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15 setembro 2008

Regresso ao colégio

Agora no Jardim de Infância. Muda o nome que o resto é igual. Ainda tenho de me corrigir para não dizer que está na creche. A sala é a mesma pois desde final de Maio que está no edifício do Jardim de Infância e CATL.
O regresso foi do mais pacífico que há, como se ainda ontem lá tivesse estado, depois de 1 mês e meio entre a minha tia, a minha amiga e férias. Tinha saudades e isso notou-se na quantidade de vezes que perguntava pelas colegas e pessoal do colégio.
Hoje há reunião do início do ano lectivo mas parece-me que as novidades serão apenas no facto de passarem a ter manuais escolares ( aos 3 anos isto faz-me alguma confusão, confesso ). Aparentemente e pelo que vi hoje no cabide os colegas são os mesmos, ou seja " apenas " 12 quando a lei permite até 25. Agrada-me é certo mas o que é um facto é que por isso mesmo acabamos por sentir no bolso estas turmas pequenas. Contudo, acredito que se amanhã aparecerem 13 crianças para se inscreverem as aceitam e continuam a cobrar por coisas tão ridículas como a prenda do dia do pai. Mas no geral estou satisfeita com o colégio, com as pessoas e com o método usado. As crianças são crianças e aprendem sim, mas a brincar e há espaço só para correrem saltarem, pularem ou descerem do escorrega, afinal, uma das melhores coisas de ser criança é a de não ter obrigações.

21 julho 2008

Regresso

Cheios de saudades nós dela e ela de nós.
Hoje foi o regresso à normalidade com a " anormalidade " do começo das idas à praia pelo colégio. Só vai uma semana e chega bem ( e se não chegar paciência ). Acordou excitadissima com a ida à praia pela escola mas cheia de sono e chegada a hora de se vestir começou a birra. Valeu o pai ainda estar por casa e a " crise " geriu-se sem uns berros meus ( é que agora parece quase o meu estado normal que finge que não me ouve ). Depois de vestida e enquanto eu me arranjava adormeceu no sofá. Convenhamos que ter de estar no colégio no máximo às 7.45 não é fácil. Pelo caminho perguntou-me se lhe ia dizer adeus a ela e aos amigos dela quando fossem para a " camioneta gande ". Não era suposto mas esperei perante este pedido meloso.
Enquanto esperava para entrar no autocarro procurava-me e depois de me avistar sorriu mas não me disse adeus, nem com muita insistência minha. Depois apressou-se a subir para o autocarro e eu vim nas calmas tomar o pequeno almoço com o meu irmão e um amigo ao café. Deu para estar na conversa e ainda chegar ao trabalho antes das nove. É bom sim sra. mas também é bom dormir mais um bocado de manhã.
Amanhã e o resto da semana há nova dose!

05 setembro 2007

Adaptação à nova sala e à nova educadora

Tem ficado a chorar na mesma e pelo caminho pede para o pai ir " paxiar " e diz que " não quero a escóua , quero ir pá uí " , apontando para o supermercado que se cruza no caminho.
Depois dizem que rapidamente fica bem e vai de imediato brincar.
Ontem na hora do lanche chorou porque queria a mãe ( tadinha da minha menina ). O facto de eu ficar em casa também a tem deixado confusa e diz ao pai que quer ir " pá cája da mãe " quando chega à porta do colégio.
Mas hoje o pai vem da creche a escorregar na baba e eu por acréscimo fico inchada de orgulho pela minha filha. Hoje a nova educadora conversou com o Nuno e disse-lhe que era a mais desenvolvida em termos de linguagem do grupo e também em termos de maturidade, apesar de não ser nem das mais velhas nem das mais novas . Surpreendeu-se com o facto de falar tanto, tão bem e de, serem raros os momentos em que não está a fazer qualquer pergunta, a pedir que coloquem as " múcas " ( músicas), que contem a "estória " ou a falar sobre o seu dia-a-dia. Parece que está a dar-se a conhecer à educadora. Diz-lhe que vai à piscina da avó, diz-lhe os nomes dos pais, avós, do cão da avó, etc.
Mesmo as auxiliares que se mantiveram dizem que vem com as pilhas recarregadas e que não se cala um minuto. Fala, fala, fala e percebe-se ainda melhor. Deve deixar-lhes a cabeça num fanico.
Por achá-la muito participativa pediu para começarmos a levar 2 pares de cuecas para a escola. Começa amanhã a tentar o desfralde com ela, apesar de com os outros meninos só o fazer em princípio na próxima semana. Disse que acha que com incentivo ela vai aderir bem. O Nuno falou-lhe que connosco o desfralde não resultou mas que o facto de o termos interrompido com a minha doença não tinha dado tempo para que se adaptasse. A mim parece-me que a educadora está fascinada com ela mas que se vai desiludir com o desfralde, mas enfim, já me surpreendeu algumas vezes, esta pode ser mais uma.
Apesar do choro matinal que já era esperado, parece que está a gostar da nova educadora e dos novos colegas.

04 setembro 2007

Regresso à creche

Este ano será o pai que a levará todos os dias, pelo menos enquanto eu não poder conduzir. Por isso vai mais cedo. Ontem acordou entusiasmada, antes da hora. Queria ir para a escola mas quando lá chegou mudou de ideias. Sempre fez mais " fita " para ficar na escola quando é o pai que a leva, talvez porque 99% das vezes seja eu que a deixe e que a traga. Chorou e chorou mas segundo dizem, calou-se pouco depois. Já esperavamos que assim fosse, aliás, pelo menos até à próxima segunda-feira deverá ser assim. Durante o dia a descarada contou que eu estava doente, que tinha dói-dói na cabeça, que o pai ia trabalhar e que tinha ido à piscina da avó.
Chegou a fase de que o que não queremos que se saiba fora do seio familiar não pode ser dito à frente dela.
Hoje pelo caminho dizia ao pai em tom de choro: Não quero, não quero, pai.
Ficou mais uma vez a chorar, pois claro, ela e a maioria dos que já lá estavam.
Custa-me não ser eu a deixá-la, a recebê-la ao fim do dia e perguntar como esteve, se comeu, se dormiu, se, se... ( Nestas coisas os homens não perguntam nada )
Tenho de me por " fina " depressa para poder agarrar no carro e ir lá levá-la e buscá-la.
Regresso à creche