me faz parecer um saco de batatas.
Tenho saído sempre tarde ( depois das 21h ) e ontem como acabei por jantar no Centro Comercial, sai do restaurante e meti-me na C&A. A minha mãe foi comigo deu-me um par de calças e 1 camisola e eu comprei mais 2 camisola e umas calças ( é tão bom ir às compras com a mãe ). Não experimentei nada que não tinha tempo nem paciência e chegada a casa fo experimentar. Trouxe o número que pensava estar a usar e fantástico foi saber que estavam largas as calças.
Hoje fui trocá-las na hora de almoço e troquei umas calças umas por 2 números abaixo, as outras como não haviam, troquei por umas calças diferentes 1 número anaixo e uns sapatos restos de saldos. Veio também mais uma camisola de losângulos. Incrível foi não comprar nada para ela, mais incrível foi passar junto da secção de criança e não parar, mas primeiro tinha pouco tempo, segundo, neste momento quem precisa de roupa sou eu, não ela e portanto, foi para mim que trouxe. Isto é muito racional e tal mas estou surpreendida como " consegui " fazê-lo sem o mínimo de tentação ou remorsos. Às vezes tenho de ser um bocadinho egocêntrica, também mereço.

10 março 2009

Ao telefone

- Vou ao chocouate e fazer um picnic.
- Ai sim? Que bom.
- Estás a trabaiar?
- Estou.
- Eu tenho um iuvro e ainda não mexi naquilo?
- Naquilo no quê?
- Tenho um uivro, ui-vro.
- Eu percebi que tens um livro, mas não mexeste no quê?
- Xau, porta-te bem, mãe.

09 março 2009

Não sou eu que lhe ensino

Ontem foi com os avós e a tia a uma sapataria. Os avós queriam comprar-lhe uns sapatos. Como a tia lhe tinha oferecido uns na terça-feira foi à sapataria mas não quis escolher para ela mas sim para mim. Lá convenceu os avós ( e não é preciso muito ) a me comprarem um par de sapatos e assim, quem saiu a ganhar fui eu :)
Linda menina !

08 março 2009

Dia da Mulher

A mulher mais pequena da casa foi de férias com os avós, a mulher maior da casa ( e o homem também ) aproveitam a ausência da mulher pequenina e vão trabalhar todo o dia de Domingo.
Feliz Dia da Mulher.

Medos meus

Não estou imune, mas preocupo-me e tento adivinhar o perigo nos objectos que manipula, nas situações do dia-a-dia. Não chega a ser paranóico ( acho ) mas não me sinto a cumprir bem o meu papel de mãe se assim não agir. Não quero de modo algum ser a mãe perfeita, nem sequer me acho como tal. Essa pretensão e miopia não tenho, até porque, a meu ver, quem muito se vangloriza de que é excelente em qualquer coisa, acaba por cegar com o seu amor próprio, expondo-se assim a ser facilmente ultrapassado/a, no caso da maternidade, a descurar muito. Agradeço a quem me alerta dos perigos que não sopus ou quando, por desatenção, minimizo consequências nela, porque como disse e repito, não acho que seja atenta a tudo, presente em tudo, capaz de prever todos os perigos que ela possa correr. Como mãe quero afastá-la dos perigos e por isso, muitas vezes não experimenta sem eu me certificar que é seguro, porque um parque infantil apesar de ter esse nome pode ser extremamente perigoso, uma rua sem carros, pode um dia ter um, etc. Como mãe também e por agradecer a quem me faz o mesmo, também alerto outras.
A minha filha não é aventureira, se calhar muito pelo meu zelo, que há quem considere excessivo, mas nunca se sabe se um dia, por curiosidade lhe vai por exemplo, apetecer trepar as grades da janela do quarto e por isso a janela não se mantem aberta com ela em casa, nunca se sabe se não lhe vai apetecer aproximar da lareira, mesmo sabendo que se queima, não lhe apetecerá experimentar as tesouras que cortam de verdade, ou as agulhas , ou provar os detergentes, ou, ou... Tem quase 4 anos é certo, há muitas situações que são mais comuns quando são mais pequenos, mas por um lado, em questões de segurança tento sempre pensar, tem só 3 anos e eu, com 30 tenho de ser por ela adulta, prever as situações e tentar impedi-las ao máximo. E por isso a minha filha quase não anda na rua sem me dar a mão, não brinca na rua sem um de nós estar próximo dela, não fica na banheira sózinha sem que eu pergunte quase de segundo a segundo se está tudo bem ( e já considero estar a arriscar muito quando a deixo por alguns momentos na banheira enquanto vou, por exemplo, buscar o lençól de banho que esqueci ou o pijama ), não consigo abastecer o carro com ela lá dentro sem o trancar e impensável é ir pagar e ela ficar no carro, por exemplo.
Este não é um relato de quem se acha uma super-mãe, nem uma crítica a quem não tem esta atitude, é antes um desabafo sobre alguns dos medos que povoam a minha mente. Se é paranóico? Não sei, sei que consigo disfrutar agradavelmente e de forma feliz os nossos dias, aliás, não conseguiria disfrutar alegremente dos nossos dias, se estes medos não morassem por perto. Pior que sentir medo, para mim é sentir remorsos pelo que não se fez pelo que não se previu, pelo que se devia ter deduzido e por isso, no meu papel de mãe, " prefiro-me " assim.
Por não ser nenhum " ataque " ou " crítica mordaz ", este post não fica em draft, mas fica sem comentários.

