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08 outubro 2008

Histórias em castelhanês

Tem um livro da branca de neve que vinha com a boneca. Tem a mesma história contada em português e em castelhano. Pediu para lhe contar a história e eu na brincadeira comecei a contar em castelhano. Ela ria e não percebia nada e eu já estava entre o perdida a rir e o tentar ler a história. Perguntou-me o que estava a falar e expliquei que era em espanhol.
Depois disso quis que mais umas quantas histórias fossem contadas em espanhol. Eu até sei falar mas há palavras que não sei ou não me lembro como por exemplo, parede, emoldurado, lagostins, etc e foi a risada total eu a ler histórias que estão escritas em português mas com a minha tradução automática para catelhanês, isto é, o que sei é dito em espanhol, o que não sei em português.
Numa das histórias (Um bébé na família da Miffy ) diz e passo a citar: Lá estava ele na cama, junto à mãe muito quentinho... Isto em castelhano sai assim ( e atenção que eu não sei escrever ):

- Aí estuvera ele en la cuna, junto à su madre muy calientito...

Risada dos 3 até às lágrimas, nós dois pela promiscuidade ( porque cama diz-se cuna ), ela pelo nosso riso e se calhar, pelo meu sotaque.

01 junho 2007

Multiculturalidade

Ontem fui a um Restaurante cuja denominação era de uma localidade transmontana. Lá dentro a decoração era como de um restaurante chinês, apesar de nas paredes existir alguma azulejaria nacional com uma paisagem da localidade que lhe dá o nome.
Os donos eram de aparência asiática mas com um português correctíssimo e a comida, imagine-se, era moçambicana.
E agora adivinhem o que eu trouxe para casa do restaurante de nome português, de decoração chinesa, donos de aparência asiática que vende comida moçambicana????? Caracóis, o típico petisco alfacinha e apesar de a receita não ser a usual estavam maravilhosos.

30 maio 2007

Jantar

Combinavamos por e-mail um jantar hoje no Japonês com o padrinho da Bity. Entretanto lembro-me que hoje o Nuno vai fazer o tal exame e que vai ficar cheio de fiozinhos e ventosas na cabeça até amanhã e ligo para desmarcar qualquer saída. Comecei a imaginá-lo de fiozinhos na cabeça a entrar nos restaurantes e a negarem-nos o acesso por pensar ser um homem bomba.
Marco- Epá, vocês hoje tem abstinência forçada.
Eu- Pois é, não pode ser, se não tem inactividade cerebral durante uns minutos. Segundo consta o cérebro e o pénis não funcionam em simultâneo.
Desatamos a rir ao telefone, compulsivamente, até as lágrimas escorrerem cara a baixo ( porque sou optimista e confio que não vai ser nada ).

29 março 2007

Como numa casa de doidos

Quando começa a não querer mais sopa ( que desde que come sózinha marcha muito melhor ) começamos ao estilo de claque futebolística a dizer:
- Sopa ( 3 palminhas ), sopa ( 3 palminhas ), sopa ( 3 palminhas ).
E ela come e vai dizendo:
- Xopa ( 1 colherada ), xopa ( 1 colherada ), xopa ( 1 colherada ).