Eu e o Nuno conversavamos entre nós. Ela estava também na sala, sentada no sofá entretida com folhas, lápis e um livro.
Caem-lhe os lápis da mão e sai-se com um:
- Ai a merda!
Olhamos os dois para ela com ar de espanto e repreendemo-la.
Faz o sorriso habitual depois de dizer/fazer um disparate, na esperança de nos desarmar e diz:
- Estava a brincaaar.
Põe a mão à frente da boca e ainda com os sorrisinhos:
- Desculpa. Merda não se diz pois não? E porra?