Fui contar a história do nabo gigante ( escolhida pela Beatriz ) na hora de almoço e como a reunião era ao final do dia antecipou-se para a hora de almoço.
Nada de novo em termos comportamentais e de personalidade, ou não a conhecesse tão bem. Participativa, autoritária, respeitadora, líder e com um sentido de humor fora de série que faz a professora gaguejar e disfarçar o riso muitas e muitas vezes.
Muito faladora, mas a melhorar bastante.
Nas actividades extra curriculares, que são ao final do dia, destabiliza mais e fala, fala, fala, mas segue as regras e indicações dos professores, mas a falar com o colega do lado, pois claro.
Em termos de notas propriamente ditas ainda melhor do que eu esperava:
Português- Muito Bom ( 98% )
Estudo do meio - Muito Bom ( 98% )
Matemática- Excelente ( 100% )
Inglês - Bom
Actividade Física e desportiva - Bom+
Música - Bom
Que dizer mais? Que estou muito orgulhosa, independentemente das notas ( mas também ) na melhoria comportamental e crescimento que tem tido, no seu sentido cívico e de respeito pelo outro, na sua adaptação às regras e na entrada excelente no mundo académico e principalmente porque o 1º ano coincidiu com a chegada das gémeas, com a perda da atenção exclusiva por nossa parte e porque isso não se fez sentir em nenhum parâmetro da vida dela negativamente.
Uma sensação de alívio de que conseguimos conciliar tanta mudança e que temos dado bem conta do recado.
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06 janeiro 2012
07 outubro 2009
Da escola
Na reunião foi-nos dado a conhecer o projecto pedagógico " Os contos tradicionais ".
Este ano, para além da mudança de educadora, juntaram os 4 anos com os 5 ( que mais de metade dos de 5 foram para o público ) o que fez com que ficasse na mesma sala do primo e ainda contrataram uma animadora socio-cultural a tempo inteiro para a sala dela para quando a educadora estiver a trabalhar a pré-primária com os de 5 anos, a animadora fazer jogos de psicomotricidade com os de 4.
Para além destas novidades, passaram a ter um plano de actividades semanal, divulgado aos pais para assim saberem sempre o que fazem a cada momento na escola. Este ano estão a começar bem e pelo menos de falta de organização não me posso queixar ( fico-me pelas queixas dos preços ).
Abdicaram do fato de treino completo igual da escola e passa a ser apenas obrigatório o uso de pólo da escola para a ginástica e saídas da escola ou t-shirt também da escola no verão.
Abdicaram igualmente do saco para os pertences igual, o guardanapo igual e bolsa de guardanapo.
Mudaram os bibes para serem todos iguais e assim não ter de se mudar todos os anos de bibe e chapéu, enquanto servir será o mesmo. Não esperava, confesso.
Ainda da reunião, mantem-se a ginástica e a música por professores externos como actividades curriculares e como extra-curriculares a escolha vai entre ballet, karaté, natação, informática, hip-hop, inglês e a novidade, futsal acho que não me falta enumerar mais nenhuma ). A Beatriz continuará apenas no ballet e " por fora " levá-la-ei para a natação.
A adaptação á nova educadora ao princípio apresentou alguma resistência ( apesar de a conhecer já bem ), pois continuava a dizer que a educadora dela não era aquela mas sim a Ana. Agora já assume a M como sua educadora e diz que gosta da M. dela.
Tem adorado os jogos com a animadora social e várias vezes quando a vou buscar pede para acabar o jogo que está a fazer e lá fico eu à espera.
Mudou também de sala, para onde anteriormente era o ATL, para poderem trabalhar melhor os de 5 anos pois no piso de baixo, estão os de 3 anos.
Para além da sala polivalente, há agora uma sala vazia na escola que quase não há alunos do ATL que " fugiram " quase todos para o público ou para outros, também privados mas muito mais baratos.
Ainda na reunião, foi pedido o maior envolvimento dos pais e para além de pedirem para que cada pai vá contar uma história à sala do seu filho, pediram também que aquando de lhes falarem nas profissões, que fossem explicar a sua. Ainda não tive oportunidade nem me lembrei de perguntar se era para todos os pais ou apenas para aqueles como profissões de mais " fácil entendimento " pelos pequenos, como médicos, enfermeiros, bombeiros, etc. Se for para todos, vai ser bonito de explicar a minha.
Este ano, para além da mudança de educadora, juntaram os 4 anos com os 5 ( que mais de metade dos de 5 foram para o público ) o que fez com que ficasse na mesma sala do primo e ainda contrataram uma animadora socio-cultural a tempo inteiro para a sala dela para quando a educadora estiver a trabalhar a pré-primária com os de 5 anos, a animadora fazer jogos de psicomotricidade com os de 4.
Para além destas novidades, passaram a ter um plano de actividades semanal, divulgado aos pais para assim saberem sempre o que fazem a cada momento na escola. Este ano estão a começar bem e pelo menos de falta de organização não me posso queixar ( fico-me pelas queixas dos preços ).
Abdicaram do fato de treino completo igual da escola e passa a ser apenas obrigatório o uso de pólo da escola para a ginástica e saídas da escola ou t-shirt também da escola no verão.
Abdicaram igualmente do saco para os pertences igual, o guardanapo igual e bolsa de guardanapo.
Mudaram os bibes para serem todos iguais e assim não ter de se mudar todos os anos de bibe e chapéu, enquanto servir será o mesmo. Não esperava, confesso.
Ainda da reunião, mantem-se a ginástica e a música por professores externos como actividades curriculares e como extra-curriculares a escolha vai entre ballet, karaté, natação, informática, hip-hop, inglês e a novidade, futsal acho que não me falta enumerar mais nenhuma ). A Beatriz continuará apenas no ballet e " por fora " levá-la-ei para a natação.
A adaptação á nova educadora ao princípio apresentou alguma resistência ( apesar de a conhecer já bem ), pois continuava a dizer que a educadora dela não era aquela mas sim a Ana. Agora já assume a M como sua educadora e diz que gosta da M. dela.
Tem adorado os jogos com a animadora social e várias vezes quando a vou buscar pede para acabar o jogo que está a fazer e lá fico eu à espera.
Mudou também de sala, para onde anteriormente era o ATL, para poderem trabalhar melhor os de 5 anos pois no piso de baixo, estão os de 3 anos.
Para além da sala polivalente, há agora uma sala vazia na escola que quase não há alunos do ATL que " fugiram " quase todos para o público ou para outros, também privados mas muito mais baratos.
