Tal como mencionei e padecendo eu de uma doença considerada rara, este ano a minha consignação do rendimento sujeito a IRS foi mesmo para a Raríssimas. Qualquer coisa como 130€ não vão engordar os cofres do Estado ( que ainda assim fica lá com quase 2500€ nossos ) mas sim contribuir para que pessoas que como eu sofrem de doenças raras consigam obter informação sobre a mesma, pois pior que a doença é não se saber o que se combate e com que armas se deve fazer. A incerteza é dos piores martírios.
Ainda que o dinheiro não possa ser usado da melhor forma e apesar de nunca ter recorrido a informações junto desta associação, pelo menos na minha consciência fica a sensação de poder ajudar alguém a " desbravar o mato " na luta contra o desconhecido.
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13 maio 2008
28 março 2008
Quando um comentário vira post
Um comentário meu acerca da baixa do IVA para 20%:
É verdade que o oportunismo está intrínseco em cada um de nós e a primeira coisa em que se pensa é : "temos aqui uma oportunidade de ganhar mais dinheiro" . Não vou criticar porque se calhar se fosse empresária, se tivesse de andar sempre a ginasticar para conseguir pagar impostos, oferecer postos de trabalho estáveis e ainda, como é óbvio, ter lucro ( porque esse é o objectivo básico de um negócio ), faria/pensaria o mesmo. Acho que é um primeiro passo para descomprimir um bocadinho o cinto do consumidor e não vou criticá-lo. Claro que também do governo há oportunismo em lançar este beneficio em vésperas ano eleitoral ( e não tarda começam as campanhas ), mas antes assim e que se beneficie com isso mesmo. Poderemos não notar caso os empresários não baixem os preços na razão da baixa do IVA, mas o primeiro passo está dado, depois há que controlar se efectivamente isso aconteceu ou não, porque também o governo não beneficiará em nada com isso mesmo pois traduzir-se-à num aumento da inflação. Como foi prometido e dito que iam controlar a baixa do Iva nos ginásios, vamos esperar que façam o mesmo agora ou que pelo menos anunciem que vão fazer e assim sempre se dissuade os mais medrosos.
Acho que é mesmo uma questão cultural: Se se faz alguma coisa, critica-se porque é pouco ou é oportunismo, se não se faz critica-se que se deveria fazer. Não quero com isto defender o governo, quero sim salientar que devemos evitar esta mesquinhez de pensamento e olhar para as oportunidades, em vez de nos lamentar-mos e ficarmos nós mesmos quietinhos a um canto, à espera que alguém mude o mundo por nós.
É verdade que o oportunismo está intrínseco em cada um de nós e a primeira coisa em que se pensa é : "temos aqui uma oportunidade de ganhar mais dinheiro" . Não vou criticar porque se calhar se fosse empresária, se tivesse de andar sempre a ginasticar para conseguir pagar impostos, oferecer postos de trabalho estáveis e ainda, como é óbvio, ter lucro ( porque esse é o objectivo básico de um negócio ), faria/pensaria o mesmo. Acho que é um primeiro passo para descomprimir um bocadinho o cinto do consumidor e não vou criticá-lo. Claro que também do governo há oportunismo em lançar este beneficio em vésperas ano eleitoral ( e não tarda começam as campanhas ), mas antes assim e que se beneficie com isso mesmo. Poderemos não notar caso os empresários não baixem os preços na razão da baixa do IVA, mas o primeiro passo está dado, depois há que controlar se efectivamente isso aconteceu ou não, porque também o governo não beneficiará em nada com isso mesmo pois traduzir-se-à num aumento da inflação. Como foi prometido e dito que iam controlar a baixa do Iva nos ginásios, vamos esperar que façam o mesmo agora ou que pelo menos anunciem que vão fazer e assim sempre se dissuade os mais medrosos.
Acho que é mesmo uma questão cultural: Se se faz alguma coisa, critica-se porque é pouco ou é oportunismo, se não se faz critica-se que se deveria fazer. Não quero com isto defender o governo, quero sim salientar que devemos evitar esta mesquinhez de pensamento e olhar para as oportunidades, em vez de nos lamentar-mos e ficarmos nós mesmos quietinhos a um canto, à espera que alguém mude o mundo por nós.
26 março 2008
2009 é ano de eleições. Nãã, não tem nada a ver!
Iva baixa para 20%
26 de Março de 2008, 16:01
O Governo anunciou esta tarde a descida do IVA de 21 para 20% após serem conhecidos alguns dados sobre o desempenho das contas públicas de 2007.
O Défice no ano passado foi de 2.6%. Segundo José Sócrates, este é o valor mais baixo nos últimos 30 anos.
O «País tem as contas públicas em ordem. Estes resultados restauram a credibilidade de Portugal e reforçam a confiança».
A Dívida Pública também baixou, antecipando em um ano o objectivo do Governo.
O Primeiro-Ministro traçou também uma expectativa positiva para os resultados deste ano. O objectivo do Governo é baixar o défice para 2.2%. A perspectiva anterior apontava para 2.4%.
O IVA tinha sido aumentado no início da legislatura, de 19% para 21%. Na altura o aumento foi justificado pela necessidade de aumentar a receita fiscal.
A nova taxa do IVA, de 20%, deverá entrar em vigor em 1 Julho.
26 de Março de 2008, 16:01
O Governo anunciou esta tarde a descida do IVA de 21 para 20% após serem conhecidos alguns dados sobre o desempenho das contas públicas de 2007.
O Défice no ano passado foi de 2.6%. Segundo José Sócrates, este é o valor mais baixo nos últimos 30 anos.
O «País tem as contas públicas em ordem. Estes resultados restauram a credibilidade de Portugal e reforçam a confiança».
A Dívida Pública também baixou, antecipando em um ano o objectivo do Governo.
O Primeiro-Ministro traçou também uma expectativa positiva para os resultados deste ano. O objectivo do Governo é baixar o défice para 2.2%. A perspectiva anterior apontava para 2.4%.
O IVA tinha sido aumentado no início da legislatura, de 19% para 21%. Na altura o aumento foi justificado pela necessidade de aumentar a receita fiscal.
A nova taxa do IVA, de 20%, deverá entrar em vigor em 1 Julho.
25 março 2008
Nesta época do ano, convém relembrar
De acordo com a lei, os sujeitos passivos de IRS têm a possibilidade de consignar a uma Instituição Particular de Solidariedade Social ou a uma pessoa colectiva de utilidade pública, 0,5% do imposto efectivamente pago (Lei 16/2001 de 22 de Junho, artigo 32, n.º 6). Para concretizar esta acção o contribuinte apenas tem de indicar o NIPC no quadro 9 do anexo H da sua declaração de IRS.
Assim sendo, podem por exemplo contribuir com uma pequena parte do vosso IRS efectivamente pago ao Estado para a creche/infantário dos vossos filhos ou para outras instituições como a AMI, Os Médicos sem Fronteiras, etc precisando para isso apenas de saber e indicar o seu número de contribuinte. Em vez de engordarmos os cofres do estado em que não sabemos para que se destina essa verba, podemos ajudar quem realmente ajuda.
Assim sendo, podem por exemplo contribuir com uma pequena parte do vosso IRS efectivamente pago ao Estado para a creche/infantário dos vossos filhos ou para outras instituições como a AMI, Os Médicos sem Fronteiras, etc precisando para isso apenas de saber e indicar o seu número de contribuinte. Em vez de engordarmos os cofres do estado em que não sabemos para que se destina essa verba, podemos ajudar quem realmente ajuda.
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