07 março 2009

6 verdades e 3 mentiras

Já quase toda a gente deve ter feito este desafio. Como só encontro mais que 6 verdades partilháveis e menos de 3 mentiras, não consigo fazer o desafio.

06 março 2009

Coisas de que gosto na escola e post longo

Das aulas de música. Eu gosto ela também. Gosto não porque vá aprender a tocar qualquer instrumento, a treinar a voz ou algo mais " profissinal " mas porque aprende de forma divertida, porque canta, dança, aprende coreografias, treina expressões faciais, decora cantilenas e tem uma vertente ligada à música erudita que a mim, fã de operas e música clássica me delicia, especialmente porque ela também gosta ( desta vertente das cantatas, não propriamente da mesma ópera que eu ouço ).
A escola dela tem a aula de música 1 vez por semana, salvo erro 45 minutos, como actividade curricular, com uma professora que faz parte do Foco Musical, uma organização que se dedica não só à vertente do ensino/introdução à música em bébés e crianças, mas também a vertente de produtora de operetas com orquestra sinfónica e tudo. A professora dela tem uma boa formação não só musical mas também pedagógica.
Tem música desde que entrou no colégio, com 14 meses. Na festa do final do 1ºano lectivo tivemos uma demonstração conjunta de todos os " alunos ", desde a creche ao ATL de uma cantata, A Floresta D'Água, da autoria da organização que lá lecciona. A minha filha e os outros colegas, na altura ainda não tinham 2 anos, acompanharam a coreografia e cantaram alguns trechos da mesma. É no fundo uma história cantada que fala na destruição do ecossistema e na importância de preservar o meio ambiente e não poluir.
No ano seguinte continuou com a mesma cantata e no final do passado ano lectivo já a sabia de cor. Continua a sabê-la aliás. Mas não só de cantatas " vivem " aquelas aulas, e também se cantam músicas tradicionais, músicas de época ( Natal, por exemplo ) e se tocam instrumentos como tambor, ferrinhos, maracas e outros que não me lembro/ não sei o nome. Tem momentos em que manipulam o cavaquinho mas ainda não há grandes desenvolvimentos nesta área.
Este ano já deu a cantata " Quinta da Amizade " que trata da tolerância às diferenças.
Ontem, penso que pela primeira vez, deu a cantata " O Conquistador " que trata da história de D. Afonso Henriques. Ao jantar fez-me uma descrição tão boa da história que eu, vergonhosamente assumo, tive de confirmar alguns dados na internet, já esquecidos da minha memória. Acho que tem para além de uma excelente memória, um jeitinho para a história.
Depois de me descrever a primeira vez a história pedi que me repetisse para que eu escrevesse ( que a minha memória não é como a dela ). Da segunda vez já não contou tão bem nem tanto como da primeira, um bocado porque no fundo estava a " maçá-la ", mas aqui fica mais ou menos a explicação dela ( e vou confirmar se de facto foi a primeira vez que deu a cantata ou não ):

