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08 junho 2011
Brincar
Já observam muito os brinquedos, examinam-nos com o olhar e o paladar ( levando à boca ), abanam as rocas e lá se vão entretendo uns bocados.
01 junho 2011
Dia Mundial da criança 2011

Enquanto o pai tomava conta das gémeas estive com ela na rua, enquanto vencia uma timidez nada normal nela para brincar com outros meninos vizinhos.
Depois da minha insistência e da insistência da única menina do grupo, lá andou a brincar às escondidas e ficou combinado voltar na sexta-feira ( depois já não queria vir embora )
É comum aqui na zona algumas crianças brincarem na rua, mas sem a presença dos pais o que não me agrada pelo que sempre que ela quiser vir brincar para a rua, lá tenho de vir atrás :)
03 agosto 2010
1ª semana sem escola
Está durante o dia com a prima Carla e o primo Renato.
Hoje foram à praia, ontem estreou-se " no mundo das tatuagens " a contra-gosto meu e só sob a condição de que a mesma seria retirada no banho da noite, no próprio dia. Deve lhe ter doído retirá-la, que o braço vermelho o denunciava mas nem um " ai " se ouviu.
É também em casa desta prima que tem a liberdade de brincar na rua, num bairro onde ainda muitos avós e amas vêm ao fim do dia para as zonas públicas enquanto as crianças vizinhas brincam em conjunto e os adultos trocam 2 dedos de conversa.
Amanhã volta a ir à praia e nos restantes dias pelo menos tem à espera a rua e o parque infantil, além das brincadeiras com o primo ( futuro colega de escola ) e muitos " trabalhos manuais ".
Hoje foram à praia, ontem estreou-se " no mundo das tatuagens " a contra-gosto meu e só sob a condição de que a mesma seria retirada no banho da noite, no próprio dia. Deve lhe ter doído retirá-la, que o braço vermelho o denunciava mas nem um " ai " se ouviu.
É também em casa desta prima que tem a liberdade de brincar na rua, num bairro onde ainda muitos avós e amas vêm ao fim do dia para as zonas públicas enquanto as crianças vizinhas brincam em conjunto e os adultos trocam 2 dedos de conversa.
Amanhã volta a ir à praia e nos restantes dias pelo menos tem à espera a rua e o parque infantil, além das brincadeiras com o primo ( futuro colega de escola ) e muitos " trabalhos manuais ".
06 agosto 2009
Primeira esfoladela no joelho
Aos 4 anos e 1 mês foi pela primeira vez brincar para a rua, como eu fazia nos meus tempos de infância. O primo foi e ela quis ir com ele brincar às escondidas. A diferença dos meus tempos de infância é que a minha mãe não estava de olho em mim e eu vim para a rua com ela que os tempos não são os mesmos e os perigos muito maiores.
A minha miúda de cidade mal deu 2 ou 3 corridas e espalhou-se ao comprido no chão de cimento. Deu direito a uma esfoladela no joelho.
Ela não chorou com a queda, esfrregou o joelho e seguiu a coxear.
Eu aproximei-me para ver porque a queda foi jeitosa mas para além do joelho esfolado e sangrento nada a assinalar.
Viemos embora e pelo caminho foi dizendo que lhe doia o joelho. Disse que lho lavaria no carro.
Assim foi. Estava tudo bem até ela ver o sangue a escorrer do joelho pouquíssimo, por sinal.
- Mãe, isto é sangue?
- É.
- Buááá, lava, lava para tirar o sangue.
- Já lavei, quando chegarmos a casa ponho-te Betadine.
- Buááá. E agora? Isto não vai passar nunca.
- É claro que vai passar, quando puser o betadine deixa de sangrar e amanhã já não te dói nada. Não sejas mariquinhas.
- Buááá, isto não vai passar nunca, buááá.
- Claro que passa Bia.
- Eu quero ir ao hospitau. Buááá.
- Oh Bia não é preciso ir ao hospital por causa de um arranhão pequenino. Eu ponho-te betadine e passa.
- Mas se eu quiser ir ao hospital vais comigo, não vais?
- Não é preciso.
- Buááá, isto não vai passar nunca, buááá...
Foi assim até casa, 10 minutos de trajecto.
Depois de lhe por o betadine e passado um bocado, já não lhe ardia, mas a maricas quando se lembrava levantava o pé do chão e dobrava a perna.
Ela não costuma ser nada mariquinhas, nada mesmo, mas ver sangue ainda que mínimo, impressionou a minha drama queen.
A minha miúda de cidade mal deu 2 ou 3 corridas e espalhou-se ao comprido no chão de cimento. Deu direito a uma esfoladela no joelho.
Ela não chorou com a queda, esfrregou o joelho e seguiu a coxear.
Eu aproximei-me para ver porque a queda foi jeitosa mas para além do joelho esfolado e sangrento nada a assinalar.
Viemos embora e pelo caminho foi dizendo que lhe doia o joelho. Disse que lho lavaria no carro.
Assim foi. Estava tudo bem até ela ver o sangue a escorrer do joelho pouquíssimo, por sinal.
- Mãe, isto é sangue?
- É.
- Buááá, lava, lava para tirar o sangue.
- Já lavei, quando chegarmos a casa ponho-te Betadine.
- Buááá. E agora? Isto não vai passar nunca.
- É claro que vai passar, quando puser o betadine deixa de sangrar e amanhã já não te dói nada. Não sejas mariquinhas.
- Buááá, isto não vai passar nunca, buááá.
- Claro que passa Bia.
- Eu quero ir ao hospitau. Buááá.
- Oh Bia não é preciso ir ao hospital por causa de um arranhão pequenino. Eu ponho-te betadine e passa.
- Mas se eu quiser ir ao hospital vais comigo, não vais?
- Não é preciso.
- Buááá, isto não vai passar nunca, buááá...
Foi assim até casa, 10 minutos de trajecto.
Depois de lhe por o betadine e passado um bocado, já não lhe ardia, mas a maricas quando se lembrava levantava o pé do chão e dobrava a perna.
Ela não costuma ser nada mariquinhas, nada mesmo, mas ver sangue ainda que mínimo, impressionou a minha drama queen.
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