A obstipação já era e já faz todos os dias o seu belo cócó :). Uma vez por dia ainda, com calma vai lá. Já não precisa de rabo de molho a maioria das vezes e o melhor de tudo, já não tem medo e já não precisamos de a lembrar para ir fazer. Toma a iniciativa e quando lhe apetece vai sózinha, como é suposto ser.
Do não adormecer sózinha, que continua desde que largou a chucha há uns bons meses, quase um ano, ontem tivemos um pequeno progresso. Desesperada por ela não querer por nada adormecer sózinha, até já punha a hipótese de lhe por uma tv no quarto apenas com 1 ou 2 canais que ela pudesse ver durante um período curto antes de adormecer. Era a derradeira hipótese que provavelmente sairia furada pois ela mal vê tv/dvd e havendo a teoria de que perturba o sono, poderia tornar as nossas noites ainda piores.
Falamos em mudar-lhe o quarto para onde é agora o escritório que ela houve uma altura que tinha pânico do quarto dela e nem lá entrava sozinha. O pânico passou mas continuava c medo de adormecer sózinha. Ontem consegui que finalmente dissesse do que tinha medo, que até ontem respondia-me sempre " não quero falar sobre isso ".
Pois diz que tem medo de monstros, desfiz-lhe o mito infantil, expliquei que só existiam nas histórias infantis e ela contrapôs dizendo que também existiam nos sonhos dela. Antes perguntei se queria experimentar a mudar o quarto dela para onde é o escritório e disse que sim. Voltei a explicar que os sonhos podiam continuar a existir e ela quando acordasse desses sonhos, saberia que os monstros não existem e portanto, não havia nada a temer. Mesmo assim quer mudar o quarto, mesmo explicando que não é do quarto mas da sua imaginação. Fiz a vontade à cria e dormiu ontem no escritório, no sofá e já não me lembro de noite tão maravilhosa. Adormeceu sózinha e dormiu toda a noite sem lhe ouvir um ai ( que ela sonha, grita, fala, chora, ri, etc ).
Amanhã vamos experimentar mudar o quarto para onde é o escritório e esperemos dar por encerrado este capítulo que nos transtorna os serões e noites.
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18 setembro 2009
27 agosto 2009
Falando de m*rda
Finalmente a obstipação da minha filha está ultrapassada, o laxante está guardado no armário para esperemos, nunca mais.
Com sopa com muitos legumes verdes, pouca ou nenhuma abóbora, pouca cenoura e pouca batata e a comer imperetrivelmente às 2 refeições a sopa, com " psciologia da treta " do genéro " come isto que ajuda a fazer cócó, come aquilo que ajuda, e ainda com o velho truque antes usado de lhe por o rabiosque de molho em água morna no bidé uns minutos, tem feito há 5 dias, todos os dias, sem dificuldades e já sem receios. Temos é de cumprir o ritual, dar sempre a sopa, ( já nem sempre ) pôr o rabo de molho e levá-la à sanita, caso contrário não pede para fazer.
Nunca pensei que um assunto relacionado com defecções me deixasse tão aliviada...pensando bem, o acto em si é um alívio...
Problema resolvido!
Com sopa com muitos legumes verdes, pouca ou nenhuma abóbora, pouca cenoura e pouca batata e a comer imperetrivelmente às 2 refeições a sopa, com " psciologia da treta " do genéro " come isto que ajuda a fazer cócó, come aquilo que ajuda, e ainda com o velho truque antes usado de lhe por o rabiosque de molho em água morna no bidé uns minutos, tem feito há 5 dias, todos os dias, sem dificuldades e já sem receios. Temos é de cumprir o ritual, dar sempre a sopa, ( já nem sempre ) pôr o rabo de molho e levá-la à sanita, caso contrário não pede para fazer.
Nunca pensei que um assunto relacionado com defecções me deixasse tão aliviada...pensando bem, o acto em si é um alívio...
Problema resolvido!
06 abril 2009
Conquistas de...
A conversa vai rondar à volta da sanita, pois, é um assunto que andava a ser problemático há vários meses, desde que ganhou medo uma vez ao fazer cócó e lhe doeu, medo agravado uns dias depois, quando uma colega da escola passava por situação idêntica ( solidariedade infantil ).
Desde aí que fazer cócó era um drama, retinha e ao 3º 4º dia era forçada a fazer, ora com bébégel, ora ultimamente porque temia o mesmo, obrigando-a a manter-se sentada.
Ao 3º, 4º dia ela que já come mal, quase não comia, birras por tudo e nada, enfim. Tornou-se numa questão psicológica e não fisiológica que depois de obrigada fazia sem esforço ( não sem choro e gritos de medo ).