Ainda na reunião, foi pedido o maior envolvimento dos pais e para além de pedirem para que cada pai vá contar uma história à sala do seu filho, pediram também que aquando de lhes falarem nas profissões, que fossem explicar a sua. Ainda não tive oportunidade nem me lembrei de perguntar se era para todos os pais ou apenas para aqueles como profissões de mais " fácil entendimento " pelos pequenos, como médicos, enfermeiros, bombeiros, etc. Se for para todos, vai ser bonito de explicar a minha.
23 junho 2009
Da reunião do final do ano
As minhas observações:
- Tenho uma filha muito aproveitadinha que quando é desenho livre usa quase sempre a frente e o verso das folhas.
- Aos olhos dela, o pai tem uma cabeça enorme a avaliar pelos desenhos que fez da família em que ele tem sempre a cabeça bem maior que os restantes;
- A parte artística de desenho ( apesar de ter sido bastante explorada ) continua na mesma: bonecos pouco elaborados e se não lhe pedirem, quase sem pormenores, não me parece que faça carreira como artísta plástica :);
- Tenho 3 livros de actividades preenchidos por ela mais umas quantas folhas e desenhos que chegam para uma pasta de arquivo feitos na escola de Setembro 2008 a Junho de 2009.
A " avaliação " da educadora:
De acordo com a seguinte escala:
S - Sempre : A criança cumpre os objectivos e realiza as actividades com satisfação;
F - Frequentemente: A criança não tem dificuldades em cumprir os objectivos, mas realiza as actividades quando quer;
D - Com Dificuldade : A criança tem algumas dificuldades em cumprir os objectivos.
Foram analiados 63 pontos considerados de entre 3 áreas distintas: Desenvolvimento Sensorial e Motor ( utilização correcta dos materiais, seguir o ritmo das músicas, etc ), Autonomia e Socialização ( participação nas actividades, confiança, iniciativa, prestar ajuda, etc ) e Compreensão dos Conceitos ( importância dos hábitos de higiéne, utilidade dos orgãos dos sentidos, estações do ano, puzzles, formas geométricas, etc ).
Em todos eles a classificação foi S - sempre excepto num pontozinho: Demonstra tolerância à frustração - teve F ( Frequentemente ).
Nas observações:
" A Beatriz é uma criança determinada e com espírito de liderança. A sua relação com os colegas é boa. É muito comunicativa e independente. O seu desenvolvimento global está bem para a sua idade ".
Em jeito de mãe desconfiada, espreitei as avaliações dos que estavam sentados mais próximos de mim numa de ver se a educadora teria sido facciosa e tinha dado S ( Sempre ) a todos ou se tinha feito uma " avaliação imparcial. Do que vi, a avaliação foi imparcial e portanto posso babar com a devida parcialidade que tenho enquanto mãe :)
- Tenho uma filha muito aproveitadinha que quando é desenho livre usa quase sempre a frente e o verso das folhas.
- Aos olhos dela, o pai tem uma cabeça enorme a avaliar pelos desenhos que fez da família em que ele tem sempre a cabeça bem maior que os restantes;
- A parte artística de desenho ( apesar de ter sido bastante explorada ) continua na mesma: bonecos pouco elaborados e se não lhe pedirem, quase sem pormenores, não me parece que faça carreira como artísta plástica :);
- Tenho 3 livros de actividades preenchidos por ela mais umas quantas folhas e desenhos que chegam para uma pasta de arquivo feitos na escola de Setembro 2008 a Junho de 2009.
A " avaliação " da educadora:
De acordo com a seguinte escala:
S - Sempre : A criança cumpre os objectivos e realiza as actividades com satisfação;
F - Frequentemente: A criança não tem dificuldades em cumprir os objectivos, mas realiza as actividades quando quer;
D - Com Dificuldade : A criança tem algumas dificuldades em cumprir os objectivos.
Foram analiados 63 pontos considerados de entre 3 áreas distintas: Desenvolvimento Sensorial e Motor ( utilização correcta dos materiais, seguir o ritmo das músicas, etc ), Autonomia e Socialização ( participação nas actividades, confiança, iniciativa, prestar ajuda, etc ) e Compreensão dos Conceitos ( importância dos hábitos de higiéne, utilidade dos orgãos dos sentidos, estações do ano, puzzles, formas geométricas, etc ).
Em todos eles a classificação foi S - sempre excepto num pontozinho: Demonstra tolerância à frustração - teve F ( Frequentemente ).
Nas observações:
" A Beatriz é uma criança determinada e com espírito de liderança. A sua relação com os colegas é boa. É muito comunicativa e independente. O seu desenvolvimento global está bem para a sua idade ".
Em jeito de mãe desconfiada, espreitei as avaliações dos que estavam sentados mais próximos de mim numa de ver se a educadora teria sido facciosa e tinha dado S ( Sempre ) a todos ou se tinha feito uma " avaliação imparcial. Do que vi, a avaliação foi imparcial e portanto posso babar com a devida parcialidade que tenho enquanto mãe :)
17 setembro 2008
Reunião parte II
Esqueci-me de dizer que este ano estarão sempre online através do msn para dar informações sobre como estão as crianças ou esclarecer dúvidas em tempo real e sem custos extras ( da chamada telefónica ) e também para tentar que os pais não telefonem nas horas das sestas ou actividades. Assim falam com a directora que irá pelo menos 2 vezes por dia a cada sala informar-se das novidades.
Quando a directora for de licença de maternidade será a pessoa que a substitui a fazê-lo. Podemos continuar a telefonar mas a ideia é mesmo a de desencorajar as chamadas pois para falarem com a educadora acabam por interromper as actividades e enquanto está ao telefone com os pais, não está com as crianças.
Para mim é útil mas não essencial pois apenas quando está doente ligo para saber dela e só uma vez por dia. Confio e sei que qualquer " novidade " me contactam, sei que gosta de lá estar por isso não tenho ansiedade em saber como está diariamente. Sei sempre no final do dia quando a vou buscar :)
Quando a directora for de licença de maternidade será a pessoa que a substitui a fazê-lo. Podemos continuar a telefonar mas a ideia é mesmo a de desencorajar as chamadas pois para falarem com a educadora acabam por interromper as actividades e enquanto está ao telefone com os pais, não está com as crianças.
Para mim é útil mas não essencial pois apenas quando está doente ligo para saber dela e só uma vez por dia. Confio e sei que qualquer " novidade " me contactam, sei que gosta de lá estar por isso não tenho ansiedade em saber como está diariamente. Sei sempre no final do dia quando a vou buscar :)
Reunião do início do ano lectivo
Foi na segunda feira ao final do dia. Afinal as novidades não são só as dos 3 ( sim 3 ) manuais escolares que vão ter neste ano lectivo.
A reunião começou com a novidade que em princípio no próximo ano lectivo irão ter o primeiro ciclo a ser leccionado lá. Não foi uma notícia que me deixasse entusiasmada porque pretendo colocá-la no ensino público.