B(ea)- Mãe hoje dei a História do Afonso Henriques. O Afonso Henriques era o fundador.
M(ãe)- Fundador? Fundador de quê? Sabes o que é fundador?
B- Foi o primeiro rei.
M- Rei de onde?
B- Rei de Portugaue.
M- E mais?
B- A mãe dele era a Teresa, D. Teresa. Ele namorou com a mãe. A mãe era má, uma bruxa má e feia. Ele teve muitas namoradas, uma tinha cabelo cor-de-laranja, não gostava, outra tinha o cabelo cinzento, não gostava, outra tinha o cabelo azul, gostaaava. Ela era rainha. A D. Teresa não era Rainha. Ele tinha um professor.
M- Como se chamava o professor?
B- Egas Moniz.
M- O pai do Afonso Henriques não dá na história.
B- Acho que morreu cedo.
M- Como é que se chamava?
B- Não me lembro.
O Afonso Henriques zangou-se com a mãe e lutou com a mãe e prendeu-a com os amigos dele e mandou-a para muito longe. O Afonso lutou com uma espada e um escudo. E aleijou-se num pé, num pé e numa perna numa luta.
Depois o Afonso teve um filho, ficou velhinho e filho era Rei.
M- E como se chamava o filho?
B- Não me lembro.

Depois de pesquisar na net :
M- O filho chamava-se D. San...
B- Sancho.

D. Afonso Henriques feriu-se numa perna na Batalha de S. Mamede.
( Substituam os éles e os lhes por ue que é como ela diz ).
Fiquei boquiaberta. [ E Carla lembrei-me de vocês pela conincidência de também a tua Bia ter dado a mesma cantata e também conseguir contar bem a história mas de facto foi uma coincidência, juro :) ]

PS - Pode-se ouvir trechos musicais aqui:

Quinta da Amizade - http://focomusical.org/OrqQuinta.htm
Floresta D'Água - http://focomusical.org/OrqFloresta.htm
O Conquistador - http://focomusical.org/OrqConquistador.htm

Saídas ( da casca )

Eu e o Nuno conversavamos entre nós. Ela estava também na sala, sentada no sofá entretida com folhas, lápis e um livro.
Caem-lhe os lápis da mão e sai-se com um:
- Ai a merda!
Olhamos os dois para ela com ar de espanto e repreendemo-la.
Faz o sorriso habitual depois de dizer/fazer um disparate, na esperança de nos desarmar e diz:
- Estava a brincaaar.
Põe a mão à frente da boca e ainda com os sorrisinhos:
- Desculpa. Merda não se diz pois não? E porra?

05 março 2009

E o casaco...

Apareceu, pelas mãos da tal mãe que se desconfiava, que foi lá hoje à tarde levá-lo. Os meus e-mails fizera mexer aquela gente e a educadora ligou-lhe a informá-la que o casaco que tinha levado era da minha filha.
Foi lá deixá-lo, já com alguns borbotos o que era impossível pelo uso que a Bia lhe deu pois usou-o apenas no trajecto casa/escola uma vez ( 5 minutos ).
Palavras da dona do colégio quando viu os ditos borbotos:
- Deve de o ter vestido à filha que ela hoje não veio e veja se não está sujo porque habitualmente dá-lhe bolachas e ela suja-se toda.
A razão que a senhora apresentou para o engano, pois bem, disse que tinha desaparecido um casaco da filha igual, quando viu o casaco da Bia no cabide disse:
- Ah já apareceu o casaco da J.
Agarra no casaco ( que estava no cabide da minha filha ), tira-o, enrola-o e sai de fininho. Vale que uma educadora assistiu bem como uma auxiliar. Não vale porque deixaram que retirasse algo que não estava no cabide da filha dela, sem se certificarem de quem era mesmo. Vale que a educadora da minha filha tem boa memória e lembrava-se qual o casaco que a outra mãe diz ter desaparecido que afinal até era nº 4 e aquele é nº 3.
Enfim... tenho o casaco de volta, já com aspecto de usado mas de volta

1ºs sapatos escolhidos

Até aqui comprei sempre o que eu achei, independentemente da opinião/aprovação dela. Na terça-feira fomos procurar uns sapatos que os que tem começam a ficar pequenos e deixei que escolhesse dentro do que eu não achava demasiado piroso.
Trouxe da lefties um par de sapatos cremes, com um lacinho de lado, um pouco " queques " e com um pouco de brilho/piroseira. Não adoro os sapatos, tolero-os mas valeu a pena ver a satisfação de trazer os sapatos que ela escolheu. Ainda não os experimentou porque com medo de deixarem de servir rapidamente ( como se isso acontecesse com ela ) e no meio da excitação, comprei o 24 mas já vi que estão grandes pelo que trocarei pelo 23.