Tentamos de tudo, que a sopa ajudava a não doer, que não ia doer porque tinha comido sopa, que os iogurtes que comia também ajudavam, que, que... tinha medo e não havia nada que a convencesse do contrário, nem mesmo quando via que afinal, não lhe tinha custado, na vez seguinte ela voltava a temer.
Procurei informar-me mas lá está, a minha filha só tem " problemas " que os outros não tem, ou que a psicologia não fundamentou devidamente. Lá se falava que a obstipação podia ser " psicológica " mas não encontrei nada, nenhuma " dica " para como ultrapassar.
Um destes dias, uma colega falava-me que o filho em pequeno sofria de obstipação fisiológica e que ela costumava deixá-lo " de molho " na água quente. Isso já eu lhe fazia no banho e nem por isso ela fazia mas lembrei-me que, quando teve uma ou outra vez com eritrema ( vulgo " assada " ) que lhe aliviava estar com o rabo de molho no bidé e que pedia constantemente para a lavar.
Lembrei-me de lhe dizer que se antes de fazer cócó lavasse o rabo e ficasse um bocadinho sentada na água não doia. Tentei com o meu ar mais convincente e ela acedeu a tentar. No primeiro dia esteve uns segundos e fez de seguida sem choros. Disse ao pai que lavando o rabo não doía e convenceu-se disso. Pensei ser sorte de principiante. tentei nos 3 dias seguintes e fez sempre e sempre sem dramas.
Posso dizer que é batalha ganha. Finalmente. Ufa!
Desde aí que fazer cócó era um drama, retinha e ao 3º 4º dia era forçada a fazer, ora com bébégel, ora ultimamente porque temia o mesmo, obrigando-a a manter-se sentada.
Ao 3º, 4º dia ela que já come mal, quase não comia, birras por tudo e nada, enfim. Tornou-se numa questão psicológica e não fisiológica que depois de obrigada fazia sem esforço ( não sem choro e gritos de medo ).
Tentamos de tudo, que a sopa ajudava a não doer, que não ia doer porque tinha comido sopa, que os iogurtes que comia também ajudavam, que, que... tinha medo e não havia nada que a convencesse do contrário, nem mesmo quando via que afinal, não lhe tinha custado, na vez seguinte ela voltava a temer.
Procurei informar-me mas lá está, a minha filha só tem " problemas " que os outros não tem, ou que a psicologia não fundamentou devidamente. Lá se falava que a obstipação podia ser " psicológica " mas não encontrei nada, nenhuma " dica " para como ultrapassar.
Um destes dias, uma colega falava-me que o filho em pequeno sofria de obstipação fisiológica e que ela costumava deixá-lo " de molho " na água quente. Isso já eu lhe fazia no banho e nem por isso ela fazia mas lembrei-me que, quando teve uma ou outra vez com eritrema ( vulgo " assada " ) que lhe aliviava estar com o rabo de molho no bidé e que pedia constantemente para a lavar.
Lembrei-me de lhe dizer que se antes de fazer cócó lavasse o rabo e ficasse um bocadinho sentada na água não doia. Tentei com o meu ar mais convincente e ela acedeu a tentar. No primeiro dia esteve uns segundos e fez de seguida sem choros. Disse ao pai que lavando o rabo não doía e convenceu-se disso. Pensei ser sorte de principiante. tentei nos 3 dias seguintes e fez sempre e sempre sem dramas.
Posso dizer que é batalha ganha. Finalmente. Ufa!
11 agosto 2008
Conversa inapropriada para depois de almoço
Desde que foi para os meus sogros que tem feito com dificuldade cócó. Retem ate não aguentar mais e depois claro que lhe dói. Chora que não quer fazer e que tem medo e muitas vezes tem feito depois do bebegel, à força. Depois de fazer com o bebegel acaba por dizer que não doeu mas não deixa de ter medo de fazer e de reter.
Ao terceiro dia sem fazer damos-lhe xarope de maçãs reinetas e se no 4º ou 5º não faz, acaba mesmo por ter de ser com o bébégel. Em conversa com ela percebi que a Andreia da sala dela tem medo de fazer e ela, acho que por sugestão acabou por ganhar um medo infundado. Nos últimos dias tem feito sem precisar do bebegel ( não todos os dias como era habitual nela ) mas ainda assim a ter de tomar o xarope.
Mas nem tudo é mau, num destes dias em que chorava porque não conseguia reter mais o Nuno conseguiu numa brincadeira que fizesse na sanita e desde então que tem sempre feito aí com o redutor ( que antes só fazia o xixi na sanita e o cócó só queria no bacio ).
Ao terceiro dia sem fazer damos-lhe xarope de maçãs reinetas e se no 4º ou 5º não faz, acaba mesmo por ter de ser com o bébégel. Em conversa com ela percebi que a Andreia da sala dela tem medo de fazer e ela, acho que por sugestão acabou por ganhar um medo infundado. Nos últimos dias tem feito sem precisar do bebegel ( não todos os dias como era habitual nela ) mas ainda assim a ter de tomar o xarope.