Fomos informados da ausência da directora a partir de Fevereiro pois está grávida.
Depois as novidades que eu não esperava, este ano tem de usar fato de treino do colégio ( pago à parte pois claro e que virá já no final deste mês ), verde escuro ( horroroso ) para a ginástica e não sendo obrigatório mas preferível, nas saídas do colégio.
Muda a cor do bibe, do saco dos lençóis, o chapéu e até o guardanapo ( que já não usam babete de pano ) e bolsa do guardanapo tem de ser iguais e comprados lá pois claro.
A factura de Outubro avizinha-se estrondosa: fato de treino, livros, caderneta, bibe, chapéu, saco para pertences, guardanapo, bolsa, seguro escolar e para quem quiser, uma ida ao teatro e as inscrições nas actividades extra-curriculares mais a mensalidade das actividades.
Em Janeiro aumenta a mensalidade mas ainda não nos informaram de quanto.
Foram-nos informadas as actividades extra-curriculares que existem para os 3 anos: natação, ballet, inglês e karaté. À excepção do karaté que são 2 vezes por semana, as outras actividade serão apenas uma vez por semana ( e acho que não mais de 30 minutos ). Preços: Natação 40€, Ballet 30€, Inglês 30€, karaté 35€. A todas as actividades acrescem 15€ de inscriçao ( em cada uma e não uma inscrição para todas ). A roçar a obscenidade, a meu ver.
Ginástica e Música continuam incluídas nas actividades curriculares e continuam a ser leccionadas por professores e não pela educadora se bem que este ano também a educadora irá proceder ao ensino de expressão motora e musical.
Antes de sabermos as condições pensavamos colocá-la apenas no hip-hop, como ainda não está disponível por acharem que lhes falta sentido rítmico, a segunda opção seria o ballet, mas pelo preço estamos quase decididos a que não tenha actividades extra-curriculares.
Esta semana tem aulas zero dessas actividades extra-curriculares para que experimentem e para verem a reacção deles ( e também para que eles venham pedir aos pais que querem fazer isto ou aquilo, pois claro ). Hoje foi a de ballet e a Beatriz falhou porque estou em casa depois de uma manhã atribulada. Quando chegou ao colégio a aula tinha acabado. Ela nem sabia que a ia ter e por isso não estava minimamente chateada com o facto :).
Depois foi a vez de falar a educadora. Entregou-nos o projecto pedagógico deste ano : O planeta terra. Um extenso e audacioso plano, eu quase que o diria irrealista mas enfim, sou um bocadinho céptica que apesar de a minha relação com a educadora ter sido pacificada continuo a achar que os " objectivos " dela são demasiado elevados para a idade deles já que quase todos tem os 3 anos acabados de fazer ( e outros ainda não os fizeram ). Disse que iriam aprender a escrever os números até 3 e mais para o final do ano lectivo iria tentar que escrevessem o nome. Eu só me passou pela cabeça que apenas aprendi a escrever o meu nome poucas semanas antes das aulas começarem, com 6 anos e meio e não deixei de ser boa aluna nem de tirar uma licenciatura e uma pós-graduação. Acho exagerado principalmente pelo que os pais das outras crianças falam dos filhos muitos mal sabem contar até 10, outros não conseguem identificar quantidades e já fala em escrever números e o nome. A minha filha já conta até 20 ( e com ajuda até 30 ), já reconhece os números até 10, já sabe quase todas as letras e não a vejo com capacidade de escrever números ou letras pela ainda imatura motricidade fina. Vejo pelos desenhos que faz.
Com este projecto pedagógico quer me parecer que qualquer dia tenho a piolha a repreender-nos por não fazermos a separação do lixo, shame on us!
Mostraram-nos os 3 volumes dos manuais escolares da colecção Palmo e Meio.
Até ao Natal vão tentar retirar-lhes a chucha nas sestas.
Passeios este ano vão ser mais que muitos, Outubro já com uma ida ao teatro, Novembro ao planetário e por aí fora.
Quer estimular cada vez mais a autonomia de cada um e voltou a pedir que o calçado não fosse de atacadores para que se vistam, dispam e calcem sózinhos. Já tinha começado no final do ano lectivo passado mas agora será uma constante, cada um irá tirar os seus pertences dos sacos ( lençóis, fralda de pano, chucha, sapatilhas para a ginástica ) e guardar novamente. Aboliu o livro de recados pois quer responsabilizá-los a darem os recados da educadora para os pais e vice-versa.
Este ano tem televisão na sala apenas com DVD's e até ao início das actividades ( às 9.30 ) estão na sala juntamente com os da sala dos 4-5 anos a verem um filme. Também depois das 17h quando não for possível estarem no recreio será assim. Cada um poderá obviamente brincar livremente. Parece que agora vai começar a pedir filmes, até agora raramente o faz e quando assim é continua a estar muito pouco tempo a ver.
Outra novidade é que não será só a educadora a realizar os teatrinhos de fantoches e dramatizações, também eles começarão a contar histórias conhecidas ou inventadas e a dramatizar. Vão fazer uma ligeira iniciação na expressão dramática/ tetral.
Gostei do plano, ainda que o ache demasiado extenso para apenas 8 meses pois Setembro é o mês da adaptação e o ano lectivo acaba em Junho que Julho são as idas à praia.
O resto do tempo foi no esclarecimento de dúvidas, essencialmente aos pais dos novos alunos que afinal são mais 3 novos no colégio e uma menina que deveria estar pela idade na sala dos 2-3 anos mas que passou para a sala dos 3-4 por fazer anos em Dezembro, salvo erro e porque está capaz de acompanhar os mais velhitos. Olhei para a parede dos cabides e vi os 12 mas não reparei que na parede ao lado estavam mais 4 nomes :), 16 no total.
No geral fiquei satisfeita, só não fiquei nada satisfeita e muito apreensiva com o valor da próxima factura e com estas exigências de andarem todos de igual ( bibes, sacos, fatos de treino, etc ). Para além de não estimular a diversidade de cada um é uma bela forma que tem de ganhar mais dinheiro, mas quanto a isto nada a fazer. Verdade é que não arranjaria melhor ou outra escola que me deixasse tão segura nas redondezas além de que ela adora todas as pessoas da escola.
A reunião começou com a novidade que em princípio no próximo ano lectivo irão ter o primeiro ciclo a ser leccionado lá. Não foi uma notícia que me deixasse entusiasmada porque pretendo colocá-la no ensino público.
Fomos informados da ausência da directora a partir de Fevereiro pois está grávida.
Depois as novidades que eu não esperava, este ano tem de usar fato de treino do colégio ( pago à parte pois claro e que virá já no final deste mês ), verde escuro ( horroroso ) para a ginástica e não sendo obrigatório mas preferível, nas saídas do colégio.