Quase a chegar ao fim de semana

Relato o passado.
Fim de semana no Algarve com a minha mãe, marido, filha e sobrinha. O tempo não esteve tão mau quanto anunciavam, deu para ir à praia brincar na areia ( com roupas, claro ), deu para ir a banhos na piscina coberta aquecida e para estar de molho no jacuzzi.
Passou a correr.

New look

Menos 3 ou 4 dedos de comprimento de cabelo, novamente ligeiramente escadeado à frente, numa cabeleireira perto de casa que cobrou 6,5€ pelo corte ( sem lavagem mas com um creme desembaraçante ) e não os 12,5€ da cabeleireira do centro comercial.
O 9º ou 10º corte, já nem sei, perdi a conta.

1ºs Soutiens

Andava há tempos a falar-me que a colega Inês S. tinha um soutien. Pediu um também " quando fosse grande " e ficava aparentemente satisfeita com o meu consentimento de que lhe daria mas , quando fosse mais crescida. O que é certo é que andava sempre a falar no mesmo mas não passava disso.
No fim de semana que passou fomos com a minha mãe ao Algarve e na ida ao hiper para nos abastecermos de alimentação, passa com a minha mãe no corredor das cuecas e afins e pede um soutien à avó. A neta pediu e a avó deu e quando a vejo chegar junto de mim com o " xutiano " levo as mãos à cabeça e imagino como passarão a ser ainda mais problemáticas as minhas manhãs. Reclamo com a minha mãe e digo-lhe que ao menos compre outro pois adivinhava que não iria querer despi-lo e teria de ter algum para " substituir". Lá tras mais um conjunto de cueca e soutien e ela inchada de orgulho ( e eu com ar de pânico e ao mesmo tempo descontente por a minha mãe ter tido semelhante ideia ). Verdade é que fomos depois passear, eu escondi os ditos e só hoje voltou a encontrá-los. Já pediu para por mas ainda não cedi. Vamos ver. ( a minha mãe arranja-me cada uma... )

Há sempre uma primeira vez

Na terça-feira, estrei um casaco na Beatriz que a minha mãe lhe ofereceu. Um casaco a 3/4 de fazenda da Tifosi. Eu não sou de marcas, até porque geralmente marca equivale a preços altos e para além de não ligar nenhuma ao que vem nas etiquetas mas ao aspecto das peças, acho um desperdício gastar tanto dinheiro, principalmente em crianças que deixa de servir em menos de nada. Mas foi uma oferta ( generosa ).
De manhã, quando lho vesti pensei : Este casaco ainda vai desaparecer, juro que pensei. Pensamento estúpido até porque ela não usa roupas de marcas e existem lá muitos miúdos a usarem-nas, além do mais nunca me desapareceu nada no colégio, mas pensei, não vou dizer que não.
À tarde foi o Nuno buscá-la e não viu casaco no cabide e pensou que ela não tinha levado e nem sequer perguntou a ninguém ( é gajo nada a fazer ). Quando chega junto de mim, sem casaco pergunto pelo mesmo. Confesso que me lembrei do meu pensamento matinal, mas também pensei que poderiam ter trocado o cabide e ele não ter notado.
No dia seguinte vou buscá-la e pergunto pelo casaco, depois de procurar em todos os cabides e não o encontrar. Estava antes uma parka " perdida " e muito usada, da mesma cor do casaco dela, em cima do banco.
Uma educadora pergunta como era o casaco e diz que viu a mãe de uma colega da Beatriz levar um casaco com as mesmas descrições. Fico um bocado fula, até porque mesmo que o trocasse, chegaria a casa e daria pela troca. E se fosse um homem ( que são mais desligados ) seria mais comum. Não deixo de pensar que fez de propósito e dou a " ordem " para perguntarem aos pais/encarregados de educação/familiares que vão buscar as crianças se tem o dito casaco, perguntando à mãe da tal menina de quem se desconfiou.
Hoje de manhã pergunto pelo casaco. Continua desaparecido e eu tomo as minhas medidas, mando e-mail para a directora da escola, colégio e educadora. Através do hi5 ( as maravilhas da net ) mando uma mensagem soft à mãe " confusa " e até agora ninguém teve coragem de me responder.
No e-mail que mandei para o colégio informo que caso o casaco não apareça será descontado na próxima mensalidade e são nada mais nada menos que 75€. Nem ai nem ui, até porque para quem não sabe, ao se entregar algo a alguém para " guardar " estamos a celebrar um contrato de depósito em que a pessoa que recebe fica responsável pelo mesmo, responsabilizando-se pelo seu desaparecimento ou destruição. Benditas aulas de Direito que tive ( e não, não sei por ter uma mãe advogada que tive essas aulinhas bem antes de a minha mãe iniciar a licenciatura ) Ora neste caso, não deixo a uma pessoa, mas ao colégio, pelo que o mesmo é responsável. Sei que não foi ninguém de lá, mas é o colégio que é responsável e será a quem imputarei responsabilidades. Se não querem correr o risco, não deixem que os pais acedam à zona dos pertences comuns ou arranjem cacifos com chaves para os pais e para a escola.
Sinto-me revoltada não tanto pelo valor que não o paguei, mas pelo acto e principalmente porque só aconteceu desaparecer algo no colégio quando levou uma peça de marca.

