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13 maio 2009

Porque é que gostas de mim?

Fiz-lhe a pergunta há uns tempos. Não esperava grandes explicações até porque o amor não se explica mas ainda assim e depois da minha insistência, tive uma resposta que gostei ( para além dos porque sim ):

- Gosto de ti porque és a mãe e porque também gostas de mim.

23 junho 2007

A pergunta que me deixou de " cara à banda "

No carro iamos conversando as duas. Comentava o que ia vendo, até que se calou por uns momentos e me pergunta:

- Mãe...amas o pai, amas? ( Assim mesmo )
Eu fiquei a pensar se tinha ouvido bem e perguntou-lhe num tom de espanto tão grande que a calou porque deve ter pensado que tinha dito asneira:
- Ãããããnnnnnnn?
Fico-me por ali e não confirmo o que me tinha perguntado. Espero, porque não pensei ser possível aquela pergunta numa chavala de 23 meses que ainda diz tanta palavra à bébé.
Uns minutos depois repete a pergunta:

- Mãe, amas o pai? Amas, amas?
- Sim amo. E tu amas o pai?
- Goxta. Amas a avó?
- Sim amo e tu, amas a avó?
- Goxta.
- Onde aprendeste isso? Que te ensinou filha? Foi a Sofia?
- Não.
- A Mena?
- Não.
- Foi quem?
- oi a Tiz! ( foi ela, portanto )

Eu ainda acho que ela não disse o que disse, mas disse, 3 vezes e percebeu o sentido porque à minha pergunta devolvida disse que gostava do pai e da avó.
Estou sem palavras!

16 junho 2007

16/06/2000

Há 7 anos, por esta hora selávamos um sentimento comum com um beijo. O cenário foi criteriosamente escolhido pelo meu fofo, no areal da praia, com o som das ondas a embalarem o desejo ( e dos pescadores acabados de chegar do mar, mas isso não interessa nada ).
Sete anos depois continuo a lembrar-me de cada momento desse dia, da música que passou e repetiste, repetiste, repetiste ( e que acabou por ficar como a " nossa música " ), do nosso nervoso miúdinho, das borbletas na barriga e do teu abraço, ai o teu abraço...o mesmo que hoje continua a fazer-me sentir tão amada e tão protegida.
Sabes que te amo, mas nunca é demais dizer-to.

26 abril 2007

Jantar a dois

A minha prima veio cá para casa ficar com a Bia e nós saimos quando ela terminava de jantar.
Pela primeira vez quase não falamos nela, não sentimos necessidade de ligar a perguntar como estava e a única preocupação foi a de ter os telemóveis " à mão" para ouvirmos caso tocasse.
Experimentamos comida Egípcia, fomos comprar roupa para NÓS DOIS ( apesar de terem voado para a caixa umas calças de ganga para a pimpolha ), andamos de mãos dadas, conversamos e regressamos tranquilos, 2 horas depois, cheios de vontade de repetir. Pela primeira vez senti que precisava, pela primeira vez não fiquei angustiada, pela primeira vez, desde que nasceu, apreciei o nosso tempo a dois, para nós, como nos tempos de namoro, como se mais nada existisse. E soube-me bem!

02 abril 2007

Xiiiiuuuu...


Que ele ainda não a viu na sua cabeceira da cama.

Adenda: Tive de lhe pedir para ir buscar os meus óculos ao quarto e dizer-lhe que estavam em cima da sua mesa de cabeceira para ver a rosa.

23 fevereiro 2007

Felicidade

Sinto-me tão feliz hoje. Feliz nas pequenas coisas, na minha filha fantástica, no meu marido que amo tanto, na minha família, num pequeno passeio, nos meus grandes amigos.
Hoje por estar assim tão leve, tão cheia de amor pela vida, senti necessidade de o compartilhar com os amigos especiais e dizer-lhes que gosto muito deles e que hoje me sinto muito feliz. Senti vontade de voltar a trocar juras de amor e de surpreender a minha cara metade com um:
" Sabes uma coisa? Amo-te tanto !"
Às vezes, custa tão pouco ser feliz.