Muda a cor do bibe, do saco dos lençóis, o chapéu e até o guardanapo ( que já não usam babete de pano ) e bolsa do guardanapo tem de ser iguais e comprados lá pois claro.
A factura de Outubro avizinha-se estrondosa: fato de treino, livros, caderneta, bibe, chapéu, saco para pertences, guardanapo, bolsa, seguro escolar e para quem quiser, uma ida ao teatro e as inscrições nas actividades extra-curriculares mais a mensalidade das actividades.
Em Janeiro aumenta a mensalidade mas ainda não nos informaram de quanto.
Foram-nos informadas as actividades extra-curriculares que existem para os 3 anos: natação, ballet, inglês e karaté. À excepção do karaté que são 2 vezes por semana, as outras actividade serão apenas uma vez por semana ( e acho que não mais de 30 minutos ). Preços: Natação 40€, Ballet 30€, Inglês 30€, karaté 35€. A todas as actividades acrescem 15€ de inscriçao ( em cada uma e não uma inscrição para todas ). A roçar a obscenidade, a meu ver.
Ginástica e Música continuam incluídas nas actividades curriculares e continuam a ser leccionadas por professores e não pela educadora se bem que este ano também a educadora irá proceder ao ensino de expressão motora e musical.
Antes de sabermos as condições pensavamos colocá-la apenas no hip-hop, como ainda não está disponível por acharem que lhes falta sentido rítmico, a segunda opção seria o ballet, mas pelo preço estamos quase decididos a que não tenha actividades extra-curriculares.
Esta semana tem aulas zero dessas actividades extra-curriculares para que experimentem e para verem a reacção deles ( e também para que eles venham pedir aos pais que querem fazer isto ou aquilo, pois claro ). Hoje foi a de ballet e a Beatriz falhou porque estou em casa depois de uma manhã atribulada. Quando chegou ao colégio a aula tinha acabado. Ela nem sabia que a ia ter e por isso não estava minimamente chateada com o facto :).
Depois foi a vez de falar a educadora. Entregou-nos o projecto pedagógico deste ano : O planeta terra. Um extenso e audacioso plano, eu quase que o diria irrealista mas enfim, sou um bocadinho céptica que apesar de a minha relação com a educadora ter sido pacificada continuo a achar que os " objectivos " dela são demasiado elevados para a idade deles já que quase todos tem os 3 anos acabados de fazer ( e outros ainda não os fizeram ). Disse que iriam aprender a escrever os números até 3 e mais para o final do ano lectivo iria tentar que escrevessem o nome. Eu só me passou pela cabeça que apenas aprendi a escrever o meu nome poucas semanas antes das aulas começarem, com 6 anos e meio e não deixei de ser boa aluna nem de tirar uma licenciatura e uma pós-graduação. Acho exagerado principalmente pelo que os pais das outras crianças falam dos filhos muitos mal sabem contar até 10, outros não conseguem identificar quantidades e já fala em escrever números e o nome. A minha filha já conta até 20 ( e com ajuda até 30 ), já reconhece os números até 10, já sabe quase todas as letras e não a vejo com capacidade de escrever números ou letras pela ainda imatura motricidade fina. Vejo pelos desenhos que faz.
Com este projecto pedagógico quer me parecer que qualquer dia tenho a piolha a repreender-nos por não fazermos a separação do lixo, shame on us!
Mostraram-nos os 3 volumes dos manuais escolares da colecção Palmo e Meio.
Até ao Natal vão tentar retirar-lhes a chucha nas sestas.
Passeios este ano vão ser mais que muitos, Outubro já com uma ida ao teatro, Novembro ao planetário e por aí fora.
Quer estimular cada vez mais a autonomia de cada um e voltou a pedir que o calçado não fosse de atacadores para que se vistam, dispam e calcem sózinhos. Já tinha começado no final do ano lectivo passado mas agora será uma constante, cada um irá tirar os seus pertences dos sacos ( lençóis, fralda de pano, chucha, sapatilhas para a ginástica ) e guardar novamente. Aboliu o livro de recados pois quer responsabilizá-los a darem os recados da educadora para os pais e vice-versa.
Este ano tem televisão na sala apenas com DVD's e até ao início das actividades ( às 9.30 ) estão na sala juntamente com os da sala dos 4-5 anos a verem um filme. Também depois das 17h quando não for possível estarem no recreio será assim. Cada um poderá obviamente brincar livremente. Parece que agora vai começar a pedir filmes, até agora raramente o faz e quando assim é continua a estar muito pouco tempo a ver.
Outra novidade é que não será só a educadora a realizar os teatrinhos de fantoches e dramatizações, também eles começarão a contar histórias conhecidas ou inventadas e a dramatizar. Vão fazer uma ligeira iniciação na expressão dramática/ tetral.
Gostei do plano, ainda que o ache demasiado extenso para apenas 8 meses pois Setembro é o mês da adaptação e o ano lectivo acaba em Junho que Julho são as idas à praia.
O resto do tempo foi no esclarecimento de dúvidas, essencialmente aos pais dos novos alunos que afinal são mais 3 novos no colégio e uma menina que deveria estar pela idade na sala dos 2-3 anos mas que passou para a sala dos 3-4 por fazer anos em Dezembro, salvo erro e porque está capaz de acompanhar os mais velhitos. Olhei para a parede dos cabides e vi os 12 mas não reparei que na parede ao lado estavam mais 4 nomes :), 16 no total.
No geral fiquei satisfeita, só não fiquei nada satisfeita e muito apreensiva com o valor da próxima factura e com estas exigências de andarem todos de igual ( bibes, sacos, fatos de treino, etc ). Para além de não estimular a diversidade de cada um é uma bela forma que tem de ganhar mais dinheiro, mas quanto a isto nada a fazer. Verdade é que não arranjaria melhor ou outra escola que me deixasse tão segura nas redondezas além de que ela adora todas as pessoas da escola.
20 junho 2008
Reunião de final de ano
Foi ontem ao final do dia, assim permitiu que só visse 20 minutos daquela desgraça de jogo do europeu.
Falou no geral das " aquisições " dos meninos e congratulou-se das mesmas como se as crianças por si só não as alcançassem. Coisas como: " Calçam-se sózinhos, vão à casa de banho e limpam-se sózinhos ( com a supervisão de um adulto ), contam até 5, alguns até 10 e um ou outro até 20, que sabiam as cores, etc, etc."