Mas nem tudo é mau, num destes dias em que chorava porque não conseguia reter mais o Nuno conseguiu numa brincadeira que fizesse na sanita e desde então que tem sempre feito aí com o redutor ( que antes só fazia o xixi na sanita e o cócó só queria no bacio ).
14 julho 2008
Problemas intestinais ( ou post mal cheiroso )
Não tem comido sopa ( em casa que na creche come ). Não sei se por isso, nos últimos dias tem feito cócó com dificuldade. No Sábado chorava para fazer mas não se queria sentar com medo de doer. Tentava reter. Eu insistia para que se sentasse no bacio para fazer e ela recusava. Expliquei que ia doer o mesmo sentada e que se não se sentasse iria cair no chão. Perante as minhas explicações frustradas disse-lhe que se fizesse no chão iria apanhá-lo ela. Chorou e acabou mesmo por fazer, em pé, portanto, o " presente " caiu no chão. Como o prometido é devido e eu sou muito mázinha, disse-lhe que iria ela apanhar o que tinha feito:
- Buááá...Mas eu não quero sujar as mãos.
- Apanha Beatriz, pega no papel e apanha, eu disse-te para te sentares no bacio.
Foi tirar um bocado de papel mas como era pequeno dei-lhe um bocado de papel dobrado para que apanhasse. Enojada apanhou e deitou onde devia inicialmente ter feito. Aparentemente ficou de emenda porque depois veio a lição de moral que era no bacio que se fazia e que se ela fizesse no chão ou nas cuecas iria ela limpar.
Ontem à noite já estava nos avós e veio-lhe a vontade. Queria novamente fazer em pé. Como os avós muitas vezes estragam aquilo que nós pais conseguimos, deixaram que fizesse nas cuecas, não lhe ralharam e ainda fizeram uma grande festa quando deitaram o presente na sanita.
Os avós deseducam, não há dúvidas mas o que é chato é que depois quem tem de voltar a educar para que entre nos eixos somos nós pais. É que isto é muito giro de se deixar fazer as vontadinhas mas se nós pais também o fizessemos aposto que não quereriam ficar com a menina porque estaria muito " mal educada ".
Já ficou o recado para que não voltem a deixá-la fazer o cócó em pé/nas cuecas e como sabem como eu sou, a coisa não se deve repetir.
- Buááá...Mas eu não quero sujar as mãos.
- Apanha Beatriz, pega no papel e apanha, eu disse-te para te sentares no bacio.
Foi tirar um bocado de papel mas como era pequeno dei-lhe um bocado de papel dobrado para que apanhasse. Enojada apanhou e deitou onde devia inicialmente ter feito. Aparentemente ficou de emenda porque depois veio a lição de moral que era no bacio que se fazia e que se ela fizesse no chão ou nas cuecas iria ela limpar.
Ontem à noite já estava nos avós e veio-lhe a vontade. Queria novamente fazer em pé. Como os avós muitas vezes estragam aquilo que nós pais conseguimos, deixaram que fizesse nas cuecas, não lhe ralharam e ainda fizeram uma grande festa quando deitaram o presente na sanita.
Os avós deseducam, não há dúvidas mas o que é chato é que depois quem tem de voltar a educar para que entre nos eixos somos nós pais. É que isto é muito giro de se deixar fazer as vontadinhas mas se nós pais também o fizessemos aposto que não quereriam ficar com a menina porque estaria muito " mal educada ".
Já ficou o recado para que não voltem a deixá-la fazer o cócó em pé/nas cuecas e como sabem como eu sou, a coisa não se deve repetir.
21 janeiro 2008
Cócós
Sempre que faz cócó no bacio ( que já faz muitas vezes na sanita ) quando acaba olha para a " obra de arte " e diz sempre que se parece com qualquer coisa:
- Parexe um pópótamo.
- Parexe uma obêlha
- Parexe um cabalo, etc, etc.
A imaginação é fértil e geralmente acha sempre parecido com animais. Pior é que não só se diverte a olhar para aquilo como insiste para que vejamos e comprovemos a forma que ela diz ser parecida. O que é certo é que num destes dias, de facto, um parecia mesmo o focinho de um hipopótamo, tinha narinas e tudo ( não liguem isto é a loucura de andar a olhar para o bacio ).
- Parexe um pópótamo.
- Parexe uma obêlha
- Parexe um cabalo, etc, etc.
A imaginação é fértil e geralmente acha sempre parecido com animais. Pior é que não só se diverte a olhar para aquilo como insiste para que vejamos e comprovemos a forma que ela diz ser parecida. O que é certo é que num destes dias, de facto, um parecia mesmo o focinho de um hipopótamo, tinha narinas e tudo ( não liguem isto é a loucura de andar a olhar para o bacio ).
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