04 março 2009

44 meses

E já se denota algum sentido de humor ( se bem que em alta está o humor de wc que envolva xixis, cócós e orgãos sexuais ) e alguns trocadilhos, tentando virar o rumo da tua sorte em teu proveito.
- Má.
- Quem é que é má? ( de olhos bem arregalados )
- Ehehe, Ma-ma mia, eu ia dizer mama mia, Ma-ma mia.

Birrenta, teimosa, inteligente, meiga, bonita, atenciosa, cheia de pressa de crescer, assim és tu, Meu Amor.

02 março 2009

Faltam quase 4 meses para a festa de anos

É certo que sim, mas até final de Maio vou ter pouco tempo para programar o que quer que seja e este ano, o aniversário dela exigia outras programações, dependentes de terceiros pelo que exigiam planos atempados.
Este ano pensei na hipótese de, para poupar os 55€ de uma semana de praia, que a Beatriz fosse com a tia para o Algarve uma semana de férias, na primeira semana de praia da escola.
Ainda sem a confirmação que poderia frequentar 2 semanas de praia e não as 3 usuais, falei com a minha cunhada que já tinha a confirmação de que poderia ter férias nessa altura.
Problema nº 1 - A Beatriz faz anos num Sábado e a semana em que iria com a tia era a que se inicia logo depois do seu aniversário pelo que não teria festa na escola;
Problema nº 2 - Ela gostava muito de ter os amiguinhos da escola na festa pelo que pensei em convidá-los e fazia-se em vez de uma festa na escola e outra para família e amigos, uma só festa, com todos.
Comecei a contabilizar e já iamos em mais de 70 pessoas. Impensável, isto sem os pais dos colegas da escola.
Problema nº 3 - Com quase 50 crianças, sendo que pelo menos 20 delas não tinham lá os pais, como controlar a multidão.
Contratar alguém está fora de questão, até porque o que ia poupar na semana que não ia à praia, gastava ( e mais ainda ) em animadores e comida. Ir para algum local de organização de festas dem pois cobram cerca de 10€ por criança.
Pus a hipótese de este ano só convidar crianças ( e nem os familiares e amigos iriam ) mas mesmo assim, seriam umas 48 ( se fossem todas claro ). O problema mantinha-se e lá está, não ia contratar ninguém.
Vai daí tomei a decisão, mais vale ir as 3 semanas à praia, fazer a festa na escola com o bolinho e uma festa no Sábado, dia de anos dela, como é costume.
Ainda assim, entre adultos e crianças seriamos uns 50. Já estava a imaginar muita comida por fazer, muita comida a sobrar, muita coisa para preparar, arrumar sala, limpar, etc e no fim de contas, não conseguir prestar atenção a nada nem ninguém por ser muita gente.
Tenho quase a decisão tomada e este ano, também a festa de " casa ", será só para as crianças e familiares mais próximos ( como os avós e bisavós, tios e padrinhos ) , com horas definidas para a festa ( entre as x e as y ), apenas com um lanchinho por criança e claro, o bolo de aniversário.
Vou saber quanto cobra uma educadora lá da escola que organiza estes eventos e quanto cobra por umas horas a controlar e entretar a pequenada. Acho que não cobra muito e se assim for, será a opção, para não ficarmos os 2 loucos no fim do dia.
Os tempos são de crise e esta moda já há muito pegou mas tinha dificuldades em aderir à mesma, mas não estou com paciência, nem quero gastar tanto dinheiro como fiz nas anteriores festas dela. Acabamos os dias estafados e com a sensação de que não aproveitamos como deveriamos.
assim sendo, este ano ( quase certo ), a festa é ( quase ) só das crianças e para as crianças ( e ainda assim serão umas 28 ).