Os pais iam abanando a cabeça e diziam que sim e outros até diziam-lhe que notavam uma grande evolução nos filhos desde que estavam com ela. Ela inchou de orgulho e eu tratei de dizer que muitas das coisas eles aprendiam porque é a ordem natural das coisas, porque aprendem por imitação dos pais, dos colegas, etc e também porque nós pais, devemos " fazer o trabalho de casa " e dedicar-lhes tempo para brincarem e aprenderem connosco. Percebi que muitos só brincam com os filhos aos fins de semana, quando é, que uns se deitam às 20h e outros à meia noite. Uma mãe congratulava-se dizendo quase que a filha era um génio porque sabia distinguir quando estavam 2 copos na mesa e apenas um.
Percebi que de 10 pais que lá estavam, apenas dois ( contando comigo ) se dedicam a pintar com os filhos, a ler-lhes histórias e a brincar. Dizem que não tem tempo, ou não tem jeito ou paciência, ou porque tem outros irmãos, brincam entre si, numa de " isso chega ".
Alguns pais assumiram que não sabiam quando deviam e não deviam castigar os filhos e como. Todos se queixam dos seus " pequenos terrores " que fazem birras infernais, que se atiram para o chão, esperneiam, batem quando as suas vontades não são satisfeitas. Das duas uma, ou exageraram todos ou preocupa-me o futuro desta pequena geração de pequenos ditadores. Não quero com isto dizer que tenho a fórmula mágica de como bem educar, tenho muitas dúvidas e cometo erros mas ouvir coisas como: " A minha filha não pede desculpa é escusado ", ou, " o meu filho tem de ver os power rangers ao sábado de manhã se não ninguém o cala " , ou ainda, " a minha filha quer fazer o cócó em pé e não faz de outra maneira" faz-me pensar que ou eu tenho uma filha muito educadinha ou eu sou muito rígida mas uma coisa é certa, quando estamos numa de medir forças nem que me custe as entranhas, mas a minha filha tem de perceber que há coisas em que é possível ceder e outras que não. Para mim é inadmissível que não se peçam desculpas sentidas, que com 2 anos se domine o comando da televisão ou que se façam cenas de espernear e bater com os pés no chão ( ou nos pais ) e no fim os pais cedam e lhes façam a vontade. Faço-lhe muitas vontades sim, quando tem o comportamento correcto, com birras não cedo, mesmo que muitas vezes tenha de vir a reboque com uma miúda no colo a espernear e a gritar num centro comercial para casa ou para o carro.
Disse também que todos eles eram muito autónomos já e que eram todos " espertinhos " mas muito mimados no sentido de fazerem birras sem causa plausível. Birras do tipo de querer sentar na cadeira onde está outro sentado quando tem um lugar vazio, por exemplo. Diz que nota que cada vez mais as crianças são assim e que lhe preocupam essas mesmas crianças quando tiverem 14/15 anos. Aconselhou a entender as birras ( que fazem parte do desenvolvimento e afirmação pessoal ) mas perceber quando são birras que fazem sentido e quando não fazem sentido e nas que não fazem sentido nem para nós adultos nem para a criança, então os pais deveriam castigar, isolando-os e fazendo com que refletissem sobre o que tinham feito. Deveriam pedir desculpa e não os retirar do castigo logo a seguir ao pedido de desculpas mas sim um pouco depois para que entendam quem " manda ".
Disse que teve " problemas " de adaptação com quase todos os pais e fiquei descansada por não ter sido só eu a não ter conseguido coadunar-me com ela. Admitiu que aparenta uma certa distância que faz com que os pais não se sintam à vontade com ela mas que as crianças gostam dela e que nunca nenhuma tinha ficado a chorar consigo. De facto é verdade.
Falou nas brincadeiras que eles tem ultimamente entre si e das quais já me apercebi pela imundisse em que chegam os pés dela: trocarem de sapatos, andarem descalços no recreio e pisarem-se uns aos outros.
Para o ano segue a mesma turma que recentemente cresceu para 12 elementos com a entrada de mais um menino e que em princípio não iriam ser mais, no entanto, o limite para o J.I são 25 crianças e por isso poderão ingressar mais no novo ano lectivo.
Falou nas idas à praia e no que é necessário levarem e frisou que cada criança levará as suas coisas na mochila às costas. Disse que deveriam colocar protector antes mas que lhes voltavam a colocar protector enquanto lá estão, cerca de uma hora depois de chegarem.
Entregou a pasta com os " trabalhos " deles e devo dizer que não tenho uma artista plástica em casa, ela é mais de intelecto e menos artística :) Ainda assim, tem alguns trabalhos pintados dentro dos limites, coisa que em casa não faz.
Vim desiludida com os pais daquelas crianças, sinceramente vim e preocupada com o futuro destes meninos que não sabem o que é ter limites para além da escola. Daqui a uns anos, nem a escola lhes conseguirá impor esses mesmos limites.
Falou no geral das " aquisições " dos meninos e congratulou-se das mesmas como se as crianças por si só não as alcançassem. Coisas como: " Calçam-se sózinhos, vão à casa de banho e limpam-se sózinhos ( com a supervisão de um adulto ), contam até 5, alguns até 10 e um ou outro até 20, que sabiam as cores, etc, etc."
Os pais iam abanando a cabeça e diziam que sim e outros até diziam-lhe que notavam uma grande evolução nos filhos desde que estavam com ela. Ela inchou de orgulho e eu tratei de dizer que muitas das coisas eles aprendiam porque é a ordem natural das coisas, porque aprendem por imitação dos pais, dos colegas, etc e também porque nós pais, devemos " fazer o trabalho de casa " e dedicar-lhes tempo para brincarem e aprenderem connosco. Percebi que muitos só brincam com os filhos aos fins de semana, quando é, que uns se deitam às 20h e outros à meia noite. Uma mãe congratulava-se dizendo quase que a filha era um génio porque sabia distinguir quando estavam 2 copos na mesa e apenas um.
Percebi que de 10 pais que lá estavam, apenas dois ( contando comigo ) se dedicam a pintar com os filhos, a ler-lhes histórias e a brincar. Dizem que não tem tempo, ou não tem jeito ou paciência, ou porque tem outros irmãos, brincam entre si, numa de " isso chega ".
