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05 junho 2009

Quase de férias

E a precisar mesmo delas. Esta manhã, acordo às 9.12 com a Beatriz a estranhar e a dizer-me:
- Mãe, hoje é fim semana ( que ela não põe o de e eu acho um piadão ).
- Ahh. Aiii eu vou chegar tão atrasada...
Mensagem para o chefe a avisar, lavar a correr, vestir a miuda a correr, beber o leite a correr. A miúda naquela confusão não quer ajudar e começa uma mini-birra, travada com o meu feitiozinho que eu não estava para birras.
Saimos a correr, eu não trago casaco e no preciso momento que a tiro do carro começa a chover... boa.
Vinda a correr dentro do que a chuva permitia que lençóis de água pelo caminho foram mais que muitos. Vá lá que não estava trânsito e às 10.15 entro ao serviço, com 45 minutos de atraso, menos mal, aliás, muito bom, dado que 1 hora depois de acordar estava no trabalho e só de trajecto são pelo menos 30 minutos. Com as pressas não trago almoço. Saio para ir comer na minha (1/2) hora de almoço, chove e eu sem casaco.
Dado o horário flexível, hoje saio mais tarde. Logo hoje que tenho tanto para fazer.

19 novembro 2007

Cenas de uma manhã chuvosa

Hoje a Beatriz estava em manhã não. Não queria fazer xixi, não se queria vestir, não queria o pequeno almoço, não.
Para a ir convencendo disse-lhe que estava a chover e que tinha de se despachar se queria ir para a rua com o chapéu de chuva dela. Na altura pareceu-me uma bela ideia para que se despachasse mas revelou-se uma ideia muito infeliz mais tarde.

A cena:

Chove a cântaros e o meu chapéu está na bagageira. Levo o dela até lá e tiro o meu.
Eu com 2 chapéus abertos, mais a mochila da escola e mais a sacola de segunda-feira com os lençóis, fralda de pano, babete e roupas extra.

Objectivo: Tirá-la do carro e levá-la até à escola sem a molhar, sem molhar a sacola que não é impermeável e sem me molhar também.

Tiro-a do carro e ela quer porque quer o chapéu dela. Agarra nele mas mantê-lo direito é que não. Eu com o meu chapéu de lado mas a tentar protegê-la, com ela ao colo, mochila às costas, sacola na mão, a tentar agarrar nos dois chapéus e a dizer um bocadito para o estérica:
- Põe o chapéu para cima, põe o chapéu para cima.

Ela ia pondo mas quando ela punha o dela para cima eu tinha de desviar o meu.
O portão fechado, toco à campaínha, já sentia as costas encharcadas, ela imaculada:)
Finalmente abrem a porta eu não consigo deixar de rir com a cena e quando chego junto da auxiliar está ela toda dobrada sobre si mesma, agarrada à barriga e a rir às gargalhadas.
Cheguei toda molhada ao carro, mas comecei a manhã a rir e melhor, ela não se molhou e a sacola também não.