Alguns pais assumiram que não sabiam quando deviam e não deviam castigar os filhos e como. Todos se queixam dos seus " pequenos terrores " que fazem birras infernais, que se atiram para o chão, esperneiam, batem quando as suas vontades não são satisfeitas. Das duas uma, ou exageraram todos ou preocupa-me o futuro desta pequena geração de pequenos ditadores. Não quero com isto dizer que tenho a fórmula mágica de como bem educar, tenho muitas dúvidas e cometo erros mas ouvir coisas como: " A minha filha não pede desculpa é escusado ", ou, " o meu filho tem de ver os power rangers ao sábado de manhã se não ninguém o cala " , ou ainda, " a minha filha quer fazer o cócó em pé e não faz de outra maneira" faz-me pensar que ou eu tenho uma filha muito educadinha ou eu sou muito rígida mas uma coisa é certa, quando estamos numa de medir forças nem que me custe as entranhas, mas a minha filha tem de perceber que há coisas em que é possível ceder e outras que não. Para mim é inadmissível que não se peçam desculpas sentidas, que com 2 anos se domine o comando da televisão ou que se façam cenas de espernear e bater com os pés no chão ( ou nos pais ) e no fim os pais cedam e lhes façam a vontade. Faço-lhe muitas vontades sim, quando tem o comportamento correcto, com birras não cedo, mesmo que muitas vezes tenha de vir a reboque com uma miúda no colo a espernear e a gritar num centro comercial para casa ou para o carro.
Disse também que todos eles eram muito autónomos já e que eram todos " espertinhos " mas muito mimados no sentido de fazerem birras sem causa plausível. Birras do tipo de querer sentar na cadeira onde está outro sentado quando tem um lugar vazio, por exemplo. Diz que nota que cada vez mais as crianças são assim e que lhe preocupam essas mesmas crianças quando tiverem 14/15 anos. Aconselhou a entender as birras ( que fazem parte do desenvolvimento e afirmação pessoal ) mas perceber quando são birras que fazem sentido e quando não fazem sentido e nas que não fazem sentido nem para nós adultos nem para a criança, então os pais deveriam castigar, isolando-os e fazendo com que refletissem sobre o que tinham feito. Deveriam pedir desculpa e não os retirar do castigo logo a seguir ao pedido de desculpas mas sim um pouco depois para que entendam quem " manda ".
Disse que teve " problemas " de adaptação com quase todos os pais e fiquei descansada por não ter sido só eu a não ter conseguido coadunar-me com ela. Admitiu que aparenta uma certa distância que faz com que os pais não se sintam à vontade com ela mas que as crianças gostam dela e que nunca nenhuma tinha ficado a chorar consigo. De facto é verdade.
Falou nas brincadeiras que eles tem ultimamente entre si e das quais já me apercebi pela imundisse em que chegam os pés dela: trocarem de sapatos, andarem descalços no recreio e pisarem-se uns aos outros.
Para o ano segue a mesma turma que recentemente cresceu para 12 elementos com a entrada de mais um menino e que em princípio não iriam ser mais, no entanto, o limite para o J.I são 25 crianças e por isso poderão ingressar mais no novo ano lectivo.
Falou nas idas à praia e no que é necessário levarem e frisou que cada criança levará as suas coisas na mochila às costas. Disse que deveriam colocar protector antes mas que lhes voltavam a colocar protector enquanto lá estão, cerca de uma hora depois de chegarem.
Entregou a pasta com os " trabalhos " deles e devo dizer que não tenho uma artista plástica em casa, ela é mais de intelecto e menos artística :) Ainda assim, tem alguns trabalhos pintados dentro dos limites, coisa que em casa não faz.
Vim desiludida com os pais daquelas crianças, sinceramente vim e preocupada com o futuro destes meninos que não sabem o que é ter limites para além da escola. Daqui a uns anos, nem a escola lhes conseguirá impor esses mesmos limites.
24 setembro 2007
Reunião de início do ano lectivo
Dos assuntos abordados:
Os assuntos foram os mesmos do ano passado com as alterações inerentes à idade das crianças, o relembrar dos regulamentos e dos incumprimentos por parte dos pais ( que se esquecem de levar o bibe já vestido, fraldas, etc ), o projecto educativo deste ano ( A cidade ), a festa de Natal e restantes dias festejados ( Dia da Mãe, Pai, Mulher, Desporto, Avós, Carnaval, etc )e as áreas psico-motoras a desenvolver por sala.
Este ano, os da sala da Beatriz já irão à praia, caso os pais estejam interessados em pagar um valor extra ( que o ano passado foi um balúrdio a meu ver ).
Também este ano, caso os pais estejam interessados, haverá ginástica 2 vezes por semana, ministrada pelo professor de educação física do colégio.
Haverá ainda um workshop ministrado pela professora de dança do colégio com o tema: Dança para bébés, que inclui crianças até aos 3 anos.
Continuarão com a música para bébés, uma vez por semana, como já acontecia.
Irão promover mais workshops sobre os temas relacionados com Saúde, A Criança e as birras e um deles ministrados pelas educadoras para os pais esclarecerem as dúvidas relacionadas com as diferentes fases da primeira infância e como " lidar " com elas.
Vão promover " mini-concertos " ao longo do ano no âmbito da " disciplina " de música onde os pais poderão assistir e participar.
Para além da caderneta do aluno que já existia e que este ano se destina exclusivamente às comunicações entre a direcção do colégio e os pais e para as informações de carácter mais formal entre educadora e pais, como as acções de formação, por exemplo. Haverá um caderno de registos, oferta da escola ( vá lá, algo grátis ), onde se registará as tais mensagens do dia-a-dia ( tomas de medicamentos, se teve febre, situações engraçadas passadas com eles, etc ).
Este ano confirmaram que em Agosto apenas encerrarão nos últimos 15 dias. Dado que o ano passado disseram que havia a possibilidade de o fazerem o que não se confirmou, este ano perguntei se o o dado era confirmado, ao que me responderam que sim, tudo estava já planeado e organizado para que assim fosse.
Mantêm-se o dia útil antes e depois do Natal e Ano Novo fechados, mas já é melhor que antes.
Também este ano, irão fazer visitas de estudo com as crianças da sala da Beatriz, incluindo, uma ida ao Teatro já para breve ( com um custo extra, está claro ).
Segundo a directora, a nova educadora da Beatriz ( que não é nova na instituição ) gosta muito de organizar saídas com eles e actividades " extra-curriculares ". Eu também gostava que isso acontecesse, se não me pedirem um balúrdio de cada vez que os queiram levar a passear.
Da educadora:
Devo dizer que desde o início do ano que ainda não consegui estar à vontade com ela e noto o mesmo da sua parte. Tem sido a antiga educadora da Beatriz que me continua a dizer como foi o dia-a-dia dela o que sinceramente não me tem agradado. Inevitavelmente, eu continuo a dirigir-me à antiga educadora o que acho incorrecto,mas como tem sido ela que me vem falar da Bity é a ela que pergunto. Isto não tem ajudado nada a que ultrapassemos esta barreira e tenho de marcar uma reunião com a nova educadora a fim de conversarmos realmente, só as duas. Entendo que a S. só o faça por não conseguir desligar-se dos " seus meninos " mas não está a ser positivo na minha relação com a nova educadora e vice-versa.
Da Ana ( a nova educadora ), percebi que é muito decidida, mais experiente que a S., mas também mais fria, mais desligada de cada um deles. Ainda não associa os pais às crianças, o que o ano passado, por esta altura ( e a Bity só entrou a 18/9 ) com a outra educadora, não acontecia. Não se pode dizer que seja por ter mais crianças porque o número é o mesmo, apenas e só 9 ( se não estou em erro ).
Falou no desfralde e que até Dezembro esperava que todos o tivessem conseguido e que muito desse sucesso dependia de nós pais.Pareceu-me que tem o estigma que os miúdos tem de ser desfraldados aos 2 anos ( e pareceu-me quase imperetrivelmente ) e aí tive de intervir e relembrá-la que cada caso é um caso e cada criança tem o seu ritmo e que muitas vezes, os desfraldes precoces só atrasam o processo em si. Concordou e justificou-se com o facto de que nos jardins de infância públicos, não aceitam as crianças com 3 anos e com fraldas e que se quisessemos mudá-los ( por uma questão monetária ), já estavam todos preparados. Não me convenceu mas pareceu-me que fui a única que não tem pressa no desfralde. Disse-me que o fazia por uma questão de pressão social, porque os pais querem, porque os avós então acham que os meninos já não deviam ter fraldas desde o ano. Disse-lhe que no caso da minha filha eu não tinha pressa e ela disse-me que agora que já tinha começado, não devia parar. Não foi isso que eu disse, apenas não quero pressionar demasiado e tornar o bacio num cavalo de batalha.
Disse que na sala da Beatriz quase todos tem os 2 anos recentemente feitos e que ainda eram trapalhões para comer e pouco independentes. Disse que ia estimular mais a sua autonomia, que deveriam começar a vestirem-se e calçarem-se sózinhos em breve, e lá mais para a Primavera, largarão a chucha.
Em conjunto com a antiga educadora da Beatriz, irão criar um e-mail onde os pais poderão trocar opiniões sobre o desenvolvimento dos filhos para todos os pais, mas essencialmente para aqueles que quando deixam os filhos de manhã ou quando chegam ao final do dia, a educadora não está. Esse e-mail também servirá para enviarem artigos relacionados com as crianças.
Pareceu-me muito exigente ( de uma forma positiva ) mas pouco " humana ". Vi ali uma profissional mas não vi o ser humano bom que via na S.
Continuo de " pé atrás " com ela e não gosto nada quando estou assim com alguém, muito menos, sendo a educadora da minha filha, uma personagem tão importante na vida e formação de personalidade e carácter de uma criança...
Os assuntos foram os mesmos do ano passado com as alterações inerentes à idade das crianças, o relembrar dos regulamentos e dos incumprimentos por parte dos pais ( que se esquecem de levar o bibe já vestido, fraldas, etc ), o projecto educativo deste ano ( A cidade ), a festa de Natal e restantes dias festejados ( Dia da Mãe, Pai, Mulher, Desporto, Avós, Carnaval, etc )e as áreas psico-motoras a desenvolver por sala.
Este ano, os da sala da Beatriz já irão à praia, caso os pais estejam interessados em pagar um valor extra ( que o ano passado foi um balúrdio a meu ver ).
Também este ano, caso os pais estejam interessados, haverá ginástica 2 vezes por semana, ministrada pelo professor de educação física do colégio.
Haverá ainda um workshop ministrado pela professora de dança do colégio com o tema: Dança para bébés, que inclui crianças até aos 3 anos.
Continuarão com a música para bébés, uma vez por semana, como já acontecia.
Irão promover mais workshops sobre os temas relacionados com Saúde, A Criança e as birras e um deles ministrados pelas educadoras para os pais esclarecerem as dúvidas relacionadas com as diferentes fases da primeira infância e como " lidar " com elas.
Vão promover " mini-concertos " ao longo do ano no âmbito da " disciplina " de música onde os pais poderão assistir e participar.
Para além da caderneta do aluno que já existia e que este ano se destina exclusivamente às comunicações entre a direcção do colégio e os pais e para as informações de carácter mais formal entre educadora e pais, como as acções de formação, por exemplo. Haverá um caderno de registos, oferta da escola ( vá lá, algo grátis ), onde se registará as tais mensagens do dia-a-dia ( tomas de medicamentos, se teve febre, situações engraçadas passadas com eles, etc ).
Este ano confirmaram que em Agosto apenas encerrarão nos últimos 15 dias. Dado que o ano passado disseram que havia a possibilidade de o fazerem o que não se confirmou, este ano perguntei se o o dado era confirmado, ao que me responderam que sim, tudo estava já planeado e organizado para que assim fosse.
Mantêm-se o dia útil antes e depois do Natal e Ano Novo fechados, mas já é melhor que antes.
Também este ano, irão fazer visitas de estudo com as crianças da sala da Beatriz, incluindo, uma ida ao Teatro já para breve ( com um custo extra, está claro ).
Segundo a directora, a nova educadora da Beatriz ( que não é nova na instituição ) gosta muito de organizar saídas com eles e actividades " extra-curriculares ". Eu também gostava que isso acontecesse, se não me pedirem um balúrdio de cada vez que os queiram levar a passear.
Da educadora:
Devo dizer que desde o início do ano que ainda não consegui estar à vontade com ela e noto o mesmo da sua parte. Tem sido a antiga educadora da Beatriz que me continua a dizer como foi o dia-a-dia dela o que sinceramente não me tem agradado. Inevitavelmente, eu continuo a dirigir-me à antiga educadora o que acho incorrecto,mas como tem sido ela que me vem falar da Bity é a ela que pergunto. Isto não tem ajudado nada a que ultrapassemos esta barreira e tenho de marcar uma reunião com a nova educadora a fim de conversarmos realmente, só as duas. Entendo que a S. só o faça por não conseguir desligar-se dos " seus meninos " mas não está a ser positivo na minha relação com a nova educadora e vice-versa.
Da Ana ( a nova educadora ), percebi que é muito decidida, mais experiente que a S., mas também mais fria, mais desligada de cada um deles. Ainda não associa os pais às crianças, o que o ano passado, por esta altura ( e a Bity só entrou a 18/9 ) com a outra educadora, não acontecia. Não se pode dizer que seja por ter mais crianças porque o número é o mesmo, apenas e só 9 ( se não estou em erro ).
Falou no desfralde e que até Dezembro esperava que todos o tivessem conseguido e que muito desse sucesso dependia de nós pais.Pareceu-me que tem o estigma que os miúdos tem de ser desfraldados aos 2 anos ( e pareceu-me quase imperetrivelmente ) e aí tive de intervir e relembrá-la que cada caso é um caso e cada criança tem o seu ritmo e que muitas vezes, os desfraldes precoces só atrasam o processo em si. Concordou e justificou-se com o facto de que nos jardins de infância públicos, não aceitam as crianças com 3 anos e com fraldas e que se quisessemos mudá-los ( por uma questão monetária ), já estavam todos preparados. Não me convenceu mas pareceu-me que fui a única que não tem pressa no desfralde. Disse-me que o fazia por uma questão de pressão social, porque os pais querem, porque os avós então acham que os meninos já não deviam ter fraldas desde o ano. Disse-lhe que no caso da minha filha eu não tinha pressa e ela disse-me que agora que já tinha começado, não devia parar. Não foi isso que eu disse, apenas não quero pressionar demasiado e tornar o bacio num cavalo de batalha.
Disse que na sala da Beatriz quase todos tem os 2 anos recentemente feitos e que ainda eram trapalhões para comer e pouco independentes. Disse que ia estimular mais a sua autonomia, que deveriam começar a vestirem-se e calçarem-se sózinhos em breve, e lá mais para a Primavera, largarão a chucha.
Em conjunto com a antiga educadora da Beatriz, irão criar um e-mail onde os pais poderão trocar opiniões sobre o desenvolvimento dos filhos para todos os pais, mas essencialmente para aqueles que quando deixam os filhos de manhã ou quando chegam ao final do dia, a educadora não está. Esse e-mail também servirá para enviarem artigos relacionados com as crianças.
Pareceu-me muito exigente ( de uma forma positiva ) mas pouco " humana ". Vi ali uma profissional mas não vi o ser humano bom que via na S.
Continuo de " pé atrás " com ela e não gosto nada quando estou assim com alguém, muito menos, sendo a educadora da minha filha, uma personagem tão importante na vida e formação de personalidade e carácter de uma criança...
26 junho 2007
Reunião de final de ano
Foi ontem. A educadora emocionada falava das conquistas dos " seus meninos ". Não que já não soubesse, mas confirmei que conhece bem a minha filha, desde a música que mais gosta às actividades que mais vontade tem em desempenhar. Fiquei triste porque não vai seguir os " seus meninos " e vai continuar ligada aos meninos da sala que agora a Beatriz sai. Fiquei eu, ficou ela e acredito que também a Beatriz sentirá a sua falta pois gosta muito da educadora. Mais estúpido ainda é eu dizer isto de lágrimas nos olhos. Também há 10 meses atrás a minha filha não a conhecia.
Esperemos que a nova educadora, que agora a acompanhará até à entrada na primária nos deixe tão bons sentimentos quanto esta.
Esperemos que a nova educadora, que agora a acompanhará até à entrada na primária nos deixe tão bons sentimentos quanto esta.
19 abril 2007
E lá vou eu
Para a reunião de " Pinguins ".
18 abril 2007
Reunião no colégio
Motivo: Preparação da festa do dia da mãe.
Neste colégio funciona um pouco ao contrário não são os filhos que surpreendem as mães, mas as mães que surpreendem os filhos. No dia do pai foi/é igual.
18 mães, apenas eu da sala da Beatriz, do berçário nenhuma mãe e da sala dos 2/3 anos apenas 2 mães ( uma delas a minha cunhada ). As outras eram do Jardim de Infância e ATL. Faz-me confusão a falta de participação das mães ( e pais que no dia do pai foi igual ) das idades próximas à da minha filha com a desculpa do " eles ainda não entendem ".
Objectivo: Escolher uma ou duas músicas e coreografias para fazermos para a criançada. Por sermos um grupo relativamente grande optou-se por 2 coreografias. 2 Temas, um para os maiorzitos, outro para os mais pequeninos. Hip-hop e " Ragae des Pinguins " do Pigloo. Ora, onde é que eu ia ficar... se bem que pessoalmente achasse mais piada ao Hip hop pela falta de disponibilidade para ir aos treinos com a professora de lá e por achar que os pinguins teriam muito mais significado para a Bia fiquei no grupo do Pigloo. Riu-me ao imaginar-me vestidinha de pinguim a dançar a música dos passarinhos. As figurinhas rídiculas que uma mãe faz para ver um sorriso de espanto na cara do seu rebento. Pior, temos de fazer nós a fatiota com a ajuda preciosa de uma mãe veterana que apesar de estar no outro grupo se disponibilizou para ajudar. Quinta-feira execução do fato, sexta começam os ensaios. EU NÃO TENHO TEMPO, não tenho mesmo, mas vou, implicando que no fim de semana tenha de trabalhar que nem uma " camela " em casa à noite ( que de dia há outros planos ).
Adenda: As ideias foram das mães em consenso. O colégio sugere que os pais participem, as mães decidiram o que fazer por maioria.
" Condeno " os pais que nem sequer vão à reunião para saber o que se irá passar, não os que por timidez ou impossibilidade o não queiram fazer.
Neste colégio funciona um pouco ao contrário não são os filhos que surpreendem as mães, mas as mães que surpreendem os filhos. No dia do pai foi/é igual.
18 mães, apenas eu da sala da Beatriz, do berçário nenhuma mãe e da sala dos 2/3 anos apenas 2 mães ( uma delas a minha cunhada ). As outras eram do Jardim de Infância e ATL. Faz-me confusão a falta de participação das mães ( e pais que no dia do pai foi igual ) das idades próximas à da minha filha com a desculpa do " eles ainda não entendem ".
Objectivo: Escolher uma ou duas músicas e coreografias para fazermos para a criançada. Por sermos um grupo relativamente grande optou-se por 2 coreografias. 2 Temas, um para os maiorzitos, outro para os mais pequeninos. Hip-hop e " Ragae des Pinguins " do Pigloo. Ora, onde é que eu ia ficar... se bem que pessoalmente achasse mais piada ao Hip hop pela falta de disponibilidade para ir aos treinos com a professora de lá e por achar que os pinguins teriam muito mais significado para a Bia fiquei no grupo do Pigloo. Riu-me ao imaginar-me vestidinha de pinguim a dançar a música dos passarinhos. As figurinhas rídiculas que uma mãe faz para ver um sorriso de espanto na cara do seu rebento. Pior, temos de fazer nós a fatiota com a ajuda preciosa de uma mãe veterana que apesar de estar no outro grupo se disponibilizou para ajudar. Quinta-feira execução do fato, sexta começam os ensaios. EU NÃO TENHO TEMPO, não tenho mesmo, mas vou, implicando que no fim de semana tenha de trabalhar que nem uma " camela " em casa à noite ( que de dia há outros planos ).
Adenda: As ideias foram das mães em consenso. O colégio sugere que os pais participem, as mães decidiram o que fazer por maioria.
" Condeno " os pais que nem sequer vão à reunião para saber o que se irá passar, não os que por timidez ou impossibilidade o não queiram fazer.
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